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Tunecore 2

The Mist: instituição do metal mineiro retorna com "My Inner Monster"

Por Ricardo Batalha
Fonte: ASE Music
Em 10/10/21

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Após reformulações na formação e com o mundo enclausurado com as restrições causadas pela pandemia, o The Mist mostrou resiliência. Assim, Vladimir Korg (vocal), Edu Megale (guitarra) e Wesley Ribeiro (baixo) entraram em estúdio este ano para gravar o novo EP, "The Circle of the Crow", seu primeiro registro após de 25 anos. "My Inner Monster", primeira amostra do material gravado no estúdio Maçonaria do Áudio, tendo Alan Wallace (Eminence) como produtor e Riccardo Linassi na bateria, está agora disponível nas plataformas de streaming.

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"Trinta anos atrás, quando escrevi o 'The Hangman Tree' estava passando por um período de depressão muito forte, meio que no fundo do poço. Porém, naquela época depressão era sinal de loucura e não vista como uma doença que todo mundo tem e passa em algum período na vida. Então, esse negócio de falar que você estava deprimido, passava por terapia, era visto como 'coisa para doido'. Estava em uma fase muito difícil, até shows não eram fáceis de fazer. Porém, passei a escrever muito, só que o 'The Hangman Tree' sempre foi 'um monstro' para mim", explicou Korg. "Vindo para os dias atuais, a 'Inner Monster' é justamente eu ter voltado com o The Mist e ter aquele medo de me reencontrar com aquele monstro. A letra fala disso, o passado que escrevi, o enforcado e a corda, coisas que não quero encarar mais e não quero soltar este monstro interior. Ela começa com uma voz pequenininha, com o tecladinho, e no final você vê que é a voz do monstro. Fala sobre o receio de soltar esse monstro interior que a gente tem. No meio da música dou um grito: 'Deus, por favor não mate meu monstro interior', porque esse monstro interior todos temos e faz parte da nossa vida, e temos que controlá-lo e ter essa outra face. No final da música o ouvinte vai ver que é o monstro cantando, falando, em meio aos solos. Isso, então, a letra tem a ver com encarar esse passado", acrescentou.

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O produtor e músico Alan Wallace comentou sobre trabalhar com o The Mist. "Este single mostra a nova fase do The Mist e foi uma honra fazer a produção do novo trabalho da banda. Por sinal, o meu primeiro show como músico foi uma abertura para o The Mist em 1990, em Belo Horizonte. Eu nunca iria imaginar que poderia contribuir com eles de alguma forma", concluiu.

"The Circle of the Crow", marcado para sair oficialmente em 5 de janeiro de 2022, contará com as faixas "My Inner Monster", "Over my Dead Body", "The Blackmail of God" e "The Tempest". Segundo Korg, o EP servirá como uma passagem para a composição do novo álbum full.

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História:

Surgido em 1988 pelos remanescentes da banda Mayhem e contando com o ex-Chakal, Vladimir Korg, o The Mist estreou no ano seguinte com o álbum "Phantasmagoria", ganhando notoriedade por apostar em um som baseado no thrash metal convencional com o heavy metal. Em 1991, o agora quarteto gravou o considerado clássico da banda, o conceitual "The Hangman Tree", que marcou a estreia do guitarrista Jairo Guedz (atual The Troops of Doom e ex-Sepultura) e revelou Cello Dias como um compositor diferenciado. A aposta em climas soturnos e letras alegóricas e poéticas, flertando com o cinema e clássicos da literatura, como O Mágico de Oz e Peter Pan e a Terra do Nunca, se mostrou acertada.

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Com uma nova alteração na formação, após a saída de Vladimir Korg, a banda mineira experimentou no metal industrial com "...Ashes to Ashes, Dust to Dust..." (EP, 1993). À época, o The Mist realizou alguns shows como trio, tendo Cello Dias no baixo e vocal, Jairo Guedz na guitarra e Chris Salles na bateria. Porém, para o álbum "Gottverlassen" (1995) foi recrutado Cassiano Gobbet, que entrou no posto de Cello Dias, que saiu para se juntar ao Soulfly, de Max Cavalera. Além disso, ocorreu a entrada do guitarrista Fabio Audrey para alguns shows. A banda, então, decidiu encerar as atividades e retornou em 2018, quando Vladimir Korg reativou o The Mist com Chris Sallles e Jairo Guedz na guitarra. Wesley Ribeiro, baixista do Hellspunch, se juntou para a "The Scarecrow Tour", que trouxe os clássicos da banda no repertório dos shows. Apesar de realizar uma excursão bem sucedida, a banda perdeu Jairo Guedz, que criou o The Troops of Doom em 2020, e Chris Salles, que saiu por motivos particulares.

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Discografia:
Phantasmagoria (1989)
The Hangman Tree (1991)
...Ashes to Ashes, Dust to Dust... (EP, 1993)
Gottverlassen (1995)

Contatos:
https://linktr.ee/themistband

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Sobre Ricardo Batalha

RICARDO BATALHA tem uma trajetória que se confunde com a própria história do heavy metal no Brasil. Trabalha na revista Roadie Crew desde 1996 e é um dos diretores da ASE Press/Music. Além do trabalho de consultoria e assessoria, vem colaborando para diversos veículos de mídia ligados ao heavy/rock desde os anos 1980. Também é apresentador do programa RMH e redator na Panorama Audiovisual Brasil.

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