Paradise In Flames: reforçando identidade musical e maturidade em novo álbum
Por Ricardo Batalha
Postado em 12 de novembro de 2021
Press-release - Clique para divulgar gratuitamente sua banda ou projeto.
O Paradise In Flames dá o maior passo de sua carreira com o lançamento do novo álbum, "Act One", já disponível nas plataformas de streaming pela Blood Blast, subsidiária digital da gravadora alemã Nuclear Blast, e em versão física pela Demoncratic Records. O título "Act One" refere-se à abertura das cortinas do teatro negro e vai de encontro às mudanças estilísticas e a nova fase do grupo mineiro, formado por André Damien (vocal e guitarra), O.Mortis (vocal), Robert Aender (baixo), SJ Bernardo (bateria) e Guilherme de Alvarenga (vocal e teclado). "Queríamos enquadrar uma dinâmica de estilo um pouco distinta do que hoje somos rotulados. Encaramos que finalmente encontramos nossa identidade musical e tocamos uma mescla de estilos, no qual denominados como horror metal. Encaramos como o 'primeiro ato', pois se trata de nosso primeiro trabalho com o novo formato de banda, que consiste em três vocalistas, com vozes e interpretações distintas entre si, provocando a possibilidade de diálogos nas canções. É uma espécie de renascimento", declarou o vocalista e guitarrista André Damien.
A produção, gravação e mixagem de "Act One" foram feitas pela própria banda no estúdio Maçonaria do Áudio, em Nova Lima (MG). Já a masterização ficou a cargo do renomado engenheiro de som Ted Jensen (Gojira, Mastodon, Metallica, Behemoth, Korn), no Sterling Sound, em Nova Jérsei (EUA). "A banda vive uma nova fase e finalmente conseguimos entregar um material fonográfico que perseguimos durante anos, com uma formação coesa e muita vontade de fazer acontecer. Utilizamos o tempo ocioso que a pandemia infelizmente proporcionou para produzir e gravar um disco que refletisse a personalidade de cada um de nós", observou a vocalista O.Mortis.
O sucessor de "Devil's Collection" (2020) também marca a primeira vez que o grupo apresenta uma música dividida em dois capítulos: "The Sinner e "Delirium". "Estas músicas fazem parte de uma história teatral. Elas se complementam e possuem uma continuação da história do protagonista. Além disso, toda estrutura musical, escalas e tonalidades são referências de uma única canção. Pode ser complicado e o mais desavisado poderá até questionar como existem duas músicas que soem iguais ou que soem totalmente diferentes, mas a parte interessante é que são usadas escalas semelhantes em ambas as composições, mas invertendo a ordem das tonalidades", detalhou André Damien.
Confira o videoclipe da faixa "Delirium":
A abertura do repertório traz uma orquestração emendada por "Old Ritual to an Ancient Curse", um black metal ríspido que remete às raízes de Minas Gerais. "A letra fala de um ritual de libertação realizado em meio à floresta, o que encaixa com as vocalizações do refrão na evocação", explicou O.Mortis.
Já "Bringer of Disease" é considerada a "música de trabalho do disco". "Ela terá um clipe oficial programado para fevereiro de 2022. A letra reflete uma ópera tragicômica, semelhante ou não ao que vivemos no cenário político do Brasil", ponderou o vocalista e tecladista Guilherme de Alvarenga. "Outra que tem esse tom é 'Evil System', em que a letra possui uma crítica pesada à forma que os nossos governantes tratam a corrupção e o descaso com o futuro de seus povos. Musicalmente, conta com passagens rápidas misturadas a orquestrações que lembram filmes de suspense", acrescentou o baixista Robert Aender.
A nova concepção do Paradise In Flames é apresentada nas faixas "Learn from Mistakes" e "Dancer of the Mist". "Uma das músicas mais diferentes de nossa carreira é 'Learn from Mistakes', que vem com elementos mais modernos. Ela já possui um clipe, que ultrapassou mais de 83 mil visualizações e é a que teve mais acessos nas plataformas digitais", comemorou baterista SJ Bernardo. "A faixa 'Dancer of the Mist' resume bem o que é essa nova fase da banda. Além de passagens técnicas e orquestrações contrapondo com o andamento extremamente rápido, cada estrofe é cantada por um vocalista", acrescentou André Damien.
Veja o vídeo de "Learn from Mistakes":
Confira o repertório de "Act One", que teve a capa e arte gráfica a cargo de Alcides Burn (Burn Artworks):
01- Old Ritual to an Ancient Curse
02- Bringer of Disease
03- Evil System
04- Learn from Mistakes
05- Dancer of the Mist
06- The Sinner (Ch1)
07- Delirium (Ch2)
08- Unseen God
09- Dark Pilgrimage
10- The way to the Pentagram
11- Last Breath
Site relacionado:
www.paradiseinflames.com
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Derrick Green abre o jogo sobre motivos para o fim do Sepultura
5 músicas de heavy metal que todo tiozão brasileiro se lembra com carinho
Os cinco maiores compositores de todos os tempos para Roger Waters
Mötley Crüe toca música do primeiro disco pela primeira vez em 42 anos
Dave Mustaine cita seus guitarristas preferidos de todos os tempos
Mick Jagger projeta shows e novas músicas para os Rolling Stones
A música em que Jimi Hendrix diz preferir a música às mulheres
Tobias Sammet trabalha em novo álbum do Avantasia e relançamento de "The Scarecrow"
O melhor disco do Iron Maiden, de acordo com o Ultimate Classic Rock
O guitarrista que fez Kirk Hammett se sentir culpado por ter comprado guitarra muito barata
"Acordo toda manhã e penso: 'Meu Deus, isso ainda continua'", diz Roger Glover
Deep Purple: Peso e melodia na medida certa em "SPLAT!"
Ex-guitarrista confessa que tinha dificuldades em compor para o Deicide
O melhor álbum de rock progressivo de cada ano dos anos 1970, segundo a Loudwire
O álbum de 1978 que "mudou o rock para sempre", segundo Slash

Bruce Dickinson: vocalista elege seus 5 álbuns preferidos
Rock e Metal: todo artista tem uma fase vergonhosa
A melhor música de metal de cada ano desde 1970, segundo a Loudwire
Fotos de Infância: Bruce Dickinson, do Iron Maiden
Por que Robert Plant "aprendeu a odiar" maior clássico da banda Led Zeppelin
O apelido irônico que Raul Seixas dava aos Paralamas do Sucesso por não curtir o som


