Marcelo Barbosa revela detalhes da sonoridade do próximo álbum do Angra
Por Gustavo Maiato
Postado em 15 de setembro de 2022
O Angra está prestes a entrar no estúdio para gravar o sucessor do álbum "Ømni" e o guitarrista Marcelo Barbosa revelou detalhes sobre como vai soar esse disco. O assunto surgiu em entrevista ao Ibagenscast. Confira os principais trechos.
Contribuição coletiva
"Começamos a compor o disco lá atrás, mas de maneira não consistente. Durante a pandemia, levei duas músicas. Uma já começamos a trabalhar e deve entrar no disco. Essa semana, mandei mais três ideias para o Rafael Bittencourt. Semana que vem, vou encontrar o Rafael e vou trabalhar mais. O Felipe Andreoli mandou ideias também. O Rafael me mandou uma música praticamente inteira. Todos têm muitas ideias e são criativos. Temos que parar tudo e focar. Foi assim no disco anterior. A coisa andava, a cada dia saía duas ou três músicas. Não é tipo pegar duas aulas de manhã, ficar com o filho. Agora, vai rolar essa imersão com todos juntos".
As ideias de Bruno Valverde
"Já ouvi algumas músicas e trechos do Rafa. Sei de uma do Felipe, mas não ouvi ainda. E outras contribuições dele em trabalhos com o Rafa. O Bruno, que é batera, é diferente. Ele mandou ideias de bateria que em cima podem ser trabalhados riffs de guitarra. Ele tem contribuído com ideias dentro do instrumento dele".
A importância do prazo
"Não temos músicas prontas ainda. Falta trabalhar a parte instrumental, talvez a intro mude. Ou seja, 100% fechada não tem. Na época do "Ømni" foi assim também. Sabemos que as músicas podem mudar principalmente quando chegar o produtor. Tudo é trabalhado e às vezes muda bastante. O estúdio está marcado e pago! Esse é um lado bom do Paulo Baron. É muita pressão trabalhar com ele, mas ele marca e foda-se! A passagem do Dennis Ward, o produtor, está comprada! O ser humano procrastina, né? Às vezes, é necessário isso: já marca a data do estúdio e aí você tem aquele prazo para deixar tudo redondo".
A sonoridade do disco
"Nesse começo, senti que as músicas estão menos progressivas e mais metal melódico. Tudo pode mudar, mas é o que senti. É difícil falar, porque depois pode mudar. O que ouvi está assim. Uma dessas músicas eu que levei lá atrás. Atribuo isso talvez ao que o Rafael espera desse disco. O Angra está completando 30 anos, ele quer revisitar essa fase inicial da banda com o Andre Matos e também o ‘Rebirth’. Acho que passa por isso. É uma estratégia, a forma como ele vislumbra esse momento".
Confira a entrevista completa:

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