Roger Taylor diz que o Queen combinou não se meter com músicas sobre políticas
Por André Garcia
Postado em 01 de setembro de 2022
O Queen surgiu no começo dos anos 70, escalando seu caminho até o topo das paradas de sucesso degrau a degrau. Seus shows eram considerados verdadeiros espetáculos, mesmo sem contar com explosões e efeitos especiais, ao contrário de bandas como Kiss. O quarteto britânico usava apenas sua música e o avassalador carisma de seu vocalista Freddie Mercury.
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Em meados da década 80 o Queen se reinventou como um dos maiores expoentes do stadium rock, lotando estádios ao redor do mundo (inclusive no Brasil). Através de suas letras, muitos temas foram abordados, mas, conforme publicado pela Classic Rock, segundo o baterista Roger Taylor um assunto evitado era política.
Em entrevista de 2021 para a Music Radar, Taylor promovia seu novo disco solo quando disse:
"Acho que a grande diferença entre o Queen e esse álbum é que eu escrevi umas duas músicas que você poderia chamar de 'políticas'. Aquilo não era algo que a gente fazia na banda. Foi uma decisão consciente. Desde o começo — e você não pode esquecer que tinha muitas questões políticas pesadas rolando nos anos 70 —, Freddie disse: 'Olha, eu não quero me envolver com essa coisa toda. Eu quero rodar o mundo tocando músicas que as pessoas possam curtir. Não estou aqui para passar mensagens.' Eu ainda acho que é uma boa forma de enxergar. Não quero ficar muito… pregador."
"Mas eu espero que tenha conseguido ficar do lado certo da linha tênue que separa rock e política. Espero nunca ter chegado ao ponto de perder meu tempo no palco tagarelando sobre que há de errado no mundo. Freddie jamais me perdoaria."
Em outubro de 2021, Roger Taylor lançou "Outside", seu sexto álbum solo. Produzido durante a pandemia, entre outras coisas aborda questões relacionadas ao covid-19, como a quarentena e o isolamento social.
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