A opinião "Deus me livre, mas quem me dera" de ex-baterista sobre retorno ao AC/DC
Por Gustavo Maiato
Postado em 12 de julho de 2024
O baterista Chris Slade tem no currículo passagens por bandas como Manfred Mann’s Earth Band, Uriah Heep, Asia e AC/DC. Com os australianos, gravou os discos "The Razor’s Edge" (1990) e "Live" (1992).
Em entrou substituindo Simon Wright e ficou até 1994, quando saiu para a entrada de Phil Rudd, que retornava ao grupo. Recentemente, Rudd deixou o posto, mas o AC/DC preferiu chamar Matt Laug para o cargo ao invés de convidar Slade. Mas qual a opinião dele sobre isso? É o que ele conta em entrevista publicada pela Ultimate Guitar.

"Não fiquei amargo quando Phil voltou [para o álbum 'Power Up'] ou qualquer outra coisa — ou [eles] não me usaram, digamos assim. As pessoas diziam, 'Oh, ele está amargo. Ouça como ele está falando.' Eu não estava amargo de forma alguma — nem um pouco. Provavelmente já me acostumei com isso agora."
"Quando eu morava na Califórnia, eu conhecia Matt Laug como baterista. Então fiquei feliz por conhecer o cara que iria tocar. E sabia que ele era um cara legal. Sabia que ele era muito capaz e que podia fazer exatamente o que Angus [Young] queria. Acabei de ouvir um boato, na verdade, de que Phil está voltando. Não sei. Mas isso é um boato, e esses boatos do AC/DC são… Você nunca sabe."
Ao ser perguntado se gostaria de tocar com o AC/DC novamente, ele disse: "Sim, eu gostaria. Eu gostaria. Ainda estou tocando com [The Chris Slade] Timeline. Estou tocando toda semana. Fazemos shows. No último sábado, estávamos na França, em Lyon. Daqui a duas semanas, vamos para a Itália. Estávamos na Polônia há cerca de dois meses, na Chechênia, na Alemanha Oriental. Trabalhamos por toda a Europa.
Estivemos na Espanha alguns anos atrás. Não voltamos desde então. E então estou tocando com meus caras, e estou muito feliz de fazer isso. É uma banda realmente, realmente ótima. E não há necessidade de eu voltar para o AC/DC, para ser honesto, mas se eles quisessem, Angus sabe que poderia me chamar a qualquer momento."
No entanto, o baterista não acha que outra reunião é provável, como ele explica: "Não vejo isso acontecendo. Eu não via isso acontecendo a segunda vez que aconteceu, para ser honesto. As pessoas continuavam me perguntando, 'Você ouviu alguma coisa? Você ouviu alguma coisa já?' Amigos e família. E eu dizia, 'Olha, eles não vão ligar. Ok?' Isso foi antes de 'Rock Or Bust'. 'Eles não vão ligar. Eles já tiveram o suficiente de mim. Eles não vão ligar.' E então eu estava na estrada na Suíça com o Timeline. Ring, ring, e é o AC/DC. [Risos] E isso foi três meses depois desses boatos estarem circulando. E eu fiquei chocado."
"Conversei com o empresário por cerca de meia hora, e disse, 'Sim, claro que eu faria.' E no final, perguntei, 'Posso fazer uma pergunta? Isso veio dos caras? Esse pedido veio dos caras?' Ele disse, 'Claro, veio dos caras. Eu não estaria fazendo essa ligação sem o consentimento deles.' O que é verdade. Mas eu ainda queria a confirmação de que eram os caras que estavam fazendo essa oferta para eu voltar. Então fiquei lá por mais dois, três anos."
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