"Estou começando a sentir um pouco a minha idade", diz Mike Portnoy
Por Bruce William
Postado em 11 de agosto de 2024
Em entrevista no podcast "So... You Want To Be A Musician?" com o baterista do Mr. Big, Nick D'Virgilio, Mike Portnoy comentou que adquiriu uma nova perspectiva ao longo dos anos sobre sua jornada, que ele trouxe agora de volta ao Dream Theater. Os comentários do baterista vieram ao responder a uma pergunta sobre o que ele faz para manter sua técnica afiada, conforme relata a Ultimate Guitar.
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"Para ser honesto, estou começando a sentir um pouco a minha idade. Não sou mais o garoto que eu era há 20, 30 anos. Então, você tem que fazer o melhor que pode. Quero dizer, no meu caso, eu toco tanto que isso me mantém em alerta. Até recentemente, quando voltei ao Dream Theater, eu estava tocando em tantas bandas diferentes, o que significava que eu estava constantemente tocando, cercado por diferentes músicos, o que sempre me inspirou".
Portnoy acredita que trabalhar com músicos de alto calibre faz com que ele sempre tente superar seus desafios, embora saiba que isto pode prejudicar outros lados da própria vida pessoal: "Trabalhar com Neal [Morse], Billy [Sheehan] e todas essas pessoas diferentes em várias bandas e configurações sempre me elevou e me inspirou a tentar coisas novas e a tentar ser o melhor que posso. Não posso dar muitos conselhos sobre o lado saudável disso - comer, beber, dormir, bla bla bla - pois sou um péssimo exemplo em relação a tudo isso. Mas tocar sempre me manteve em forma, me mantendo em crescimento e desenvolvimento em diferentes cenários".
Prossegue o baterista: "E agora estou trazendo isso de volta ao lugar onde estou com o Dream Theater. É uma perspectiva interessante, porque estou voltando ao Dream Theater com uma dúzia de anos de experiências que tive fora da banda. E eles também, eles passaram os últimos 13 anos com suas próprias experiências que eu não tive com eles. Então, é meio empolgante, nesta fase da minha vida, trazer isso de volta e poder viver esse terceiro ato, por assim dizer".
A questão da idade, inclusive, foi um dos fatores que fez com que eles se reunissem: "Nesta nossa idade, percebemos que, quando decidimos nos reunir e voltar a tocar juntos, eu estaria mentindo se dissesse que não começamos a nos olhar no espelho e a olhar para o relógio e pensar: quem sabe quanto tempo nos resta? O relógio está correndo, e percebemos que não estaremos aqui para sempre. E queremos passar o tempo que nos resta juntos fazendo música com as pessoas com quem crescemos e que amamos. Então, sim, é mais ou menos onde estamos nesta fase", finaliza.
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