David Gilmour elege seus três solos favoritos, e um deles está em um instrumental
Por Bruce William
Postado em 27 de outubro de 2024
David Gilmour construiu uma carreira sólida à frente do Pink Floyd, assumindo a guitarra e os vocais após a saída de Syd Barrett. Com seu estilo característico e precisão técnica, ele ajudou a transformar o grupo em um dos nomes mais importantes do rock progressivo, ajudando a criar álbuns que marcaram gerações como "The Dark Side of the Moon" e "Wish You Were Here". Além de sua trajetória com o Pink Floyd, Gilmour também desenvolveu uma carreira solo, explorando novas sonoridades e abordando temas que ecoam sua visão pessoal sobre a vida e a música.
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Ele ficou marcado principalmente pelos solos de guitarra que se tornaram verdadeiros momentos de reflexão musical, como os de "Comfortably Numb" e "Time". Seu jeito de tocar, cheio de sentimento e precisão, elevou a guitarra a outro nível dentro do Rock. Com poucas notas, ele consegue transmitir emoções profundas, criando solos que são lembrados pela beleza e pela capacidade de traduzir a alma da canção.
Sobre a maneira como constroi seus solos, Gilmour explicou que a espontaneidade e a experimentação são fundamentais no seu processo criativo: "Eu apenas conecto [a guitarra] e torço pelo melhor. Estou em busca de melodias, mas espero que elas fluam naturalmente para mim."
Nem sempre funciona - ao menos para ele, pois nós como fãs geralmente sempre apreciamos seu trabalho: "Eu nunca gostei muito do solo de guitarra no final. Todo mundo diz que gostou, mas eu queria descartá-lo e fazer algo diferente porque pensei: 'Deus, novamente eu fiz solos de guitarra demais, eles estão em todo o maldito disco. Eu não achava que este tivesse ficado tão bom, mas muitas pessoas gostam, eu acho. Com o tempo, até passei a considerar melhor," disse Gilmour ao revelar que há um solo que ele nunca gostou.
Mas vamos ver o oposto, aproveitando uma entrevista antiga com a Guitar World, que foi resgatada pela Far Out, onde Gilmour foi questionado sobre qual seria seu solo de guitarra favorito no Pink Floyd, e o músico respondeu não apenas um, mas três: "Ambos os solos em 'Comfortably Numb' são muito bons. Também os solos em 'Dogs' do álbum 'Animals', que mantive porque são diferentes e um pouco fora do meu estilo habitual. Gosto do que fiz no instrumental 'Raise My Rent', do primeiro álbum solo. Foi uma desculpa para me aventurar em um Blues de 12 compassos."
Os três solos citados por Gilmour podem ser conferidos nos respectivos players a seguir.
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