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"Quase dançante"; Rick Rubin e a banda que mudou o metal por ser diferente

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Postado em 15 de maio de 2025

Rick Rubin sempre foi um produtor fora dos padrões. Mais do que um técnico de estúdio, ele é guiado por instinto. Para ele, criar música não exige fórmulas nem domínio técnico, mas sim sensibilidade para captar o que funciona — mesmo que pareça errado na teoria. Foi com esse olhar que ele ajudou a transformar o Slayer em um dos nomes mais importantes do metal extremo.

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Foto: jasontheexploder @ wikimedia - CC BY 3.0
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No disco "Reign in Blood", lançado em 1986, Rubin apostou em um método incomum: evitou dar instruções diretas e usou apenas referências e sensações para conduzir a banda. Segundo ele mesmo, a ideia era deixar o som falar por si. Ao invés de apontar o que queria, Rubin mostrou o que não queria — tocou um disco do Metallica para indicar que o Slayer deveria seguir por outro caminho. A decisão vinha do instinto, não de um plano técnico.

Em entrevista à Revolver (via Far Out), Rubin explicou o que via de único na sonoridade do grupo: "Diferente de qualquer outra banda de speed metal, o som do Slayer tem um ritmo quase dançante." Ele disse que, ritmicamente, a música do grupo lembrava mais Led Zeppelin e AC/DC do que Iron Maiden — mesmo sem qualquer ligação com o blues. "É contraintuitivo, mas ritmicamente faz sentido."

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Para Rubin, o diferencial do Slayer não estava só na velocidade ou agressividade, mas na maneira como reinventaram os elementos do metal. Ele descreveu os riffs como "atonais" e "avant-garde", e afirmou que a banda criou uma nova forma de tocar guitarra. Era algo que desafiava os padrões sem precisar de explicação — bastava sentir.

Rubin nunca quis moldar artistas à sua visão. Seu papel era abrir caminho para que eles rompessem limites — mesmo que isso significasse apenas confiar no instinto, deixar as regras de lado e seguir aquilo que soava certo. No caso do Slayer, isso foi o suficiente para mudar o rumo do metal.

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Sobre Bruce William

Quando Socram chegou no Whiplash.net era tudo mato, JPA lhe entregou uma foice e disse "go ahead!". Usou vários nomes, chegou a hora do "verdadeiro". Nunca teve pretensão de se dizer jornalista, no máximo historiador do rock, já que é formado na área. Continua apaixonado por uma Fuchsbau, que fica mais linda a cada dia que passa ♥. Na foto com a Melody, que já virou estrelinha...
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