A diferença entre "Divine Intervention" e "Diabolus in Musica", segundo Jeff Hanneman
Por Mateus Ribeiro
Postado em 30 de novembro de 2025
Considerado um dos pilares da música extrema, o Slayer iniciou suas atividades em 1981 e se firmou como uma das grandes forças do thrash metal. Esse status se baseia, em grande parte, na força de seus primeiros álbuns, lançados entre 1983 e 1990.
Embora tenha entrado nos anos 1990 com o aclamado "Seasons in the Abyss", o Slayer não conseguiu manter o mesmo brilho nos trabalhos posteriores. "Divine Intervention" (1994) e "Diabolus in Musica" (1998), embora ainda agressivos, costumam aparecer em posições desfavoráveis nos rankings de "melhores e piores" do quarteto.
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Tanto "Divine Intervention" quanto "Diabolus in Musica" diferem dos trabalhos iniciais do Slayer. O thrash metal clássico dos anos 1980 cedeu espaço a tendências mais modernas e a alguns experimentos - que, no fim das contas, não funcionaram tão bem.
Para Jeff Hanneman, guitarrista, compositor e membro fundador da banda, há uma diferença pontual entre os dois álbuns. Em entrevista à Metal Hammer, o músico - falecido em 2013 - declarou: "A maior diferença entre este álbum e Divine Intervention foi que eu escrevi grande parte deste ['Diabolus in Musica']. Em 'Divine…,' eu estava travado e não conseguia criar riffs de que gostasse. Antes que eu percebesse, Kerry [King, guitarrista] já havia feito a maior parte. Então, neste disco, comecei a trabalhar duro desde o início."
Apesar de "Diabolus in Musica" não figurar entre os registros mais celebrados do Slayer, na época do lançamento a banda acreditava ter produzido um grande álbum. Ao menos é o que indica entrevista concedida por Kerry King ao Metal Invader em 1998
"De fato, algumas coisas foram feitas de forma diferente. Nunca tivemos um groove especial em nossa música. Éramos pesados, éramos rápidos. Desta vez, conseguimos mais groove! Tentamos e soou muito bem. Tom [Araya, baico/vocal] também experimentou algumas coisas novas nos vocais. Há mais personalidade."
Aparentemente, Kerry King mudou de opinião com o passar do tempo. Saiba o porquê na nota a seguir.
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