O álbum controverso do Slayer que recebeu elogios em resenha publicada na Bizz
Por Mateus Ribeiro
Postado em 25 de junho de 2025
Guiado por riffs cortantes, batidas intensas e letras agressivas, o Slayer consolidou-se como um dos grandes nomes do thrash metal. Sua discografia inclui clássicos absolutos do gênero, como o caótico "Reign in Blood" (1986), que entrega, em menos de meia hora, uma descarga brutal de violência sonora.
O catálogo da banda também abriga lançamentos polêmicos. O mais emblemático é "Diabolus in Musica" (1998), álbum que sucedeu a coletânea de covers "Undisputed Attitude" (1996). Apesar do peso característico, o disco gerou controvérsia por flertar de forma acentuada com o nu metal, além de não apresentar o mesmo brilho dos primeiros trabalhos do grupo fundado pelos guitarristas Kerry King e Jeff Hanneman.

"Diabolus in Musica" frequentemente aparece nas últimas posições de rankings que classificam os álbuns do Slayer do pior ao melhor. Ainda assim, há quem reconheça méritos no trabalho, como apontou uma resenha publicada na edição 157 da revista ShowBizz, em agosto de 1998.
Assinado pelo jornalista Sérgio Martins, o texto elogia o álbum, destacando que se trata de "rock pesado em estado puro". Segundo ele, o disco é marcado por "guitarras barulhentas, gritaria, solos desenfreados e o peso característico do quarteto americano".
Paul Bostaph, que assumiu a bateria no início dos anos 1990, também recebeu destaque na crítica. De acordo com Sérgio, sua performance é "nada menos que magistral", com "cacetadas nos bumbos e quebras de ritmo".
A resenha contextualiza bem o cenário do metal na época e termina com uma declaração contundente: "Se o heavy metal anda mal das pernas, não há como reclamar do Slayer: ‘Diabolus’ mostra que o grupo fez sua parte".
Para Kerry King, "Diabolus in Musica" é o ponto mais sombrio de sua trajetória. O guitarrista teve participação limitada nas composições do álbum — o que reforça sua relação conturbada com essa fase da banda.
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