O hit do Iron Maiden mais difícil de cantar da turnê atual, segundo Bruce Dickinson
Por Gustavo Maiato
Postado em 15 de setembro de 2025
Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, falou recentemente sobre as dificuldades de interpretar algumas músicas do repertório da banda. Em entrevista ao canal The Charismatic Voice, o cantor revelou que há uma canção em especial que continua sendo um grande desafio, mesmo depois de mais de 40 anos de carreira: "Aces High".
O músico explicou que, apesar de hoje ter mais recursos vocais e até conseguir cantar algumas músicas da década de 1980 melhor do que na época, essa faixa sempre foi complicada. "A música que mais me dá trabalho no repertório atual é "Aces High" - e, na verdade, sempre foi assim. Já no início da turnê, as pessoas notavam: 'Ah, ele está sofrendo um pouco nessa música'. E eu mesmo admito: sim, estou. Mas aí eu ouço gravações de 30 anos atrás e percebo que já sofria com ela naquela época também", contou.

Bruce Dickinson e "Aces High"
Segundo Dickinson, a dificuldade não está apenas na melodia, mas também no desgaste físico do show. "É uma música que exige muito fôlego, principalmente depois de quase duas horas de apresentação, correndo pelo palco e perdendo litros de água. Ensaiar é uma coisa, mas cantar 'Aces High' no fim de um espetáculo é completamente diferente", afirmou.
Ainda assim, o vocalista ressaltou que o Iron Maiden nunca recorreu a truques de estúdio para facilitar as execuções ao vivo. "Com o tempo, acabei encontrando uma forma de executá-la que considero aceitável. Porque, ouvindo o que fizemos no estúdio, fica claro: não existe ninguém nesse planeta que consiga cantar aquilo exatamente como foi gravado, a não ser que use trilhas de apoio falsas. E nós não fazemos isso. Tudo no Iron Maiden é 100% real."
Na mesma entrevista, Dickinson comentou o uso da tecnologia na música. Embora critique o abuso de backing tracks em shows - "Às vezes me pergunto como o público não pede o dinheiro de volta" -, reconhece que os avanços podem ser úteis em processos de estúdio. Ele citou como exemplo a remasterização de "Tears of the Dragon", em que distorções digitais foram removidas e sua voz original soou mais clara. "As pessoas escutaram e disseram: 'Nossa, você regravou?' E eu respondi: 'Não, apenas tiramos a sujeira que estava escondendo a gravação original'. Esse tipo de recurso é mágico."
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