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O hit de Paul McCartney que John Lennon queria ter cantado: "Eu teria feito melhor"

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Postado em 30 de outubro de 2025

A parceria entre John Lennon e Paul McCartney sempre foi marcada por colaboração intensa, mas também por disputa silenciosa - ou nem tão silenciosa assim. Eles escreviam juntos, assinavam juntos e ergueram os Beatles como a maior banda da história, mas cada um tinha um território emocional muito próprio. McCartney era frequentemente associado à melodia romântica; Lennon, ao lado mais cru.

Por isso, muitas músicas dos Beatles soam, até hoje, "impossíveis" na voz do outro. É difícil imaginar Lennon cantando "Blackbird", assim como é quase impensável ouvir McCartney em "I Am the Walrus". Mas havia casos em que essa linha ficava menos óbvia - e um deles gerou uma declaração direta (e um pouco provocativa) de Lennon.

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Foto: Capa Abbey Road
Foto: Capa Abbey Road

Para Lennon, havia uma música de Paul que ele não só poderia ter cantado, como teria cantado melhor: "Oh! Darling", do álbum "Abbey Road" (1969). A faixa é construída como um rock retrô de coração partido, carregado de desespero e de dor vocal. McCartney gravou a parte de voz várias e várias vezes, chegando no estúdio de manhã cedo todos os dias para tentar soar mais rouco, mais destruído, mais anos 1950.

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Mesmo assim, Lennon não ficou impressionado. Ele afirmou (via Far Out): "'Oh! Darling' foi uma ótima música do Paul, mas ele não cantou tão bem." E foi além: "Eu sempre achei que eu teria feito melhor."

Lennon explicou que achava que sua própria voz, naturalmente mais rasgada e desesperada, seria mais adequada ao tipo de interpretação pedindo socorro que a letra pede. Na visão dele, "Oh! Darling" pedia exatamente aquele registro dolorido que ele já tinha mostrado em músicas como "Twist and Shout" e nos gritos viscerais de "Yer Blues".

Só que havia uma regra não escrita entre os dois naquele fim de Beatles: quem escrevia, cantava. E Lennon reconhecia isso, embora com uma pontada de ironia. Sobre "Oh! Darling", ele disse: "Ele escreveu, então claro que ele vai cantar. E completou: "Se ele tivesse um pouco de bom senso, teria me deixado cantar." É Lennon sendo Lennon: competitivo, direto e totalmente seguro do próprio poder vocal.

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Sobre Gustavo Maiato

Jornalista, fotógrafo de shows, youtuber e escritor. Ama todos os subgêneros do rock e do heavy metal na mesma medida que ama escrever sobre isso.
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