O maior baixista de todos os tempos, segundo o lendário produtor Rick Rubin
Por Gustavo Maiato
Postado em 13 de dezembro de 2025
Rick Rubin é um dos produtores mais influentes da história da música moderna, responsável por obras de nomes tão distintos quanto Johnny Cash, Slayer, Red Hot Chili Peppers, Beastie Boys e System Of A Down. Ao longo das décadas, Rubin conviveu com alguns dos músicos mais respeitados do planeta - mas, para ele, nenhum baixista supera Paul McCartney. Em entrevista publicada pela NME (via Ultimate Guitar), o produtor afirmou que o ex-Beatle permanece insuperável quando o assunto é criatividade, musicalidade e capacidade de transformar ideias simples em clássicos definitivos.
Paul McCartney - Mais Novidades

Rubin explicou que a narrativa dominante sobre os Beatles quase sempre gira em torno da composição e do fenômeno da Beatlemania, deixando em segundo plano a habilidade instrumental de McCartney. "Tudo o que vemos relacionado aos Beatles é sobre a composição ou a Beatlemania. Paul McCartney, o baixista, ou Paul McCartney, o músico - porque ele toca tudo - é uma história pouco contada", afirmou. Para Rubin, reduzir McCartney ao papel de "Beatle Paul" é ignorar uma faceta essencial de seu talento.
Rick Rubin e Paul McCartney
Por isso, o produtor foi direto ao listar sua opinião: "Na minha opinião, ele é o melhor de todos os baixistas. Ele é o número um". Rubin destaca que McCartney não apenas domina o instrumento, mas o reinventou inúmeras vezes dentro do próprio repertório dos Beatles, sempre criando linhas inventivas, melódicas e completamente distintas do padrão do rock de sua época - influenciando gerações de músicos que viriam depois.
Rubin também se impressionou com a naturalidade com que McCartney transforma pequenas ideias em obras-primas. "O que me deixou de queixo caído foi quando ele sentou ao piano e começou a me mostrar como escrever uma música", contou. "Ele dizia: 'Veja, você pode fazer assim', e o que mostrava era a coisa mais simples. Mas aí movia os dedos um pouco, e de repente aquilo virava 'Hey Jude' ou 'Let It Be'". Para Rubin, o segredo está na combinação entre intuição e sensibilidade melódica: "Ele usa uma técnica que qualquer criança poderia fazer, mas que se transforma em uma das maiores músicas de todos os tempos".
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