Loudwire: Os 10 melhores álbuns de Thrash NAO lançados pelo Big 4

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Por Roberto Ferreira Jr., Fonte: Loudwire, Tradução
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Acreditem ou não, o Thrash Metal não habita um mundo plano, onde as águas dos oceanos caem por um abismo para o infinito, apenas a perder de vista dos oceanos conhecidos do "Big 4" dominados pelo METALLICA, SLAYER, ANTHRAX e MEGADETH. Não, na verdade, o mapa do Thrash Metal estaria bem incompleto sem as contribuições cruciais de numerosas bandas e os primeiros LPs com os quais eles preencheram os meandros mais nebulosos deste popular sub-gênero do Heavy Metal. Então, acompanhem-nos enquanto nós completamos a geografia global do Thrash Metal com os 10 melhores álbuns de Thrash Metal NAO lançados pelo Big 4:

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10
'The Years of Decay' (1989)
Overkill

Overkill, uma das primeiríssimas bandas de Thrash de todos os tempos inicia a nossa lista com o seu quarto e indiscutivelmente melhor álbum, "The Years of Decay" de 1989. Aqui, esta obra prima de New Jersey celebra a sua primeira década de atividade com um surpreendentemente refinado, até ambicioso repertório que elevou o seu estilo notoriamente relaxado a períodos ocasionais de composição épica - e ainda que o coquetel musical tenha funcionado, não foi o suficiente para evitar a demissão precoce do guitarrista Bobby Gustafson.

9
Alice in Hell' (1989)
Annihilator

Falando em refinamento, esta é quem sabe o diferencial do aclamado álbum de estreia do Annihilator, "Alice in Hell", que mesclou performances metronômicas encabeçadas pelo seu exigente vocalista Jeff Waters, com amplas melodias e letras muito inteligentes (veja "Alison Hell", "Ligeia", etc.) ele manda seus ouvintes voando para a biblioteca. Felizmente, petardos do Thrash como "W.T.Y.D." e "Human Insecticide" nivelaram o campo com uma diversão mais simplista e violenta.

8
'Frolic Through the Park' (1988)
Death Angel

Qualquer um dos três primeiros LPs do Death Angel poderia clamar por um lugar entre Os 10 Melhores Álbuns de Thrash Metal NAO lançados pelo Big 4. Então nós evidenciamos a diferença entre o álbum de estreia precocemente técnico do grupo, "The Ultra-Violence", e o mais direto e maduro, "Act lll", destacando segundo petardo de 1988 "Frolic Through the Park" como o que contém o melhor dos dois mundos.

7
'Lights, Camera, Revolution' (1990)
Suicidal Tendencies

Uns sete anos após entregar um dos derradeiros LPs de Skatecore/Crossover da história, o Suicidal Tendencies completou a sua transição para uma genuína banda de Thrash com o "Lights, Camera, Revolution" de 1990, com numerosos discursos instigantes de seu carismático vocalista Mike Muir, apoiado pela precisão virtuosa de Rocky Greg. Nenhuma delas mais colossal que "You Can't Bring Me Down".

6
'Doomsday for the Deceiver' (1986)
Flotsam and Jetsam

Antes de ser escolhido a dedo para substituir Cliff Burton, Jason Newsted liderou a banda Thrash do Arizona Flotsam e Jetsam, cujo renomado álbum de estreia "Doomsday for the Deceiver", revelou uma mistura balanceada de agressão concisa e composições épicas, recheadas de compromisso cordial. Infelizmente, muito disso permaneceria inacabado depois da saída do baixista, apesar da produção ininterrupta de LPs sólidos nos anos seguintes.

5
'Time Does Not Heal' (1991)
Dark Angel

Indiscutivelmente o último álbum essencial durante a era de ouro do Thrash Metal, "Time Does Not Heal" coroou a notável, porém comercialmente subestimada carreira da banda Thrash de Los Angeles. Amplamente promovido, naquela época, por conter "9 músicas, 67 minutos e 246 riffs" (pessoalmente contabilizados pelo extraordinário baterista Gene Hoglan), o quarto e último álbum do grupo representa o ápice da violência do homem racional, por não sacrificar uma gota de ferocidade ao alcançar o seu ponto de vista.

4
'Handle with Care' (1989)
Nuclear Assault

O Nuclear Assault, outra banda Thrash top de Nova York, foi lançada em 1984 pelo baixista Danny Lilker (ex-Anthrax) e o vocalista John Connelly (roadie do Anthrax por um curto período), com o objetivo de perseguir uma agenda musical mais agressiva e aventureira do que seus antigos companheiros de banda. Bom, missão cumprida! Especialmente no terceiro álbum, "Handle with Care", que casou velocidade temerária com letras conscientes para ganhar um lugar entre Os 10 Melhores Álbuns de Thrash Metal NAO lançados pelo Big 4.

3
'Extreme Aggression' (1989)
Kreator

Os reis do Thrash Metal Alemão ultrapassaram as barreiras da brutalidade incessantemente durante os anos 80, preparando o palco para o Death Metal e outros sons extremos com álbuns devastadores como "Pleasure to Kill" e "Terrible Certainty". Mas o seu maior êxito foi indiscutivelmente o "Extreme Aggression" de 1989, que coincidentemente marcou o recorde de vendas do Kreator nos Estados Unidos, auxiliado pelas frequentes aparições no programa "Headbanger's Ball" de faixas arrasadoras como "Betrayer" e o formidável faixa - título.

2
'Bonded by Blood' (1985)
Exodus

Fundadores e eternos campeões da cena Thrash litorânea de São Francisco - CA, o Exodus também foi responsável pela pedra fundamental do gênero, "Bonded by Blood" de 1985. Desde então, muito tem sido dito sobre o atraso no lançamento do disco e como isso prejudicou as chances do Exodus transformar o Big 4 em Big 5 (juntamente com um marketing ineficiente, questões pessoais, etc.); mas a cada ano que passa, tanto a banda quanto a sua maior criação ganham reconhecimento e grande respeito, ainda que tardiamente. Antes tarde do que nunca...

1
'The Legacy' (1987)
Testament

O incrível álbum de estreia do Testament, "The Legacy" é, se não tão importante para o desenvolvimento do Thrash como o primeiro do Exodus, indiscutivelmente mais constante no geral. Consequentemente este é número 1 da nossa lista dos 10 Melhores Álbuns de Thrash Metal NAO lançados pelo Big 4, graças à esplêndidas combinações de músculo e melodia como "Over the WalL", "the Hauting", "Do or Die" e "Apocalyptic City" (mais a dilacerante "C.O.T.L.O.D."). Por que esse disco não fez o Testament desafiar a supremacia do Metallica no Thrash Metal continua um mistério, mas ninguém pode negar suas incríveis qualidades e sua longevidade.

por Eduardo Rivadavia.




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Sobre Roberto Ferreira Jr.

Nascido na cidade de São Paulo, mudou-se para o interior ainda pequeno. Baterista há 20 anos, teve seu primeiro contato com a bateria aos 11 e aos 15 já tocava no no circuito underground. Atuando profissionalmente como fotógrafo e câmera man, participou da cobertura de vários shows e festivais. Algumas de suas influências musicais: Jethro Tull, Kansas, Pink Floyd, Motörhead, Black Sabbath, Rolling Stones, Iron Maiden, Rainbow, Deep Purple entre outras. Atualmente está mais focado no som setentista, mais progressivo, mas sem perder o peso do metal.

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