Cults: 10 álbuns influentes que fracassaram nas vendas

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Por Fernando Portelada, Fonte: diffuser.fm, Tradução
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Esta lista é de autoria de Joe Robinson do diffuser.fm. Qualquer reclamação ou erro, assim como elogios devem ser creditados diretamente a ele.

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“O primeiro álbum do VELVET UNDERGROUND vendeu cerca de 10.000 cópias, mas todos que o escutaram formaram bandas” Disse Brian Eno, ou talvez Peter Buck. Ser considerado influente, ou ser aclamado pela crítica são ótimos elogios para a banda, mas nem todo o respeito do mundo significa que o disco vai vender bem. Os próximos 10 álbuns receberam ondas de louvar, seja em seu lançamento ou em algum outro ponto específico, mas além de toda a expectativa eles falharam em vendas e são consideradas bombas comerciais. Não há uma definição específica para designar um álbum como bomba, alguns destes venderam milhões de cópias, outros venderam perto de nada, mas não importa quantas unidades eles possam ter movimentado, eles deixaram um legado duradouro de influência.)

10: SMASHING PUMPKINS: Adore. (1998)

Havia muita expectativa para o SMASHING PUMPKINS após a venda de dez milhões de cópias de “Mellon Collie and the Infamous Sadness” e seu sucessor nem chegou perto destes números, mas o que “Adore” faltou em vendas, ele compensou em aclamação da crítica.

09: ALEXANDER “SKIP” SPENCE. Oar (1969)

Reportado como o álbum de pior venda na história da Columbia Records, “Oar” foi totalmente ignorado durante seu lançamento em 1969 e saiu de linha em apenas 1 ano, mas aquilo que faltava em apelo inicial foi conseguido mais tarde, enquanto o nome de Spence crescia. Em 1999 foi lançado “More Oar: A tribute to Skip Spence Album”, contendo covers de artistas como Tom Waits, Mark lanegan, Beck Mudhoney, entre outros.

08: ROYAL TRUX. Thank You (1995).

Após um punhado de barulho na cena independente, a dupla conseguiu um contrato de três discos e sete dígitos com a grande gravadora Virgin. Enquanto a Virgin usava o RTX para ganhar credibilidade com outras bandas indie promissoras, eles apostaram que toda a fama underground da banda iria ser traduzida em grandes vendas, algo que jamais aconteceu. Após apenas outro disco, o ROYAL TRUX e a Virgin seguiram direções opostas.

07: MY BLOOD VALENTINE. Loveless (1991).

Comumente chamada de uma das bandas mais influentes dos anos 1990, “Loveless” do MY BLOOD VALENTINE, precisou da mente perfeccionista de Kevin Shields, dois anos e 19 estúdios de gravação para ser feito. Sem contar os quase US$ 500,000 dólares e a quase falência da Creation records no processo. O álbum foi aclamado universamente, mas falhou em marcar seu nome comercialmente, fazendo com que sua gravadora deixasse a MBF ir. Após mais de duas décadas um sucessor deste disco ainda não foi anunciado.

06: NADA SURF: The Proximity Effect' (1998)

Gravado após o single de grande sucesso: “Popular”, o próximo álbum do NADA SURF, “The Proximity Effect” tinha grandes expectativas de sucesso, mas antes que a gravadora distribuísse o disco, ela decidiu que ainda faltava um single de peso e pediu a banda para gravar algumas músicas cover, insistindo em “Why Are You So Mean to Me?” como a faixa principal. NADA SURF se recusou e foi dispensada e seu álbum engavetado, saindo apenas alguns anos depois em produção própria.

05: THE BRIAN JONESTOWN MASSACRE. 'Strung Out In Heaven' (1988)

Anton Newcombe conseguiu fazer muito barulho na cena underground da Costa Oeste dos Estados Unidos para que sua banda, THE BRIAN JONESTOWN MASSCRE, assinasse um acordo de três álbuns com a TVT Records e lançou o primeiro deles; “Strung Out In Heaven” em 1998. As vendas falharam em alcançar as expectativas da gravadora, ocasionando em uma quebra de contrato apenas somente um disco.

04: CRAWL. 'Travel On, Rider' (1996)

Algumas vezes consideradas as madrinhas do movimento “riot-grrrl”, a banda SCRAWL lançou um punhado de álbuns com as amadas gravadoras independentes Rought Trade e Simple Machines antes de assinar com a Elektra, naquilo que seria um grande despertar de mercado, “Travel On, Rider” não aumentou as vendas da banda por mais que tenha recebido atenção do rádio e resenhas geralmente positivas.

03: U2: 'Zooropa' (1993)

Uma pequena macha na constelação de lançamentos de sucesso, “Zooropa”, mostrou um U2 que abraçou por completo influências eletrônicas, de dance e música industrial, que já haviam sido lembrados pela banda em seu predecessor, “Achtung Baby”, mas enquanto esses floreios resultaram em grandes hits para “Achtung”, somente azedaram o trabalho de “Zooropa”.

02. NIRVANA. 'In Utero' (1993)

Um álbum que vendeu mais de 3 mlhões pode se considerado uma bomba? Ele pode se seguiu “Nevermind” a estreia do NIRVANA com as grandes gravadoras, que não só ganhou disco de diamante, mas vendeu 10 milhões de unidades na América do Norte e será lembrado por sempre mudar o cenário da música. o NIRVANA contratou o produzir Steve Albini para “In Utero”, mas acabou trazendo Scott Litt para ajustar dois singles na esperança de fazê-los mais comerciais. Apesar das poucas vendas, este trabalho é aclamado pela crítica, e comumente é melhor colocado em listas e tops de melhores álbuns que seu irmão mais velho, “Nevermind”.

Comumente é melhor colocado em listas e tops de melhores álbuns que seu irmão mais velho, “Nevermind”.

01: WEEZER 'Pinkerton' (1993)

Considerado unanimemente um desastre de vendas quando atingiu as lojas em 1996, este álbum estreou na posição 19 nas listas e rapidamente foi caindo, mostrando três singles ignorados. Seguindo os passos do triplo de platina e auto intitulado álbum da banda, “Pinkerton” falhou nas expectativas e recebeu resenhas mistas, mas desde então ele atingiu estado de clássico Cult e alcance mundial.

Os responsáveis são citados no texto. Não culpe os editores. :-)

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Sobre Fernando Portelada

25 anos, Blogger, Podcaster, Gamer, Leitor de Quadrinhos, Ouvinte de Rock, Jornalista, e chato acima de tudo. Ouviu Imaginations From The Other Side do Blind Guardian aos 13 anos, emprestado por um amigo de escola. Ainda é um de seus álbuns preferidos.

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