Carcass: Não entramos numa banda de death para pegar mulheres!

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Por Tiago Dantas da Rocha, Fonte: Noisey, Tradução
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CARCASS vivencia uma ressureição gloriosa depois de anos no túmulo

2013 foi um ano marcante para o CARCASS, algo que parecia extremamente improvável de acontecer alguns anos atrás. Mesmo a banda tendo se reunido em 2007 pela primeira vez desde a separação em 1996 ninguém estava criando expectativas para um novo álbum, principalmente pelo fato dos dois principais membros da banda, o baixista e vocalista Jeff Walker e o guitarrista Bill Steer terem afirmado que isso não iria acontecer. Então os integrantes da banda mudaram de ideia e gravaram um novo álbum, e o Surgical Steel não é apenas um pequeno feito, mas sim uma causa genuína de celebração para fãs da antiga escola de metal extremo.

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Qualquer um que tenha rotulado o CARCASS como vendidos ou hipócritas rapidamente mudou de ideia após ouvir o novo álbum, um soco na cara, uma rajada de death metal técnico, arranjos bem trabalhados e uma fúria bastante crua. Com dois dos três integrantes originais da banda presentes e muito motivados, porque alguém iria esperar menos deles? Na primeira semana de lançamento, Surgical Steel estreou na posição número 41 na parada de álbuns da Billboard, com venda de 8.500 cópias e a banda rapidamente vendeu vários shows em pequenas casas de show de rock por todo o país. Em março, o CARCASS vai voltar para os Estados Unidos começando 18 de março em Orlando, Flórida como parte da Decibel Magazine Tour. As datas vão até 13 de abril em Silver Spring, Maryland. THE BLACK DAHLIA MURDER, GORGUTS e NOISEM serão as bandas de abertura.

Para aqueles que desconhecem a importância do CARCASS para o metal, a banda foi uma pioneira no grindcore nos anos 80, e explodiram as portas do metal extremo com sons tempestuosos, guitarras gritantes, blast beasts violentos e vocais grunhidos que influenciaram a todos, de CANNIBAL CORPSE ao NASUM. O CARCASS nomeava suas canções de acordo com frases que eles tiravam de textos médicos, como “Swarming Vulgar Mass of Infected Virulency” (Massa Vulgar Abundante de Virulência Infecciosa) e “Lavaging Expectorate of Lysergide Composition” (Expectoração Abundante De Composto Lisergida), e atacavam ao ouvinte com níveis nunca antes ouvidos de vocais murmurados distorcidos e uma velocidade descontrolada (Steer tocou antes no NAPALM DEATH). Depois de dois álbuns de baixa produção, uma sujeira vulcânica, Reek of Putrefaction e Symphonies of Sickness, o CARCASS foi gradativamente aprendendo a tocar num novo nível de agilidade, o qual eles demonstraram nas guitarras técnicas de Necroticism – Descanting the Insalubrious em 1991 e com uma abordagem mais lenta e melódica em Heartwork de 1993.

Progredir com passos de bebê parecia ser o oposto diametral para o caos e tumulto que o CARCASS adotou desde a sua formação em 1985 até o momento da primeira separação em 1995 por causa de diferenças musicais e pessoais. Mesmo assim a única possibilidade para que uma reunião plena do CARCASS acontecesse era que os integrantes encarassem isso como um idoso que vai gradativamente se abaixando numa piscina fria e congelante. Eles tiveram que se aclimatar e ir se ajustando até ter submergido totalmente. Walker conversou recentemente com a Noisey e explicou o processo que trouxe essa máquina do death metal, CARCASS, de volta, e como foram as bifurcações que se seguiram em suas vidas.

Noisey: Vocês reuniram o Carcass em 2007 depois de um hiato de 17 anos e tiveram uma incrível turnê de reunião. Houve alguma relutância em fazer isso? Alguém teve que dar o braço a torcer?

Jeff Walker: Sim, eu com certeza disse que isso jamais aconteceria – especialmente tendo em vista o fato que o (baterista) Ken (Owen) não poderia estar mais na banda. Para mim isso pôs um ponto final.

E o que te fez mudar de ideia?

Eu estive tocando em alguns shows com o BRUJERIA desde 2006, viajando e vendo como a cena se tornou muito maior, e comecei a perceber que assim como estava me divertindo bastante tocando com o BRUJERIA, eu também tenho uma história com uma banda bastante popular. Mas aí eu também percebi que sempre poderia contar com Bill Steer para recusar o convite, então foi algo que eu realmente nunca considerei em fazer. Voltando para quem merece o crédito por ter feito isso acontecer, é o (ex-guitarrista do CARCASS) Mike (Amott). Ele realmente queria fazer isso. Na verdade, ele se aproximou do Bill em Halstead, aonde o Mike morava. Bill estava por lá fazendo uma jam com o (baterista do Spiritual Beggars e Firebird) Ludwig (Witt). Mike convidou Bill para o seu apartamento e colocou uma guitarra em sua mão, e os dois começaram a fazer uma jam com alguns riffs antigos. Tudo veio à tona para o Bill. Então o Mike colaborou nesse aspecto – foi como uma armadilha.

E o que transformou esse embrião de ideias numa reunião plena?

Quando estava tocando com o BRUJERIA, eu vi o EMPEROR no Key Club [em West Hollywood] quando eles se reuniram. Eu mandei uma mensagem para o Bill naquela noite e disse algo que foi muito, ah... Sem querer desrespeitar o EMPEROR, mas eu mandei uma mensagem para o Bill falando, “Vamos lá, vamos nos reunir. Nós somos como o THIN LIZZY comparado a isso”. Não quero parecer arrogante, mas eu estava pensando, “Jesus, o CARCASS é tão reverenciado e tão bem respeitado”. Eu estava observando outras bandas que se reuniram e vendo o quão bem sucedidas estavam sendo essas reuniões, eu pensei, bem, o CARCASS poderia ser tão bem sucedido, se não mais. Naquele momento era só uma questão de encaixar o Bill nisso.

Que tipo de substâncias ou controle mental você usou para convencer o Bill?

Eu apenas esperei por ele. Primeiro começamos a fazer alguns shows da reunião em 2008 e Bill foi pego de surpresa com toda adulação que a banda estava recebendo. Eu não acho que ele tivesse ciência do impacto que o CARCASS causou na cena das bandas de metal. Ele nunca pensou que nosso público pudesse ser tão grande, e eu acho que isso o chocou, mas ele gostou.

Foi ótimo voltar a estar junto na banda?

Sim, essa foi a razão principal pela qual nós o fizemos, independentemente de quaisquer implicações financeiras. Logicamente as pessoas pensam que nós o fizemos por dinheiro. Claro, isso é muito sedutor, mas nós não fazemos nada que não gostamos. Nós interrompemos as atividades com a banda em 1996 porque não era mais divertido. Precisamos que seja divertido agora. Depois que tocamos nosso último show da turnê de reunião em Atlanta, agosto de 2010, Mike deixou bem claro que ele não tinha qualquer interesse em tocar em qualquer outros shows com o CARCASS no futuro porque ele queria tirar o ARCH ENEMY do hiato que a banda se encontrava. Isso foi bastante justo, até porque não tinhamos mais nenhum show agendado. Mas o próximo passo lógico, se fosse haver qualquer tipo de plano futuro para o CARCASS, seria gravar um novo álbum.

Você foi unanime a favor de compor o Surgical Steel?

Nosso último show da reunião foi em Agosto. Dois meses depois, Bill me ligou e disse ”Você fica sonhando em entrar na sala de ensaios”? Eu nunca tentei coagir o Bill ou ser um braço de ferro porque eu sei que não funciona dessa forma. Num determinado momento, eu precisei aceitar esse fato. Você pode até argumentar que é impossível gravar um álbum do CARCASS sem o baterista Ken (Owen) pelo fato que ele era um elemento tão importante no nosso som desde o início da banda. De fato, quando fizemos a primeira turnê da reunião, a justificativa moral pelo que estávamos fazendo, para mim, era porque nunca havíamos feito nada pelo Ken quando ele ficou doente [e sofreu um grande aneurisma em 1999]. Eu fui atrás da Earache por cada centavo que eles deviam ao Ken e consegui deles, mas nunca fizemos shows beneficentes. Eu justificava a turnê para mim mesmo pensando, “Bem, se nós dermos uma parte igual nos lucros gerados pelos shows, isso seria um ato de caridade muito bacana”. Então foi isso que fizemos, e o que fez com que a reunião se tornasse aceitável no começo.

O Ken ainda está recebendo cuidados médicos?

Ele tem um amigo próximo que é pago para cuidar dele. Ele é como um enfermeiro domiciliar. O Ken conseguiu uma casa [com o dinheiro que nos o demos das turnês] então com isso conseguimos garantir alguma segurança para ele no futuro.

E o quão debilitado o Ken se encontra hoje? Ele consegue andar? Tocar bateria?

O aneurisma o deixou com um dano na parte do cérebro que gerencia a memória de curto prazo. Ele consegue se lembrar, de forma bastante lúcida, coisas de 10 anos atrás, mas ele se esquece de bastante coisa, por causa do que aconteceu no coma e as operações. E fisicamente, ele não está 100 por cento. Não existe a mínima chance que ele possa tocar com o CARCASS hoje.

Quando o Ken teve um aneurisma cerebral, o CARCASS já havia se separado, mas você estava tocando com ele no BLACKSTAR. Como você descobriu a aflição pela qual ele estava passando?

O nosso antigo empresário Martin me ligou. Eu fiquei realmente chocado, mas eu sou um desgraçado de coração frio [risadas]. Nós fomos visita-lo, e ele estava no hospital em coma e tudo levava a crer que ele iria morrer. Eu provavelmente derramei todas as minhas lágrimas naquele dia quando o vi pela primeira vez, porque tudo o que aconteceu depois foi... Só podia melhorar porque ele não havia morrido. Ele passou por duas operações no cérebro, e ficou em coma durante algum tempo, e passou por tudo isso. Ele ainda é o mesmo cara, isso afetou apenas a sua saúde física e um pouco da sua força mental. Mas ele ainda é a mesma pessoa.

Voltando ao presente, Mike Amott decidiu continuar com o ARCH ENEMY ao invés de se envolver com o CARCASS. Por quê?

Na verdade o que ele disse foi, “Eu estarei muito ocupado para comprometer meu tempo com qualquer outra coisa. Vocês façam o que quiserem”. Não é como se o Mike, em qualquer momento, estivesse tomando uma decisão consciente de não gravar um novo álbum com o CARCASS até porque essa opção nunca havia sido discutida. O que eu quero dizer, é que se isso tivesse sido discutido na sala de ensaios, então o consenso final teria sido, “Essa ideia soa muito boa, mas é melhor que não arruinemos o legado da banda ao gravar outro álbum”. Eu teria escolhido essa opção. Eu sou um idealista. Eu nunca quis que o THE CLASH voltasse, então isso faz de mim uma porra de um hipócrita (risadas). Basicamente o Mike conseguiu o que ele queria com essa reunião, seja dinheiro ou credibilidade. Nós não pensamos além daquele verão quando aconteceram os show da reunião. Num determinado momento, o Bill seguiu numa jornada musical que o levou de volta aos anos 20, 30, nas origens do blues e do rock and roll até os eventos que se seguiram. A mente dele voltou para quando ela estava quando ainda adolescente. Ele nasceu novamente como um aficionado pela New Wave of British Heavy Metal. A sua jornada musical realizou um círculo completo, o que aconteceu numa sintonia perfeita. Então quando ele disse que deveríamos gravar um novo álbum eu estava lá.

O CARCASS é pioneiro no gore-grind e inspiraram muitas bandas a escrever sobre cenários vis e repugnantes. Isso é algo pelo qual vocês estão orgulhosos?

Até certo ponto, mas algumas pessoas não entenderam a mensagem, sexualizar a violência ou ser nojento pelo bem dela. Independente do que estivéssemos fazendo com o CARCASS, com certeza havia um pensamento por trás disso. É fácil chocar, não é mesmo? É fácil dizer coisas horríveis. Eu gostaria de dizer que fizemos isso com senso de humor.

Qual foi a coisa mais chocante que você já viu alguma banda fazer ou cantar sobre?

Nada que me venha em mente agora. Nada mais é chocante nos dias de hoje. Nosso primeiro álbum, Reek of Putrefaction, foi, pela falta de um termo melhor, chocante. Hoje ele me parece apenas inofensivo. A cultura se tornou tão extrema que as pessoas se tornaram indiferentes aos aspectos gráficos. E se elas querem ver coisas mais extremas, elas podem entrar na internet e ver pessoas sendo decapitadas. Algumas coisas são de mau gosto, mas não são necessariamente chocantes. É muito fácil escrever canções sobre esfaquear mulheres nas suas vaginas. É estúpido. A vida real é muito mais perturbadora.

Como é uma típica groupie do CARCASS?

Normalmente homem ou gorda. Você não iria gostar de leva-las para a cama.

Então, diferente de Lemmy e Gene Simmons, vocês nunca entraram nessa para comer várias mulheres?

Nada. Que tipo de idiota formaria uma banda de death metal pensando que iria comer várias mulheres, como você mesmo disse. Você faz isso porque é uma porra de um desajustado social e adora a energia da música. As pessoas da nossa geração foram na verdade guiadas pela música. Quão triste é isso – ficarmos sentados em nossos quartos quando deveríamos estar tendo vidas sociais?


Muitas bandas dos anos 80 voltaram e lançaram álbuns medíocres. Isso não aconteceu com o CARCASS. Surgical Steel é um monstro que incorpora muito da brutalidade do death metal que vocês trouxeram a tona durante o início da carreira, com a melodia técnica que vocês enfatizaram nos álbuns seguintes. O Surgical Steel surgiu de forma natural, ou vocês se sentaram e pensaram, “Porra, o que vamos fazer agora”?

Não, foi fácil. Se tivesse sido um esforço, então esse seria um sinal que não deveríamos nem tentar. O processo criativo não deveria ser uma batalha. Se for uma batalha, então significa que você ficou sem ideias. De certa forma, nós nos sentimos como quando estávamos criando nosso primeiro álbum. Nós estávamos famintos, tínhamos algo a provar. Não queríamos cagar com o nosso legado, mas se tornou bastante claro logo no início que isso não iria acontecer. Bill é o meu guitarrista favorito da nossa geração e quando eu o escuto tocar um bom riff, isso me inspira como um fã. Existem riffs que ele compôs nesse álbum que fizeram com que os pelos na minha nuca se arrepiassem.

O baterista Dan Wilding, que toca no THE ORDER OF APOLLYON E TRIGGER THE BLOODSHED tocou no Surgical Steel. Como vocês o encontraram, e ele imediatamente se encaixou no estilo do CARCASS?

Ele tocou com o ABORTED quando tinha 18 anos, e estava interessado em tocar conosco quando fizemos a nossa primeira turnê de reunião. Bill gostou da maneira como ele tocava, então quando se tornou bastante claro que iriamos gravar um álbum ele pareceu ser a escolha natural. Ele apenas se encaixa. Ele não cresceu tocando no estilo do CARCASS, mas ele adaptou o seu estilo ao que nós fazemos. Ele é incrível. Ele tem a metade da nossa idade, mas não é um bajulador do tipo, “Sim senhor, não senhor, três dólares, quatro, senhor”. Ele tem sido bastante instrumental no processo criativo.

Vocês não tinham um acordo com uma gravadora quando começaram a compor o Surgical Steel.

Não. Eu acho que isso tem mais impacto e credibilidade e prova ser mais como uma declaração artística para fazermos algo assim ao invés de deixar alguém simplesmente ficar segurando uma cenoura na frente dos nossos rostos. Nós poderíamos facilmente ter conseguido um investimento inicial. Mas o meu lado cínico sabia com certeza que estaríamos numa posição mais forte quando tivéssemos material para que as pessoas pudessem ouvir. Não queríamos ter que entregar um peru como aconteceu com algumas outras bandas depois de receber o dinheiro adiantado. Eu gosto de acreditar que poderíamos ter lançado esse álbum por nossa conta, e ter ganhado mais dinheiro com ele. Mas o que é realmente importante para mim é que as pessoas escutem o álbum e a distribuição com uma gravadora é melhor. Não se trata de dinheiro. Eu tenho um ego, e no final do dia eu quero ver esse álbum nas paradas. Eu vejo outras bandas que são mais fracas na Billboard Top 50, então eu penso, “Bom, nós acabamos de lançar um álbum que é realmente muito bom”.

Vocês escreveram essas canções com novas ideias específicas ou apenas disseram, “Foda-se, vamos apenas ser o CARCASS?”.

Essa é uma continuação do que estávamos fazendo antes. Eu acho que nós pegamos – sem precisar se sentar e analisar todo o nosso catálogo antigo – o melhor dos nossos últimos cinco álbuns e criamos algo novo disso. Só porque não tem a mesma produção terrível do Reek of Putrefaction não significa que não existam riffs em Surgical Steel que soariam deslocados no Reek of Putrefaction. E isso vale para toda a nossa discografia. Não é nada revolucionário, mas é que é muito difícil depois de 17 anos... Quero dizer, o que é que esperavam da gente, criar porcarias de sequências programadas, teclados e baterias eletrônicas e outras coisas que não nos interessam? Nós não queríamos reinventar a roda, apenas queríamos escrever um grande álbum.

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