Kiko Loureiro: carreira solo não "canibaliza" o Angra

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Por Pedro Zambarda de Araújo
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Confira abaixo uma entrevista com Kiko Loureiro, guitarrista da banda Angra, que conversou sobre sua carreira solo e os projetos de amigos no Angra. Veja a seguir a conversa pingue-pongue:

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1 - Os projetos solos funcionam como um descanso para vocês quando não estão reunidos em torno do Angra?

- Nossos projetos solos são algo bem natural no mercado, inclusive entre artistas gringos. Serve pra tocar com outras pessoas, sem estar amarrado completamente. Essas experiências são saudáveis ao próprio Angra e aos músicos da banda. Eu toquei sozinho com vários músicos incríveis e fui para países que eu não iria com o Angra. E eu levei essas experiências novas para dentro da minha banda antiga. Atingi também outros tipos de fãs, especificamente aqueles que admiram guitarra elétrica. Existe um intersecção entre interesses diferentes, com fãs específicos para cada tipo de música.

2 - Os projetos solos de cada um de vocês parecem apontar para direções musicais distintas. Podemos afirmar que Kiko Loureiro aposta em música tipicamente brasileira, enquanto Felipe Andreoli e Rafael Bittecourt se direcionam para um metal brasileiro mais cru? E Ricardo Confessori, o que pretende com seu Shaman?

- A música brasileira é um lance forte comigo, porque eu sempre gostei dela. Eu ataco essa mistura do rock com o nacional. Já o Rafael tem o trabalho próprio dele. Neste momento, com o aniversário de 20 anos do Angels Cry, nós dois estamos focados no Angra. Tenho um novo trabalho com música brasileira chamado The White Balance que está sendo lançado neste final de ano.

3 - Quem está tocando com você em White Balance?

- Este disco solo teve Virgil Donati na bateria e o Felipe Andreoli no contrabaixo. Mostrar algo diferente do Angra é o propósito da minha carreira solo, jogando com outros elementos musicais e não canibalizando a música de minha própria banda. Muitos fazem algo parecido na carreira solo por questão de ego. Eu realmente busco fazer um som instrumental que é diferente e que nos guie por outros caminhos na música. Isso poderia estar no Angra, porque o Angra é bem abrangente, mas é outra coisa.

Agradecimentos ao Costábile Salzano Jr. e Ultimate Music Press




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Sobre Pedro Zambarda de Araújo

Nascido em 1989. Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero, em São Paulo, Pedro foi apresentado ao heavy metal através da banda Blind Guardian, em meados de 2004. Ouve e aprecia outros estilos do rock, como o punk, o indie e vertentes mais variadas. Gosta de assistir e cobrir shows.Toca muito mal guitarra, mas aprecia vários tipos de instrumentos musicais.

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