Alter Bridge: Mark Tremonti comenta álbum solo de estréia

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Por Nathália Plá, Fonte: Blabbermouth.net, Tradução
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Steven Rosen do Ultimate-Guitar.com entrevistou recentemente Mark Tremonti, guitarrista do ALTER BRIDGE/CREED, que falou sobre seu álbum solo de estréia "All I Was". Seguem alguns trechos da conversa.

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Ultimate-Guitar.com: Por que você decidiu que esse era o momento certo para lançar o "All I Was"?

Mark Tremonti: Foi simplesmente uma oportunidade perfeita para pegar todas essas idéias que não necessariamente se encaixavam nas outras duas bandas. Eu tinha uma janela de três meses enquanto o Myles [Kennedy, vocalista do ALTER BRIDGE] estava fora com o Slash e achei que seria a oportunidade perfeita de cuidar disso e lançar essas músicas.

Ultimate-Guitar.com: Então essas músicas nunca foram para o ALTER BRIDGE ou para o CREED?

Mark Tremonti: A minha forma de compor é por partes. Eu tenho uma tonelada de partes, e quando chega o momento de compor um álbum, eu mando todas as partes para os caras e escolhemos nossas favoritas e as juntamos. É um quebra-cabeça musical. Com isso, todas minhas partes favoritas eu continuamente toquei para os caras sem nunca se tornarem uma música de verdade, então decidir pegar todas minhas favoritas e utilizá-las nesse álbum.

Ultimate-Guitar.com: Por que você acha que as outras bandas não quiseram usar essas músicas?

Mark Tremonti: Acho que muitas delas não deram certo porque algumas delas eram mais baseadas no metal, pois essas são minhas verdadeiras raízes. Eu realmente queria lançar isso nesse disco porque algumas das minhas partes favoritas sempre tiveram minhas raízes nelas. Mas ao mesmo tempo, as melodias são a coisa mais importante para mim como compositor. Então tentei formar o disco e tentei pegar minhas melodias favoritas bem como meu tipo favorito de riff e idéias musicais e lançar.

Ultimate-Guitar.com: O "All I Was" é mais pesado que o CREED ou o ALTER BRIDGE. Você se sente mais confortável nesse estilo?

Mark Tremonti: Bem, desde menino sempre brinquei dizendo que queria fazer parte de uma banda de speed metal. Era o que escutava quando cresci mas ao mesmo tempo eu passava a maior parte do tempo compondo melodias e não eram de speed metal. Então acho que essa banda foi somente uma tentativa de incorporar essas duas coisas no mesmo projeto. E tirar isso da minha cabeça ou então trabalhar nisso no futuro. Acho que isso a principio seria apenas esse projeto paralelo divertido para se lançar sem gravadora e apenas na internet. Mas quando a coisa foi tomando forma, ficamos contentes e decidimos ir em frente.

Ultimate-Guitar.com: Você sabia que iria querer ser o vocalista de suas músicas?

Mark Tremonti: Sim, achei que era o momento perfeito para fazer isso. Eu não sofria muita pressão como vocalista porque as pessoas sabiam que eu não ia me expor como vocalista, obviamente. Porque eu já faço turnês profissionalmente há uns 16 anos com duas bandas em que eu não era o vocalista. Seu sempre fui compositor esses anos todos e eu realmente adoro compor melodias vocais e achei que seria bem libertador poder cantá-las exatamente como eu as escuto na minha mente. Porque eu passei a maior parte da minha carreira tocando minhas partes para os outros e tentando fazê-los gostar delas e exergá-las. Fazendo do seu jeito você é senhor de si e pode certificar-se de que a coisa é exatamente como você imaginou. Não significa dizer que seja melhor ou pior trabalhar assim; simplesmente é mais fácil. Trabalhando com outras pessoas elas te ajudam a modificar as coisas tornando-as, por várias vezes, melhores. Fazendo do seu jeito é simplesmente muito fácil e muito rápido.

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Ultimate-Guitar.com: Levou algum tempo para você encontrar sua verdadeira voz e sentir-se confortável como vocalista?

Mark Tremonti: Eu adorei isso e foi um deleite. Foi a primeira vez que eu realmente pude cantar em alto e bom som com uma banda por trás de mim. De primeira eu não sabia no que ia dar, então assim que ensaiamos por algumas semanas eu me notei ficando mais confiante com minha voz e tendo mais controle e aprendendo novos truques naturalmente enquanto eu ia ensaiando. Nessas três ou quatro semanas em que fizemos os arranjos iniciais, minha voz se desenvolveu muito. Eu não fazia idéia do que ia acontecer mas achei que treinando dia pós dia e focando na minha voz, eu sabia que era a única forma de cantar bem. Você não acorda um dia e aprende a cantar. Você tem de ir lá e cantar em alto e bom som e não apenas no chuveiro ou no carro, mas onde você realmente está se aplicando.

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Ultimate-Guitar.com: Você trouxe o Michael "Elvis" Baskette, que trabalhou nos últimos dois álbuns do ALTER BRIDGE, para produzir o álbum.

Mark Tremonti: Eu sabia que quando eu trabalho com o Elvis, vai ficar um som ótimo e não preciso me preocupar com isso. Eu sei que que me sinto confortável trabalhando com ele. Ele é um cara fácil de se trabalhar com ele. Ele não é o tipo de cara que vai perder algum pequeno detalhe que vá se destacar para alguém. Ele vai se certificar de que tudo está certo e ele controla os vocais. Todas as vezes que fizemos álbuns antes e eu fazia meus backing vocals ele dizia, "Uau, eu realmente adoro sua voz". Eu tenho de me sentir confiante quanto a isso e você precisa de um produtor que trabalhe sua confiança. Faz toda a diferença.

Leia a entrevista na íntegra no Ultimate-Guitar.com
http://www.ultimate-guitar.com/interviews/interviews/mark_tr...




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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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