The Smiths: entrevista com o guitarrista Johnny Marr
Por Marcelo Fialho
Fonte: Blog do Marcelo Fialho
Postado em 19 de junho de 2011
Ex-guitarrista dos Smiths fala sobre o álbum The Queen Is Dead, que hoje completa 25 anos.
Como não existe mais a Bizz, o Blog resolveu furar a Billboard e a Rolling Stone (mas não a New Musical Express) e entrevistar com exclusividade o legendário compositor sobre o álbum fundamental da banda de Manchester:
Durante a composição de The Queen Is Dead que artistas você estava ouvindo principalmente? Sente que tiveram influência direta no som do álbum?
Johnny Marr: Velvet Underground, também acho que há influência de Stooges em "Never Had No One Ever".
As coisas aconteceram tão rápido para os Smiths... quando produziam o The Queen Is Dead você sentiu que ele era tão especial para permanecer tanto tempo como um dos maiores álbuns de todos os tempos?
J. M: Estava apenas tentando fazer o disco certo para nós no momento. O que foi um trabalho grande o suficiente, só achei que era um grande álbum quando foi acabado, mas você não imagina coisas como "melhor de todos os tempos" ou coisa assim.
Você já sentiu, com os compositores que trabalhou mais tarde, uma espécie de "sincronicidade" próxima da que havia entre você e Morrissey?
J.M.: Não sei se houve "sincronicidade", éramos muito muito próximos e trabalhavamos muito bem juntos.
Pode citar artistas atuais que mostram influência dos Smiths? Não só musicalmente, mas no discurso, com a mistura de ironia e crítica ? Ainda há rebeldes no rock ou só bandas de videoclipe?
J.M.: Não acho que é trabalho de músicos fazer crítica de artistas em público. Não sou um crítico. Acho que há rebeldes no meio, mas talvez não no mainstream. Isaac Brock do Modest Mouse Modest é um dos poucos. Ele é um artista.
Gustavo Anunciação Lenza | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Luis Alberto Braga Rodrigues | Reginaldo Manuel Soares de Faria | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Você ouviu alguns desses vários álbuns tributo vários (incluindo Smiths Is Dead)? O que gostou neles?
J.M.: Ouvi algumas versões cover ao longo dos anos. Não sei se estão nestes álbuns. Gosto da versão do Low de "Last Night I Dreamt that Somebody Loved Me", também a versão de TheTreePeople para "Bigmouth Strikes Again" era boa quando a ouvia.
Os Smiths eram tipo uma gangue. Você sentiu algum medo ou solidão para encarar o início na carreira solo?
J.M.: Tá brincando? Estou sempre rodeado de pessoas. Muitas pessoas às vezes.
Você veio para o Brasil com Pretenders para um grande festival (1988). Que lembranças tem ?Conhece/gosta de música brasileira? Uma volta ao Brasil está em seus planos?
J.M.: Minha viagem ao Brasil foi muito divertida. Conheci algumas pessoas legais e ouvi boa música. Definitivamente voltarei.
Na minha opinião, seu estilo de tocar tem como marca registrada a oposição à distorção. Como você o descreve brevemente?
J.M.: Acho que o som pelo qual sou mais conhecido é claro e de toque melódico. Tento expressar uma emoção forte e às vezes é alegre e, às vezes triste e muitas vezes, as duas coisas. Gosto quando é assim porque é como a vida é.. tento tocar o que sinto na vida.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Paul McCartney elege os 3 maiores bateristas do rock de todos os tempos
A música do Rush que Neil Peart considerava um passo importante na história da banda
After Forever acrescenta Brasília à turnê comemorativa de 25 anos de "Decipher"
A canção de metal que é a "melhor música do mundo" de acordo com Jack Black
Tarja anuncia show da "Frisson Live 2027" em Brasília
Bruce Dickinson lança videoclipe para "Change of Heart" gravado em São Paulo
São Paulo sedia a primeira corrida oficial do Iron Maiden no mundo
Com cover do Sepultura, Angelus Apatrida anuncia EP "The Reckoning"
Foo Fighters abrirá show do AC/DC logo após o Rock in Rio
Os cinco maiores guitarristas da história, segundo Andreas Kisser
Como Roger Taylor ajudou a impedir Taylor Hawkins de virar membro do Guns N' Roses
Após 36 edições, MTV exclui categoria "Melhor Videoclipe de Rock" do VMAs
Para Kerry King, "Black Album" é a maior conquista do Metallica
Após 40 anos, apareceu quem colocou o Rush na abertura do MacGyver no Brasil
O dia que George Harrison fez música para o piloto Emerson Fittipaldi: "Bora tomar 20 caipirinhas"
A curiosa forma como Nando Reis descobriu que pessoas não o associavam a suas músicas
Os 15 melhores álbuns do metal brasileiro, segundo o Rate Your Music
Por que Iron Maiden não baixou o tom para Blaze Bayley? Steve Harris esclarece


Lemmy: tatuagens, política, strippers e atrizes pornô
Bob Daisley: baixista dá detalhes de sua briga com Osbourne

