Bill Ward: "adoraria gravar um novo álbum do Sabbath"

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Por Nathália Paccelly, Fonte: Brave Words & Bloody Knuckles, Tradução
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Pat Prince, da Goldmine Magazine, conversou recentemente com o lendário baterista do BLACK SABBATH, Bill Ward, sobre vários assuntos. Seguem abaixo alguns trechos da conversa:

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Goldmine Magazine: Você não acha que a imagem sombria e satânica da banda foi explorada em demasia e consequentemente exagerada pela mídia?

Ward: Eu acho que foi algo que nós continuamente levantávamos em entrevistas, porém a abordagem era algo tipo "mas isso vende discos” ou “isso vende jornais, então vamos manter assim”. Nós estávamos constantemente, quase que diariamente, dizendo “não, isso não é o que somos. Não, não é isso que representamos” e existem inúmeras afirmações neste sentido. Tentávamos voltar atrás e dizer “Esta é a verdade de quem nós somos”. Ficamos tão presos a isso que a identidade foi criada de maneira própria, e isso rodou o mundo como uma bola. Alguns indivíduos, incluindo a mídia e a TV, gostariam de lançar ou declarar como algo terrível. Foi muito controverso por um bom tempo. Nós lidamos com isto tipo "Não há nada que possamos fazer. Somos impotentes sobre essa outra dimensão que apareceu e vincularam a nós". Então, nós demos continuidade ao que estávamos fazendo, e aqui estamos. E estou feliz por você ter aberto a oportunidade para uma pequena conversa sobre isso, pelo menos.

Goldmine Magazine: Qual é o próximo passo para o Black Sabbath?

Ward: Bem, estão todos meio parados, você sabe. Estive conversando com Tony (Tommi) nos últimos meses... e eu estive com ele e Glenn (Hughes) no funeral de Ron (Ronnie James Dio). E eu acho que Terry (Geezer)... Terry está apenas tentando superar a morte de Ronnie e decidir o que fazer em seguida. E Ozzy está embarcando em uma grande turnê. Ele estará na estrada por um tempo considerável. Mas eu falo com ele o tempo todo.

Goldmine Magazine: Por sinal, o que você achou do novo álbum do Ozzy, "Scream"?

Ward: O que eu gostei em seu novo álbum é da sua voz. A voz dele está clara como um sino. Ele está se mantendo bem. Ele convence, e soa muito claro e preciso em tudo. Sua voz é realmente dominante em todas as faixas. Eu acho que está muito bom mesmo.

Mas, falando no BLACK SABBATH, no sentido de uma formação original, eu não estou ciente de qualquer plano ou nada, mas ao mesmo tempo, eu sei que estamos todos conversando uns com os outros. Eu não estou ciente de qualquer impedimento ou más vibrações com ninguém.

Eu sempre tenho a esperança de que se está tudo bem e tudo é amigável, então podemos fazer uma turnê novamente. Eu adoraria fazer isso, contanto que tudo esteja em ordem. Eu adoraria seguir em frente, não apenas em turnê mas eu gostaria de fazer um novo álbum, mais um álbum do Sabbath. Isso, para mim, seria irrevogável. Mas eu também gostaria de fazer uma turnê mais longa. A última turnê que fizemos foi boa, durou cerca de três meses e meio. Mas o fato é que estávamos tão determinados - e você tem que manter suas articulações e músculos em forma, é tudo que você precisa fazer para manter-se bem afinado - pelo tempo que estávamos a meio caminho entre o fim da turnê eu me senti realmente bem afinado e de repente teve que acabar e eu fiquei "Droga! Vamos levar isso para todo o mundo, cara! Está ótimo!” Nós tivemos que parar e isso foi um pouco irritante. Esse foi o único problema. Demora um pouco quando se tem um corpo de 62 anos para deixá-lo pronto para tocar com o BLACK SABBATH. E eu e Ozzy dependemos muito de nosso físico no palco. Então precisamos estar verdadeiramente em forma. E todas as datas da reunião, no que diz respeito às apresentações, foram lindas. Eu realmente gostei, no palco era ainda melhor. Foram momentos bons. Momentos verdadeiramente bons.

Mais partes da entrevista (em inglês) em:
http://www.goldminemag.com/article/black-sabbath-bill-ward-s...

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Sobre Nathália Paccelly

Nathália Paccelly é brasiliense e jornalista. Nascida em 1989, foi apresentada ao Rock ainda no colégio por intermédio dos colegas que formavam bandas. Isso a estimulou a aprofundar seu conhecimento a respeito da música, possibilitando que adquirisse um gosto próprio. "Metal, Power Metal, Hard Rock, Heavy Metal, Trash Metal, Progressive Metal... gosto de todos, aprendi a ser eclética dentro do rock!" Ainda adolescente, escrevia sobre bandas iniciantes e divulgava em seu fotolog. A prática da escrita motivada pela música a ajudou a escolher sua profissão, e é agregando as duas paixões que decidiu colaborar com o site. "A ideia de ter minhas matérias publicadas neste veículo, para este público, é incrivelmente gratificante". A autora também está no twitter: @NatchyPaccelly.

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