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Scorpions: voltando a aquele Rock'n'Roll direto

Por Renato Rossini
Fonte: Metal Exiles
Em 21/04/10

Jeffrey Easton, do Metal Exiles, recentemente conduziu uma entrevista com o vocalista Klaus Meine, dos veteranos do hard rock alemão, SCORPIONS.

Este é um autêntico álbum do SCORPIONS e vocês sempre passaram mensagens através de suas letras. Existe alguma mensagem que você gostaria de passar desta vez?

Klaus: Não quisemos passar nenhuma mensagem desta vez, apenas quisemos nos divertir com esse álbum. Especialmente após a vinda desta grande mensagem humanitária com 'Humanity - Hour 1'. Apenas quisemos voltar a aquele rock n´roll direto, vamos ter um bom momento. Ainda há uma música chamada 'Os bons morrem jovens' ('The Good Die Young'). É uma música sobre os soldados no Afeganistão e nós quisemos dedicá-la às pessoas que defendem um mundo mais pacífico. Esta é uma música antiguerra, mas com este álbum não quisemos passar uma grande mensagem, queríamos apenas curtí-lo".

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Este é o seu último álbum, mas a última música se chama "O melhor ainda está por vir" ("The Best Is Yet To Come"). Há alguma razão para isto?

Klaus: "Esta música já estava pronta faz algum tempo e nós a gravamos antes de pensar sobre essa coisa de aposentadoria. Quando montamos o álbum, colocamos essa música no final como uma ironia. Nós queríamos terminar com alguma coisa positiva e mesmo se terminamos o capítulo do SCORPIONS após essa próxima turnê, pelos próximos anos haverá uma nova página no livro da vida".

Vocês estão prestes a embarcar para sua turnê final e vocês sempre foram conhecidos por espetáculos fascinantes. O que podemos esperar da última turnê do SCORPIONS?

Klaus: "Nós já fizemos alguns shows e começamos eles com 'Sting In The Tail', tocamos 'Raised On Rock' e 'The Good Die Young', e, é claro, os grandes hits. Nós também estamos tocando algumas coisas que não tocávamos há algum tempo, como 'Animal Magnetism', por exemplo, que caiu bem. Nós também talvez tenhamos nossos amigos Michael Schenker, Uli Roth e Herman Rarebell aqui e ali, se juntando a nós para uma noite inesquecível aqui nos EUA. Não há planos imediatamente, mas já que estamos falando de setlists, nós tocaríamos 'No One Like You' com Herman na bateria, 'We Burn The Sky' com Uli e 'Another Piece Of Meat' com Michael. Você vai através de diferentes tempos na sua carreira e pega as músicas que estão mais conectadas com estes artistas".

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O SCORPIONS quase sempre extrai a ira da censura com suas capas, mesmo "Love At First Sting" foi banido por um tempo. Vocês sempre foram para este caminho propositadamente, para fazer as capas ganharem atenção, ou vocês apenas apreciam a boa arte?

Klaus: "Voltando naqueles dias (anos 70) foi a RCA, nossa então gravadora, que apareceu com 'Virgin Killer'. Hoje quando você pensa em pornografia infantil na internet, você nunca faria algo como aquilo. Nós nunca fizemos isso com senso de pornografia, fizemos isso com senso de arte. É sobre a música e a gravadora passando essa idéia, porque eles queriam que a controvérsia ajudasse nas vendas do álbum e você não pode ter melhor promoção do que esta. Olhando pelo ponto de vista da banda, essa nunca foi a capa de álbum que levamos para casa, para nossos familiares e dissemos, 'Olhem o que acabamos de lançar'. Sempre houve uma mistura de sentimentos sobre isto e mesmo 30 anos mais tarde, isso causou um escândalo na Wikipedia, pois o site para aquele álbum foi bloqueado e até mesmo o FBI foi envolvido. Tudo isso após tantos anos, você acredita?"

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Vocês sempre tiveram excelentes capas, mas parece que logo após vocês lançarem um álbum aqui nos EUA vocês tinham um item de colecionador.

Klaus: "Nunca fizemos isso de propósito, nós apenas não sabíamos que isto seria um problema nos EUA, era apenas sexo e rock and roll. É estranho que nos EUA algumas dessas capas foram um problema, pois nos anos 80 quando excursionávamos aqui nós sempre tínhamos ‘peitos’ sendo mostrados para nós em frente ao palco. Em nenhum outro lugar no mundo, apenas aqui. Nós nunca pensamos que seria um problema lançar um álbum como 'Lovedrive' nos EUA. ('Deadly Sting: The Mercury Years' foi banido do Walmart e 'Pure Instinct' também foi banido).

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Como você mantém sua voz após todos esses anos?

Klaus: "Eu tento tratar minha voz com um pouco mais de respeito para mantê-la balanceada. Após tantos anos, sou um cara de sorte e sobrevivi à perda da minha voz durante 'Blackout' em 1982".

O que você fez de diferente após aquilo?

Klaus: "Eu não faço mais seis shows após aquilo e apenas cuido de mim. Há um palavrão no Rock ‘n Roll que é disciplina, você precisa estar do lado seguro para passar por uma turnê. Quando todo mundo dá uma festa, o pobre cantor tem que cuidar de sua voz. Agora participo de todas as festas que perdi antes, é minha vez!"

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O que você fará quando a próxima turnê acabar?

Klaus: "Juntar os cacos, eu não sei. Agora, não tem razão fazer planos para o final. Nós somos jovens de coração, mas quando voltarmos para casa teremos 65 anos, mas poderemos dizer que estivemos por todo o mundo e temos fãs em todos os países. Você não pode pedir por mais que isso. Espero ter outro desafio no livro da vida, eu nunca fiz um álbum solo em todos estes anos. Tenho certeza que a vida não será chata e os campos de golf do mundo não vão nos ver muito em breve".

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Sobre Renato Rossini

Renato Rossini, nascido em 27/09/1984 em São Caetano do Sul. Formado em Relações Internacionais, mas trabalha com informática (?!?!). Ouve heavy metal desde os 8 ou 9 anos. Começou com os clássicos, Metallica, Iron Maiden, Black Sabbath, mas hoje em dia ouve de tudo quando o assunto é metal. Pra variar tem uma banda, onde toca bateria.

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