Uganga: "Não me dobro e não vou abaixar a porra da minha cabeça!"

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Por Ben Ami Scopinho
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Com "Vol. 3: Caos Carma Conceito", o Uganga dá outro importante passo para sedimentar sua posição no cenário underground nacional. O Heavy Metal e Hardcore praticamente dão todo o tom a seu terceiro disco e marcam a melhor fase do grupo, cuja trajetória começou no distante 1993 e que atualmente tem em sua formação Manu (voz), Thiago (guitarra), Christian (guitarra), Ras (baixo) e Marco (bateria).

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O Whiplash! conversou com os irmãos Manu e Marco, que revelaram muitos detalhes da história do Uganga, a gravação do novo álbum, futura excursão pela Europa e até sobraram umas pinceladas pelo saudoso Sarcófago, banda que tornou Manu realmente conhecido no circuito musical.


Whiplash!: Olá pessoal. Primeiramente, congratulações pelo ótimo novo álbum! Gostaria de começar pelo curioso título "Vol. 3: Caos Carma Conceito"... Inclusive o próprio repertório se mostra dividido em 'Caos', 'Carma' e 'Conceito' na contracapa do álbum. Qual a idéia por trás disso tudo, afinal?

Manu Joker: Salve Ben, que massa que curtiu o CD! Posso dizer que também estamos muito satisfeitos com o resultado, valeu a pena toda a ralação (risos)! Sobre o título, antes de qualquer coisa são três palavras muito fortes, e a partir dessas três palavras a temática do "Vol.3..." se desenvolve. Sempre dentro da nossa visão de falar do que nos cerca, de onde viemos, do que vemos , discordamos, buscamos... Mas sem soar panfletário ou dono da verdade, acho que esse tipo de postura no rock não serve pra nada. Cada um, cada um... O número '3' está muito presente nesse trabalho, é nosso terceiro disco, são 13 sons, a banda é de 93, misturamos Hardcore, Dub e Metal, e por aí vai... Eu diria que o CD não é basicamente conceitual, mas existe uma ligação forte entre as letras e o título. É um trabalho para cada um interpretar como quiser, fiquem a vontade!

Whiplash!: "Vol. 3: Caos Carma Conceito" é, indiscutivelmente, o mais pesado de seus discos. Essa orientação foi calculada, ou os arranjos foram seguindo esta direção de forma natural?

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Manu Joker: O Uganga nunca calculou nada, sempre agimos motivados por nossa vontade e nada mais... O que gravamos desde o início era o que os músicos em questão buscavam no momento. Agora estamos buscando o peso do começo! Muitas pessoas nos conheceram com o "Atitude Lotus" (primeiro CD, de 2003) que é um disco mais leve, voltado pro groove. Em especial por causa da MTV onde tocamos ao vivo em 99, no programa Ultra Som. Porém quem acompanha a banda desde o começo sabe que o Uganga (que no início se chamava Ganga Zumba) veio do Nuts, uma banda de Thrash Metal. Mesmo as duas demos do Uganga, antes do "Atitude..." são mais pesadas que esse CD. É um trampo propositalmente mais calmo. Na época a formação era outra e nosso baixista e guitarrista eram mais influenciados por Blues e Jazz do que por Metal ou Hardcore, como é meu caso. Eu sempre tive um gosto amplo e, paralelamente às minhas raízes, também curto estilos como Rap, Dub, Funk anos 70, e o que saiu de nossas jams na época é o que está gravado.






Manu Joker: O lado negativo era que o clima interno estava péssimo e por isso não tivemos química o bastante para finalizar as músicas, que a meu ver deveriam ter soado mais pesadas e menos ruidosas... Foi um disco onde o peso era só um tempero, com boas idéias e algumas nem tanto... O detalhe mais louco foi que no meio das gravações a banda tretou, trocamos de baixista e guitarrista e eu passei da batera pro vocal (risos)! No "Na Trilha Do Homem de Bem" (segundo CD, 2006) a formação já estava bem entrosada e todos tinham gostos mais parecidos, daí o disco soar mais pesado, assim como o novo. Hoje todos na banda veem ou do Metal ou do Hardcore e, por conseqüência, o som tem mais desses estilos.

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Marco: Sem dúvida essas músicas mais pesadas são um reflexo dessa nova fase, dessa formação atual... As músicas saíram assim, sem nenhum plano de querer fazer músicas pesadas. É música feita com o coração e foi isso aí que saiu. Todos os integrantes atuais teem suas preferências, mas todos tem em comum o gosto pelo Hardcore, Thrash Metal e Groove, então foi algo bem natural.

Whiplash!: Essa linha mais pesada teria influenciado de alguma forma para que o DJ Nenê abandonasse seu posto durante a pré-produção do disco?

Manu Joker: Não, o Nenê nunca se envolveu nas composições. Ele saiu por falta de comprometimento com a banda. O cara não estava conseguindo somar de maneira ideal e preferiu sair. Sem problemas. Somos amigos e ele sempre fará parte da 'família'. O Eremita (DJ que participa do CD e da tour atual) só não foi efetivado devido a ter sua carreira solo como foco principal, e pra entrar no Uganga a dedicação tem que ser 100%. Por outro lado, foi legal trabalhar com ele no CD e por isso estamos agora como quinteto, mas levando o cara na maioria dos shows. Ele na verdade participou de todos os nossos discos, e nas apresentações que ele não vai usamos samplers e fica tudo certo. O fato de, desde o "Na Trilha ...", o som ter ficado mais porrada, com mais riffs, limitou os espaços pro DJ. Tudo tem lugar e hora certos e nunca colocamos scratchs ou samplers somente por colocar. Acho que nesse CD a demanda foi menor, porém, onde usamos ficou mais legal que nos outros trabalhos, o Eremita é um virtuose das pick-ups (risos)!

Whiplash!: O Uganga sempre teve uma preocupação toda especial em passar certa positividade em meio às críticas. Ainda que essa característica permaneça, as letras estão mais contundentes, como em "ISO 666" ou "Sua Lei, Minha Lei". Suponho que não faltem motivos para esse inconformismo mais acentuado, não?

Manu Joker: Eu não concordo com 90% das atuais 'regras mundiais de sobrevivência' (risos)! Acho que o mundo em que vivemos é algo maravilhoso, porém a conduta do homem moderno é uma merda, seja na política, nas relações interpessoais e até em alguns setores da música underground. Eu, como humano, também erro, faço parte de toda essa lama, mas tô buscando o melhor e não o pior. Isso é uma certeza! Não estou satisfeito, não me dobro e não vou abaixar a porra da minha cabeça! A temática de "Sua Lei Minha Lei" é por aí. Essa letra foi escrita por mim em parceria com três camaradas, o Panda (Oligarquia), o X (Câmbio Negro, que participa dessa música no CD) e o Cremogema (do site Cultura Em Peso). Já "ISO 666" tem três alvos: o ego, o fanatismo religioso e a descarada degradação ambiental.

Whiplash!: Muito se divulgou que "Vol. 3: Caos Carma Conceito" sairia no formato dual-disc, onde o DVD traria cenas de shows, entrevistas, etc. Mas parte desse conteúdo apareceu em uma longa faixa multimídia mesmo... O que acarretou tal alteração? O DVD ainda está nos planos?

Marco: Realmente tínhamos esse plano, mas acabamos optando por fazer apenas a faixa multimídia no novo CD e deixar o DVD para ser algo posterior, mostrando a tour de divulgação do "Vol.3...". A banda está em sua melhor fase, uma formação bem coesa e achamos que seria melhor mostrar no DVD os shows desse novo CD e não do CD anterior. Já temos um projeto aprovado na Lei de Incentivo para a produção desse DVD, e nosso plano é lançar esse material contendo um show realizado aqui no Brasil e mais um geral da nossa tour na Europa que vai rolar em setembro, além de depoimentos, extras, clips...

Whiplash!: O novo repertório conta com a presença de uma infinidade de músicos dos mais variados estilos, o que reforça a característica de o Uganga não se ater artisticamente. Esse pessoal chegou a opinar sobre os arranjos ou já estava tudo definido?

Manu Joker: As músicas já estavam prontas, mas cada um dos convidados teve liberdade para fazer a sua parte, colocar sua marca no som. Todos são nossos amigos, alguns até ex-integrantes, parceiros em outros projetos e isso fez a coisa rolar fácil. O Johnny Murata (Lumina), que tocou sitar na intro do disco, mandou o tema pronto. O resto trabalhou com a banda numa segunda fase, já na pré-produção. Em alguns casos, como do X (Câmbio Negro), o contato com o som foi na hora de gravar. O cara escreveu a parte dele no estúdio e detonou!

Marco: Foi tudo muito natural. Exceto o X (Câmbio Negro), todos os outros já tinham algum contato com a banda. Além das participações já citadas pelo Manu, rolou também o Leospa (primeiro vocalista do Uganga) cantando a faixa "Asas Negras", o Guilherme (Krow) e Sapão (Attero) na "Zona Árida", Edinho (Seu Juvenal) na "Milenar", Fábio Jhasko (Sarcófago)... Todos são amigos de longa data, estão na mesma correria, curtem o som da banda e foi muito foda ter todo esse pessoal participando desse trabalho.

Whiplash!: Pois é... De todos os convidados, confesso que a presença de Jhasko (Sarcófago) foi uma surpresa, e tocando violino ainda por cima! Como rolou isso?

Manu Joker: O Jhasko é um grande amigo e curte nosso som. Tocamos juntos pouco antes da minha saída do Sarcófago (em 91), nos três shows de São Paulo ao lado do DxRxIx. Ele morou um tempo na minha casa em Uberaba, foram dias bem legais e de muita bebedeira (risos)! Desde então somos amigos, apesar de ficar uns 10 anos sem notícias dele. Tinham falado até que ele tinha pirado, virado mendigo, mestre de Kung Fu... (risos)!

Manu Joker: Na verdade o cara tava estudando violino em Sampa e quando rolou o lance da uma mini-tour do Tributo Ao Sarcófago após o show do "Warfare Noise Festival" em BH, eu disse pro Gegê (Gerald 'Incubus') que seria legal chamar o Fábio. Ele topou, entramos em contato e foi uma decisão bem acertada. A faixa "O Primeiro Inquilino" é a mais experimental e entra no CD como um bônus em relação ao resto do material. Seria óbvio demais ele tocar guitarra e, além do mais, o cara nem tem guitarra em casa! Só violino (risos)! O trabalho dele hoje está mais focado nesse instrumento e casou totalmente com a música. O cara não perde viagem!

Marco: E foi bem doido a gravação dele. Eu tinha gravado as bateras do novo CD e já estava de volta à Uberlândia. Daí fomos ao estúdio, eu e o Fábio, pra ele gravar as paradas e depois passar pro restante da banda que estava em Brasília. Eu tinha uma idéia de como seria esse violino, mas não era muito claro, então o cara foi fazendo trocentos takes até chegarmos ao resultado final. E acabou ficando bem massa... Algo bem inesperado, nunca pensei que teríamos violino em uma música nossa.... Ainda mais sendo tocado por um cara que era do Sarcófago (risos).

Whiplash!: Várias bandas estão firmando parcerias com mais de um selo para a distribuição de seus discos. O Uganga está trabalhando com a paulista Free Mind Records e as mineiras Goma Discos e Incêndio Discos... Cara, como acaba funcionando isso aí? Existe uma divisão territorial para cada um desses envolvidos?

Marco: Não é novidade que a vida de uma banda independente no Brasil não é muito fácil, então nada melhor do que unir forças com pessoas que estão trabalhando de forma séria para levar a coisa pra frente. Não tem muita divisão, cada um trabalha da forma que quiser, mas todos acreditaram nesse novo trabalho e estão fazendo uma divulgação muito massa. Além também da Som do Darma, do Eliton Tomasi, que faz toda a parte de agendamento de shows e assessoria de imprensa. O esquema é correr atrás, plantar pra poder colher. Somos uma banda que sempre faz correria, não ficamos esperando as coisas acontecerem, e acho que todos esses selos entraram nessa por acreditarem nisso e saberem que estávamos buscando pessoas pra somar com a gente, e não pra trabalhar e a gente ficar sentados esperando.

Manu Joker: A meu ver a Freemind é mais focada no metal, a Incêndio no hardcore e o Goma na cena alternativa. Acho isso ótimo, pois não ficamos restritos a um único público, algo que nunca foi nossa intenção. Todos tem sido muito corretos com a banda.

Whiplash!: E "Vol. 3: Caos Carma Conceito" também está chegando ao território europeu através da gravadora portuguesa Metal Soldiers - parabéns, agora são quatro selos!!! Como rolou o contato com esse pessoal? Há a possibilidade de a Europa vir a conhecer os discos anteriores do Uganga?

Manu Joker: O contato inicial se deu nos anos 80 através de cartas. Desde essa época to ligado que o Fernando é um cara de responsa e quando ele se disse interessado em trabalhar com o Uganga na Europa foi foda! Ele deve lançar o CD por lá até final de abril com algumas faixas bônus do "Na Trilha...".

Marco: O novo CD sair na Europa vai ser fundamental pra ajudar nessa tour que faremos por lá em setembro. O Fernando tá bem empolgado, acreditando muito nesse trabalho, querendo fazer um trabalho bem feito. Ainda não decidimos nada sobre lançar os materiais anteriores por lá. Uma coisa que temos muita vontade é de lançar o "Vol.3..." em vinil. A Europa ainda tem muito mercado pra vinil e é um sonho da banda ter um trabalho lançado nesse formato.


Whiplash!: Como o Marco disse, vocês estarão tocando pela Europa no segundo semestre de 2010. Poderia dar mais detalhes sobre esta turnê?

Marco: Até o momento temos shows marcados na Alemanha, Portugal, Suíça, Espanha e Bélgica, e estamos fechando mais coisas. É um sonho se tornando realidade, cara, e esperamos representar muito bem nossa área por lá. Estamos focando mais em qualidade do que em quantidade de shows, tudo que foi fechado até agora vai rolar cachê, hospedagem, rango, cervas... A expectativa é total! Ficaremos uma média de 30 dias e o plano é fazer uns 20 shows.

Manu Joker: O Eliton tem feito um excelente trabalho com o Uganga e essa tour é fruto dessa correria. Não queremos ir na cega, a idéia é fazermos uma tour bem estruturada e ele tem conseguido excelentes resultados. Em setembro vamos mostrar pra 'gringaiada' a pauleira do Triângulo Mineiro! Até lá seguimos firmes tocando por aqui.

Whiplash!: Manu, você tocou bateria no Sarcófago, que é reconhecido por muitos como uma influência direta no Black Metal norueguês. Não seria estranho se o Uganga tivesse sido motivo de repulsa no início de sua carreira. A proposta é muito diferente... Mas e hoje, com mais de 15 anos e lançando um disco tão pesado como "Vol: 03", como tem sido a reação do público em geral?

Manu Joker: Como você disse, são bandas diferentes e a maioria das pessoas entende isso, sabem que não somos aventureiros. Com certeza tem aqueles que não curtem, o que é totalmente normal. O que não rola são os 'truezinhos' que ficam nessa de juiz na cena, julgando todo mundo atrás de um computador, como se fossem representantes do seu estilo musical preferido. Isso sempre vai ter, mas não dou a mínima pra esses caras, que na verdade são minoria. Curto muito tudo que fiz no Sarcófago, já era fã da banda antes de entrar e estava envolvido com a cena do metal extremo desde 85. Não sou escoteiro bebedor de Ovomaltine.

Whiplash!: Cara, quais suas melhores lembranças dessa época no Sarcófago, cuja forma de consumir a música era tão diferente dos dias de hoje?

Manu Joker: Foi uma época louca com muita bebedeira, amizade, diversão e confusão. Tocar na banda foi fantástico, tenho muito orgulho do que fizemos juntos e não me arrependo de nada. O "Rotting" é um clássico que escuto até hoje e sempre me surpreende. Caralho, o Wagner tinha começado a tocar guitarra menos de um ano antes de gravarmos o disco! As minhas melhores lembranças são eu, GG e Wagner escrevendo o "Rotting" na minha casa, a gravação do disco em BH e os shows em São Paulo com o DxRxIx, uma das minhas bandas preferidas de todos os tempos!

Whiplash!: O Manu tem outro projeto em parceria com o guitarrista Maurício do Vale chamado Angel Butcher. Tive a oportunidade de escutar algumas faixas e achei o material excelente. Há chances de este material sair realmente da gaveta?

Manu Joker: O Angel Butcher foi formado em 85, dois anos antes da minha entrada no Sarcófago e está na ativa até hoje como um projeto paralelo. Acabamos de gravar um CD que deve sair até o fim do ano pela Incêndio / Metal Soldiers' e ficou da hora. Estamos com um novo baixista (T.I.T.O., Seu Juvenal, ex-Domination) e o material ficou nervoso. Em todos esses anos lançamos várias demos, mas nunca um CD oficial, já era tempo e a hora será perfeita, pois vamos comemorar 25 anos de existência! Sempre que rola uma folga em nossas bandas nos reunimos, tomamos uma cerva e fazemos um som.

Whiplash!: Vocês fecharam uma parceria como o 'Coletivo Fora do Eixo'. Quais os benefícios desse empreendimento, afinal?

Marco: O contato se deu através do Goma, que é um ponto integrante do Coletivo Fora do Eixo, e vem realizando um trabalho muito foda aqui em Uberlândia. Essa parceria já vem rendendo muitos frutos e esperamos que possa trazer ainda mais coisas boas. O Fora do Eixo deu uma impulsionada muito foda na música independente. Muitos podem falar que é mais uma panela, que é um grupo fechado, mas a meu ver é um grande grupo de pessoas que tem um interesse em comum, que é levar a música e cultura independente para frente, e que vem trabalhando de forma unida em todo Brasil para ver a coisa acontecer. Um exemplo é o Grito Rock, maior festival integrado da América que nesse ano rolou em mais de 80 cidades. Pra gente está sendo mais um parceiro que tem muito a oferecer e que está disposto a apoiar quem está trabalhando de verdade. E recentemente foi lançado o 'Fora do Eixo Ao Extremo' que é um sub circuito dentro do Fora do Eixo, mais focado em música pesada. Fomos colocados como banda referência dessa nova iniciativa e esperamos colher muitos frutos dessa parceria.

Whiplash!: Ok, pessoal, o Whiplash! agradece pela entrevista! Qualquer coisa que queiram adicionar, vão em frente!

Manu Joker: Gostaria de agradecer o apoio, é sempre um prazer falar com vocês do Whiplash!. Um salve a todos os leitores, OM SHANTI.

Marco: Agradecemos demais o espaço e fica ae o toque: pra quem não conhece a banda, nosso novo CD "Vol.3: Caos Carma Conceito" está completo e disponível para download no site do Compacto.REC. Outras infos sobre a banda, acesse o site oficial.

Marco: E não deixem também de conferir o site do Páginas Vazias Zine. Valeu!




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Sobre Ben Ami Scopinho

Ben Ami é paulistano, porém reside em Florianópolis (SC) desde o início dos anos 1990, onde passou a trabalhar como técnico gráfico e ilustrador. Desde a década anterior, adolescente ainda, já vinha acompanhando o desenvolvimento do Heavy Metal e Hard Rock, e sua paixão pelos discos permitiu que passasse a colaborar com o Whiplash! a partir de 2004 com resenhas, entrevistas e na coluna "Hard Rock - Aqueles que ficaram para trás".

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