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Daniel Pique: "Não existe música boa ou ruim, tudo tem uma conexão!"

Por Monica Fontes
Em 06/07/09

O guitarrista mineiro Daniel Pique está lançando seu primeiro álbum oficial intitulado "Boo!!". O trabalho instrumental, que conta com importantes nomes da música nacional e internacional, tem sido muito bem recebido devido a sua variação e originalidade.

Como surgiu seu interesse pela guitarra, uma vez que você começou estudando piano?

Não sei ao certo, creio que foi quando estava começando a descobrir o Rock. E, com toda aquela coisa de tentar imitar o estilo de vestir, de pentear o cabelo (rsrs), acabei adotando a guitarra. Mas como sou graduado em Produção Fonográfica, o piano/teclado ainda me acompanha!

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

Quais foram as suas principais influências ao longo da carreira?

Tive várias épocas marcantes aonde só ouvia determinado estilo de música ou músico, mas com o passar dos anos, percebi que minha maior influência é a música que está dentro de mim. Ela que me guia e me mostra quais experiências sonoras me expresso da forma mais natural em determinado arranjo, música, enfim. Acho que não existe música boa ou ruim, tudo tem uma conexão, então, acabo me influenciando com tudo, com a vida!

Em 2007 você lançou uma demo que foi bem recebida pela imprensa e elogiada por alguns veículos como a "Cover Guitarra". Como foi ter esse reconhecimento logo em seu segundo trabalho e aos 19 anos de idade?

Na verdade, creio que esta crítica positiva da revista Cover Guitarra, feita pelo Regis Tadeu, é referente ao meu primeiro trabalho (primeira demo lançada em 2005/2006, aos dezessete anos de idade). Digo isso, porque os únicos trabalhos divulgados em imprensa foram esta primeira demo e o primeiro CD oficial, intitulado "Boo!!" Mas, quanto à criticas positivas foi algo inesperado mesmo! Ainda mais ser reconhecido pelo Regis que é um crítico bem exigente. Não me esqueço destas criticas cem por cento positivas, porque foi um incentivo muito grande para continuar tocando e compondo. Tinha música, nesta demo, que compus com treze, quatorze anos... Acho que mais orgulhoso que eu só meus pais (haha)

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A canção "1960" foi concebida em homenagem ao seu pai que faleceu em meio ao processo de composição do álbum "Boo!!" O que ela hoje representa para você como filho e músico?

Um desabafo, eu diria. Faltavam três músicas para finalizar o CD. Quando Yaniel Matos chegou ao estúdio para gravá-las eu ainda não tinha os temas. Fomos tocando e os técnicos gravando. Dali saíram duas músicas com muita facilidade, parecia que tocávamos juntos há anos (haha). Neste momento pensei: Nossa, se meu pai estivesse aqui ele ia achar o "máximo". A partir de então, comecei a meditar nas lembranças ótimas que ficaram de meu pai e fui tocando. Quando me dei conta, o ultimo tema estava pronto!

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Você costuma se enquadrar num segmento musical chamado "Open Music". Para os leigos, o que vem a ser esse novo estilo musical em seu ponto de vista? Como você o definiria?

Quando me referi a Open Music ("música aberta" em tradução do inglês) quis fazer uma metáfora do que as pessoas chamam de rótulos musicais. Para algumas pessoas o "rótulo musical" não é algo bom para o desenvolvimento da música e da própria sociedade. Mas, na verdade, o meu desejo era ser somente ouvido, independente de discussões sobre classificações musicais. Analisando o próprio nome do "segmento", há uma interligação de estilos e experiências sonoras de diversos conceitos estéticos. Alguns críticos disseram que minha música é pra quem gosta de algo doido. E quem não tem um lado doido dentro de si? Se você sai na rua, você é bombardeado com experiências sonoras, e quando fica sozinho, isolado, você é bombardeado por sons do seu próprio corpo em movimento, então, acho que é tempo de abrir os ouvidos para tudo!

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Fale um pouco sobre o projeto "One", que contou com as participações de Felipe Andreoli (baixo / Almah - Angra); Fabio Laguna (teclados - Hangar) e Marcelo Moreira (bateria / Almah - Burning In Hell).

Este projeto saiu de uma decepção que tive com um convite para uma coletânea que não foi concluída. Tive que compor e gravar uma música às pressas para dar tempo de entrar no "time" da mesma. Foi muito stress e dinheiro. Sorte que meus amigos aceitaram gravar nestas condições, apesar de quase todos serem conhecidos por gravarem em tempo recorde (haha). Mas depois, veio a noticia de que o organizador não estava tão empenhado quanto eu e... até hoje não saiu o projeto (rsrs). Resolvi pegar a música que achava super bacana e fazer um CD single promocional para internet. Agora todos podem conferir a música no meu Myspace na íntegra, gratuitamente!

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Como está a repercussão de seu álbum mais recente "Boo!!"?

Minha intenção não foi "pegar carona" na fama dos músicos que tocam no CD, mesmo sabendo que isso me ajudaria bastante, e sim, fazer um trabalho bem feito e sincero, pois acho que todo trabalho bem feito tem seu reconhecimento. A resposta que tenho do público e criticas da imprensa está sendo muito positiva, mais no exterior do que no Brasil. Ainda estou no começo da divulgação, mas já estou muito animado!

Como foi o processo de escolha dos músicos e o desenvolvimento desse trabalho com Billy Sheehan (Steve Vai – Mr. Big) e Mike Mangini (Steve Vai – Extreme)?

Foi muito ambíguo, às vezes difícil e às vezes fácil. A parte difícil foi escolher os músicos, que realmente complementariam a minha criação, e viabilizar tudo. A parte fácil foi deixar acontecer, pois tinha feito as escolhas certas. O interessante neste processo foi que, apesar de criar o desenvolvimento das músicas na hora da gravação, apresentei para os empresários dos músicos apenas o tema. Mesmo assim, eles amaram o projeto, não só contribuindo da melhor forma possível, como acreditando e aceitando o convite não usual em suas carreiras.

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Você já tem um grupo formado para as apresentações ao vivo?

Cheguei a formatar a banda, mas junto veio o problema da viabilidade. Muitos músicos estão em tour, alguns cachês iriam sair caro para os contratantes, enfim, são muitos os empecilhos, mas, não desisti. Este ano, estou focado apenas em workshops.

Tem planos para apresentações no exterior?

Nada confirmado ainda, mas, meu foco profissional sempre esteve ligado ao exterior.

Você tem interesse em compor letras de música ou somente a parte instrumental?

Sim! Já tive experiência compondo letras. Em algum momento vou querer registrar isso nos meus trabalhos solo.

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

Com o advento da Internet e a facilidade em divulgar músicas através do MySpace e outros canais, a cada dia vêm surgindo mais bandas e artistas solo. O que você acha fundamental para que um músico se destaque dos demais?

Em primeiro lugar, tem que ter o básico: um bom conteúdo musical e ser o mais sincero possível na sua arte. Muita gente não tem nem o básico, ou pula esta etapa da carreira, o que pode prejudicar bastante. Depois, acho que deve levar em conta um bom conceito auditivo e visual, planejamentos, sorte, estudar muito música (para reproduzir todas suas criações sem limitações) e produzir!

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Gostaria de agradecer a todos os leitores, redatores, pessoas que acreditam no meu trabalho pela oportunidade e carinho. E convidar aqueles quem ainda não me conhecem, para que entrem nos meus sites.

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Sobre Monica Fontes

Mônica Fontes - Carioca, nascida em 1968, vive no Rio de Janeiro e é tradutora de inglês e espanhol. Apaixonada por música, leitura e cinema, começou a ouvir rock aos 13 anos, já tendo presenciado grandes shows e eventos desse gênero. Além do rock, também se interessa por outros estilos, como o Pop e MPB. Led Zeppelin, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, U2 e Guns N'Roses são algumas de suas bandas preferidas, sem deixar de prestigiar as excelentes bandas e artistas nacionais. Acessa o Whiplash há alguns anos e começou a colaborar por gostar de traduzir os diversos assuntos relacionados no site.

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