Ian Gillan: "sempre me banhei no sol do Deep Purple"
Por Carlos Rafael Braun
Fonte: Brave Words
Postado em 07 de abril de 2008
O vocalista do DEEP PURPLE, Ian Gillan, teceu alguns comentários sobre a carreira da banda, já com 40 anos, e os planos para o 19º álbum de estúdio, planejado para o próximo ano.
Gillan fez estes comentários durante a entrevista do dia 19 de fevereiro, no seu hotel em Lima, onde faria um show para 10.000 pessoas no outro dia. O show foi no Estádio Nacional de Lima e faz parte da turnê do DEEP PURPLE de 13 shows em 8 países na América Latina.
Sobre o CD Rapture of The Deep, de 2005:
"Gravamos este CD, que eu chamo de álbum, porque um álbum é uma coletânea de músicas ou fotografias ou experiências que representam um determinado tempo em sua vida com um grupo de pessoas. E eu acho que é a mesma coisa com uma banda de rock."
Sobre as estações de rádio:
"Roger Glover esteve em uma rádio de rock clássico em Buffalo, e não conseguiu se fazer entender. Parece que eles não sabiam que existimos ainda hoje - parece que tudo foi no passado. As rádios de rock clássico deveriam ser limpas com detergente, para não nos afetar, e para dar-nos paz para podermos ouvir algo contemporâneo."
Sobre o que mantém a banda unida após 40 anos:
"Há uma evolução. É uma família forte, forjada nos princípios corretos. Nós temos a música no coração, e essa é a cola que nos mantém unidos."
Sobre a atual formação e musicalidade:
"É diferente. Don (Airey, tecladista) dá um preenchimento diferente do que Jon (Lord) fazia. Com a mesma competência, com estilo diferente."
Sobre a obra-prima da banda, o álbum "Machine Head", de 1972:
"As pessoas me perguntam: 'Você viverá para sempre na sombra do DEEP PURPLE?' E eu respondo: 'Não, eu sempre me banhei no sol do DEEP PURPLE.' Estamos maravilhados de poder incluir 'Smoke On The Water', 'Highway Star' e 'Pictures of Home' e algumas músicas menos conhecidas que nunca tocaram no rádio, como 'Mary Long' e coisas que trazemos de tempos em tempos."
Sobre as apresentações com o tenor Luciano Pavarotti:
"Ele nos convidou para dois shows beneficentes - o primeiro para os órfãos do Afeganistão e o segundo para os órfãos do Iraque. Ele queria cantar uma música do DEEP PURPLE com a gente e eu pensei: 'Quero cantar uma das músicas dele.' Eu disse para ele: 'Eu adoraria fazer um dueto com você em 'Nessun Dorma'. Nós fizemos e foi mágico. Adultos estavam chorando na platéia."
Sobre os planos futuros:
"Essa é uma turnê de três anos e acaba na Rússia e Alemanha em novembro. Acho que vamos descansar no Natal, então gravar um disco novo e fazer tudo de novo."
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