Lars Ulrich: "Estamos no final das gravações"

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Por Douglas Morita, Fonte: Metalremains
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Em entrevista na última edição da revista NME, o baterista Lars Ulrich fala sobre o festival de Reading e Leeds e o novo álbum da banda. Confira a conversa abaixo.

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NME: Você está animado em retornar como atração principal dos festivais de Reading e Leeds pela primeira vez desde 2003?

Lars Ulrich: "Sim! Quero dizer, o que você quer fazer em Agosto além de ir a Reading e Leeds e ser parte deste grande fim de semana? Quando eu comecei a gostar de bandas de metal inglesas entre o meio e o final dos anos 70, tudo era sobre Reading - e aqui estamos nós, 30 anos depois, sendo parte de toda esta coisa de novo. É bem legal, especialmente a energia quando você está fechando Reading no domingo. Nós fizemos isso cinco anos atrás e é como se você tivesse toda a energia do final de semana liberado nessas duas últimas horas. É incrível! Eu acho que esse é o lugar do Metallica agora".

NME: Vocês também serão atração principal em Leeds na noite de sexta. O que você fará no sábado?

Lars: "Dormir para curar minha ressaca, como sempre!"

NME: Vocês já começaram a planejar sua apresentação?

Lars: "Se tudo der certo, existirá um disco novo três ou quatro semanas antes, então nós estaremos sentindo muitas dessas músicas novas. Nos últimos três a cinco anos, nós tocamos sets diferentes toda noite, e durante os últimos verões que saímos, tivemos entre 40 e 50 músicas para tirar, tocando o que nós sentíamos vontade. Obviamente, nós não tocaremos as mesmas coisas que tocamos no estádio de Wembley ano passado; nós tentaremos variar o máximo que pudermos em relação a última vez. Para mim, Reading é menos sobre os fogos de artifício e visuais e mais sobre as relações e experiências compartilhadas; mais sobre achar a energia certa. Lançar isso e receber algo em troca".

NME: Então vocês não trarão nenhuma pirotecnia?

Lars: "Haverá alguma merda estourando em algum lugar! Atualmente nós temos fé o suficiente no que fazemos então meio que só vamos até lá e lidamos com isso".

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NME: Você já pensou em contribuir com algum outro artista que estará lá? Vocês têm Slipknot e Tenacious D no palco principal antes de vocês...

Lars: "Esses caras com certeza estariam no topo da lista. Você nunca sabe o que vai acontecer. Mas nada fica melhor do que estar no mesmo evento que Rage Against the Machine. E eu quero ver The Killers tocar".

NME: Vocês têm chance de conferir outras bandas em festivais?

Lars: "Bem, nós tentamos o máximo que podemos. Para mim, esse é o espírito dessas coisas. Você vai, sai e tenta se soltar com a vibração do dia todo. Nós costumávamos apenas sair do ônibus e voltar, mas agora nos sentimos um pouco mais sociais e tem sido divertido não levar isto tão a sério. A única coisa que é uma porcaria sobre tocar por último, no entanto, é que não podemos fazer parte de toda a bebedeira e festividades. Quando saimos do palco, todos estão na Holanda! Agora nós tentamos chegar antes, sair, e ver algumas de nossas bandas favoritas".

NME: Como está indo o álbum novo?

Lars: "Nós estamos basicamente no fim dele. Como diriam no futebol, nós estamos nos 40 minutos do segundo tempo".

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NME: Como está soando?

Lars: "Soa bem ao vivo, muito energético, bem Heavy Metal. Se tornou bem ao vivo, tocando cruamente, mas ainda assim é sonicamente excelente; é grande, cheio e soa bem ao vivo".

NME: Você diria que é um retorno ao som clássico do Metallica ao invés de um "St. Anger"?

Lars: "Sim, se 'clássico' significar aqueles discos do começo. 'St. Anger' foi mais um experimento que tivemos que fazer para nossa própria sanidade, este está mais alinhado com as coisas que fizemos nos anos oitenta".

NME: Tem algum detalhe que você pode compartilhar sobre as músicas?

Lars: "Algumas semanas atrás nós nos sentamos e dissemos 'ok, é hora de parar de chamarmos '10' e '19' e 'Munich' e 'German Soup' ou seja lá o que mais nós as chamamos quando as escrevemos'. Nós vamos nos encontrar semana que vem e sentarmos e jogarmos alguns títulos reais de músicas uns nos outros".

NME: Quais títulos você vai sugerir?

Lars: "Bem, sempre fica entre 'Foda Sua Mãe Duas Vezes' e 'Metallica e Outros Vícios', ou um dos meus favoritos, 'Metallica Fede'. Estes são sempre bons de voltar quando todo o resto falha".




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Sobre Douglas Morita

Douglas Morita acha que se existem constantes em sua vida, uma delas definitivamente é o Metallica. Fã da banda desde que se conhece por gente, criou o site Metallica Remains em 1998 e considera o grupo como sua principal - porém, obviamente, não única - influência musical. Além do Metallica, tenta ouvir de tudo um pouco, sem se limitar a estilos ou rótulos.

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