Vinny Appice: influenciado por Bonzo e Cobham
Por Fábio Eduardo Rodella
Fonte: Brave Words
Postado em 22 de maio de 2007
Vinny Appice, baterista do HEAVEN AND HELL (ex-BLACK SABBATH, DIO) conversou com o pessoal do site DavesOnTour.com. Seguem alguns trechos desta conversa:
DavesOnTour: Depois que Bill Ward decidiu não participar da turnê, o posto foi oferecido a você ou chegaram a ser realizados testes?
Appice: "Eu não faço testes para nada, não depois de todos estes anos! Eles estavam trabalhando com o Bill mas algo não deu certo. Eu não sei exatamente de todos os detalhes. Obviamente, eu sou a próxima escolha na família. Além disso, eu toquei na maioria dos álbúns do Sabbath da era Dio. Eu conheço a banda e você nunca sabe o que pode acontecer. Como esperado, eu recebi o telefonema. Eles disseram, 'Não está dando certo com o Bill. Se você quiser entrar nessa, pegue um avião para a Inglaterra amanhã'. Nós nos conhecemos muito bem, então não houve necessidade para testes. Nós sabíamos como soaria".
Heaven And Hell - Mais Novidades
DavesOnTour: Como o Black Sabbath e Dio são bandas tão influentes, você com seu estilo poderoso teve um grande impacto em uma geração inteira de bateristas. Qual é a lição número 1 que você tentou sempre passar e que deverá ser sempre lembrada como seu legado musical?
Appice: "Eu apenas tentei dar um bom exemplo como muitos dos grandes bateristas que me influenciaram. Cresci ouvindo LED ZEPPELIN, e Bonzo (John Bonham) fazia algumas coisas incríveis que mostraram o caminho para uma geração futura de bateristas. Suas 'tercinas' em "Good Times Bad Times" foram uma coisa inédita em uma canção roqueira, e sua inserção na música foi de muito bom gosto. A batera insana de Billy Cobham com o MAHAVISHNU ORCHESTRA me inspirou do mesmo modo. Eu tentei ser exibido, sem cruzar a linha do exagero e do bom gosto. Eu toco as músicas antes de gravá-las para que eu possa sentí-las com o coração, e então saber exatamente onde eu posso encaixar umas coisas malucas, sem exagerar. Eu quero que as coisas legais que eu gravo realmente saltem aos ouvidos de fãs, músicos e bateristas. A bateria não precisa ser feijão-com-arroz sempre. Você pode tocar agressivamente e pôr a banda pra correr".
O artigo completo (em inglês) está disponível no davesontour.com.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Os 50 artistas de rock e metal mais ouvidos de todos os tempos no Spotify
Os oito discos essenciais do thrash alemão, segundo a Ultimate Guitar
Neil Peart, David Gilmour e Sid Wilson não concordam sobre o maior baterista do mundo
O vocalista que deu cano em Slash, e o guitarrista descobriu que ele estava com medo
Jorn Lande conta como foi ter um baterista de black metal em sua banda
A canção que mudou a vida de Jimi Hendrix e completou 60 anos de gravação
O clássico do Queen que Rick Rubin tentou estragar de propósito; "Era uma gravação perfeita"
Nando Fernandes revela novidades sobre o novo álbum da Sinistra
Nicko McBrain não acredita que o Iron Maiden vá se aposentar tão cedo
Aerosmith realiza primeiro dos dois shows comemorativos; veja setlist e convidados
As conexões do ator Patrick Stewart com o rock and roll
Skid Row anuncia seu novo vocalista, Justin Sargent
O único membro do Metallica que saiu por conta própria, segundo Lars Ulrich
As 5 maiores bandas da história do heavy metal, em lista da Forbes
O apelido debochado que os fãs dos EUA deram ao Alter Bridge, segundo Mark Tremonti
Professora aponta curiosos erros de português em hits de Raul Seixas, Cazuza, Titãs e outros
Seis bandas clássicas de rock pesado que já rejeitaram o rótulo de heavy metal
Pearl Jam: A verdadeira origem do nome da banda

O álbum que Geezer Butler ajudou a batizar, mas cuja capa achou satânica demais
A opinião de Tony Iommi sobre "Heaven and Hell", clássico do Black Sabbath
Marilyn Manson: "Sou ainda pior fora do palco"
Dream Theater: Myung não tinha planos de ser baixista



