Rush: guitarrista fala sobre vinho em programa de TV

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Por Nathália Plá, Fonte: Blabbermouth.net, Tradução
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No episódio 14 do programa "Drink Bravely With Mark Oldman", intitulado "The Lifeson Ledge" (veja o clipe abaixo, em inglês), Mark Oldman, jurado principal na série de TV da PBS "The Winemakers", parte para o Norte para visitar Alex Lifeson, do RUSH, o lendário guitarrista de rock e um dos "Corações Valentes" apaixonados por vinho elencados no livro "Oldman's Brave New World of Wine".

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Aprendemos como a esposa de Alex acidentalmente rouba uma de suas garrafas prediletas e como o músico inventa uma solução para prevenir futuras incursões – uma engenhosa idéia que Mark batizou de "Lifeson Ledge". Esse é um conto cauteloso para todos bebedores interessados em desencorajar a remoção sem autorização de seus vinhos favoritos.

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Em uma entrevista em 2007 com a Wine Spectator, Lifeson explicou como ele passou a gostar de vinho. "Acho que comecei a procurar por vinhos para comprar em 1975," ele disse. "Antes os vinhos que bebiamos eram como Castelvetro, Mateus e esse tipo de vinho. Esse era nosso conhecimento básico sobre vinho. Quando começamos a fazer turnês, tínhamos acesso muito limitado a vinhos porque fazíamos a apresentação de abertura. Duas garrafas de Blue Nun e Night Train era o que costumávamos ter no camarim antigamente… Você tem um pedaço de pão branco, presunto e queijo, algumas garravas de Blue Nun e uma caixa de cerveja. Era muito gostoso, o Blue Nun, porque era tudo o que conhecíamos. [Então] teve um show em Milwaukee, e o produtor lá se interessava por vinho. Ele nos levou a um restaurante depois de um show lá e perguntou, 'Vocês gostam de vinho?' Dissemos, 'Ah, sim, adoramos! Sempre bebemos Blue Nun!' Ele nos levou a esse restaurant e disse 'Agora vamos beber uma garrafa de Latour e uma garrafa de Margaux.' Isso foi em 1975, então não me lembro qual safra era, mas acredito que provavelmente algo como do ano de 70. Eu fiquei impressionado como podia ser tão saboroso. Tinha tanta profundidade nele, e se expandiu ao longo do jantar. Nós ficamos lá por pelo menos algumas horas; os vinhos ficaram diferentes – eu não tinha idéia de que o vinho podia ser assim. Fomos para casa e eu comprei uma garrafa desse e outra daquele, e me ajeitei. Talvez um grand cru, se eu tivesse grana. E eu achei o Riojas que era tão barato e ainda assim era muito gostoso."

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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