End of Pipe: Música para divertir e refletir
Resenha - Mass Hysteria - End of Pipe
Por Vicente Reckziegel
Postado em 01 de setembro de 2021
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O power trio End of Pipe está longe de ser um principiante na música, afinal já são 14 anos de estrada e batalha no Rock Nacional. E essa experiência é facilmente perceptível no resultado de seu novo disco, "Mass Hysteria".
"Mass Hysteria" vem com pedigree, afinal tem boas músicas, ótimo produção e mixagem e masterização realizada nos Estados Unidos, e muitos convidados que acrescentaram ainda mais ao já empolgante som da banda. E sem esquecer de citar a capa, que ficou bem interessante também.
Nesse novo disco, O End of Pipe aposta em um som mais direto, rápido, quase um Hardocore Melódico. Ou seja, está mais pesado, mas sem esquecer das melodias. Quase como se fosse uma mistura do Punk californiano que estourou no mundo na década de 90/00, com o Hardcore mais cru nova-iorquino. Tudo isso com um tempero brasileiro.
O próprio cenário político caótico dos últimos anos no Brasil é mais que um prato cheio para as letras aqui apresentadas, e a faixa-título aborda bem essa situação. Os grandes destaques aqui ficam para a citada "Mass Hysteria", com ritmo contagiante e bom potencial radiofônico, "80 Shots" e "Call my Name" com seu ritmo California/Punk, a pesada "Get Alive", a contagiante (bons riffs) "Chance for the World", sem esquecer de citar a ótima "The Secret", com um clima um pouco diferente, ao mesmo tempo melódica e um pouco mais soturna.
Acredito que falta pouco para o End of Pipe consolidar de vez seu nome no Rock nacional, e com a qualidade aqui apresentada, esse reconhecimento é mais do que justo.
Formação:
Uirá Medeiros (vocal/guitarra)
Rafael Censi (baixo)
Victor Berretta (bateria)
Tracklist:
01. Mass Hysteria / feat. Félix Sebastian
02. 80 shots / feat. Emillie Plamondon
03. Get alive
04. The secret
05. Running away / feat. Frank Lacatena
06. Choose your family
07. Change for the world
08. Lost cause / feat. Mark Vecchiarelli
09. Call my name / feat. Scott Hallquist
10. Memories
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A música de guitarra mais bonita da história, segundo Brian May do Queen
A banda iniciante de heavy metal que tem como objetivo ser o novo Iron Maiden
As 11 bandas de rock progressivo cujo primeiro álbum é o melhor, segundo a Loudwire
Angela Gossow afirma que Kiko Loureiro solicitou indenização por violação de direitos autorais
5 discos obscuros de rock dos anos 80 que ganharam nota dez da Classic Rock
"Provavelmente demos um tiro no próprio pé" diz Rich Robinson, sobre o Black Crowes
Os 5 álbuns que marcaram Nando Mello, do Hangar: "Sempre preferi Coverdale a Gillan"
Jon Oliva publica mensagem atualizando estado de saúde e celebrando o irmão
Max Cavalera diz que tema de novo disco do Soulfly poderia render um filme
Produção do Bangers Open Air conta como festival se adaptou aos headbangers quarentões
O primeiro disco que Max Cavalera comprou; "Ouvia todos os dias"
A opinião de Regis Tadeu sobre polêmica do Arch Enemy e Kiko Loureiro: "Virou paranoia"
Baterista do Arch Enemy afirma que saída de Alissa White-Gluz não foi uma surpresa
Arch Enemy publica vídeo com demos de música alvo de polêmica com Kiko Loureiro
O álbum do Testament onde os vocais melódicos de Chuck Billy não funcionaram
A banda de abertura que foi tão boa que esvaziou show do Aerosmith, segundo Joe Perry
A opinião de Jimmy Page sobre Syd Barrett, o guitarrista original do Pink Floyd
Dee Snider critica Robert Plant e elege o melhor frontman de todos os tempos


Carach Angren - Sangue, mar e condenação no Holandês Voador
Testament - A maestria bélica em "Para Bellum"
Auri - A Magia Cinematográfica de "III - Candles & Beginnings"
Orbit Culture carrega orgulhoso a bandeira do metal moderno no bom "Death Above Life"
Legião Urbana: O discurso de tristeza e morte no álbum A Tempestade



