Genocidio: Evolução musical, reviravoltas e recomeço
Resenha - Posthumous - Genocídio
Por Ricardo Cunha
Postado em 06 de julho de 2020
Devido a problemas internos, Marcão deixa a banda e é substituído por Daniel. Murillo assume definitivamente os vocais, e a banda lança Posthumous, seu tereiro álbum.
Considerado por muitos uma obra-prima da música pesada feita no Brasil, este álbum apresenta muitas melhorias, inclusive produção digna de banda grande. Além do som denso característico, apresenta a banda mais pesada e adiciona elementos da música gótica de uma forma discreta, mas bem dosada. Uma das inclusões mais marcantes diz respeito à participação da cantora lírica Irene Sailte e do violinista Flávio Venturini na faixa Goodbye Kisses, uma peça acústica na qual WPerna e Murillo tocam violão. Um álbum que tinha atributos para alavancar a carreira da banda e possivelmente leva-la aos palcos internacionais. Ocorreu que, com apenas dois shows, a tour nacional precisou ser interrompida em virtude de um novo desentendimento interno que quebrou a banda em duas metades. Sem muito mais para fazer, a banda acho por bem afastar-se dos palcos por um tempo. Poucos meses depois, havendo quebrado o ritmo da tour que estava em andamento, WPerna decide recomeçar e Marcão volta ao baixo e aos vocais, junto com os novos membros Gustavo na outra guitarra e Marcelo na bateria.
Posthumous é mais um álbum que foi relançado pela Mutilation Records e ganhou edição especial com direito a capa em digipack e várias faixas-bônus por ocasião dos 20 (vinte) anos da banda. Um disco que vale a pena ter pelo valor da obra em si e pelo que ele representa na trajetória da banda.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



U2 volta ao Brasil no início de 2027, diz portal de notícias
O hit da Legião Urbana que foi mal interpretado como apologia ao fascismo
A criança que irritou Joey Ramone a ponto de inspirar um clássico dos Ramones
As quatro bandas que Dave Mustaine incluiria em um novo Big Four
A formação do Black Sabbath que não funcionou, na opinião de Geezer Butler
Regis Tadeu elege melhores e piores shows do primeiro fim de semana do Rock in Rio 2026
Cheetah Chrome, guitarrista do Dead Boys, morre aos 71 anos
King Diamond sobe ao palco com o My Chemical Romance
As duas músicas do Judas Priest que Rob Halford detesta: "Lixo, só clichês"
O disco do Slayer que é uma "resposta" ao pop punk feito por Green Day e Offspring
A música do Judas Priest que tem um dos solos "mais gloriosos" do metal, segundo Rob Halford
Os 3 artistas considerados "rock de tiozão" pelo baixista do Nirvana Krist Novoselic em 1992
Em 1986, leitores da Kerrang! escolhiam os melhores discos do ano
O disco do Pink Floyd que é o preferido de Geddy Lee, baixista e vocalista do Rush
A música em que Geddy Lee viu a história do Rush passar diante de seus olhos
A traumática saída de Arnaldo Antunes dos Titãs antes do álbum "Titanomaquia"
O hit que Paramore omite letra ao vivo por conter duro xingamento antifeminista

Relevante como nunca, Totalitär retorna após vinte anos com EP furioso
Herman Frank - O motor barulhento, rápido e construído para rodar
Entre nostalgia, legado e recomeços, Beseech apresenta seu 7º álbum de estúdio
Veterano Sacrifice mostra que continua afiado como nunca no ótimo "Volume Six"
O álbum pesado e melancólico do Soilwork que ajudou a salvar a minha vida
Black Sabbath: Born Again é um álbum injustiçado?



