Genocidio: Evolução musical, reviravoltas e recomeço

Resenha - Posthumous - Genocídio

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Ricardo Cunha
Enviar Correções  

publicidade

Devido a problemas internos, Marcão deixa a banda e é substituído por Daniel. Murillo assume definitivamente os vocais, e a banda lança Posthumous, seu tereiro álbum.

Genocídio: Sintetizando a história de muitos artistas em sua própria trajetória

Cinema: 60 filmes pra quem ama Rock e Metal

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Considerado por muitos uma obra-prima da música pesada feita no Brasil, este álbum apresenta muitas melhorias, inclusive produção digna de banda grande. Além do som denso característico, apresenta a banda mais pesada e adiciona elementos da música gótica de uma forma discreta, mas bem dosada. Uma das inclusões mais marcantes diz respeito à participação da cantora lírica Irene Sailte e do violinista Flávio Venturini na faixa Goodbye Kisses, uma peça acústica na qual WPerna e Murillo tocam violão. Um álbum que tinha atributos para alavancar a carreira da banda e possivelmente leva-la aos palcos internacionais. Ocorreu que, com apenas dois shows, a tour nacional precisou ser interrompida em virtude de um novo desentendimento interno que quebrou a banda em duas metades. Sem muito mais para fazer, a banda acho por bem afastar-se dos palcos por um tempo. Poucos meses depois, havendo quebrado o ritmo da tour que estava em andamento, WPerna decide recomeçar e Marcão volta ao baixo e aos vocais, junto com os novos membros Gustavo na outra guitarra e Marcelo na bateria.

Posthumous é mais um álbum que foi relançado pela Mutilation Records e ganhou edição especial com direito a capa em digipack e várias faixas-bônus por ocasião dos 20 (vinte) anos da banda. Um disco que vale a pena ter pelo valor da obra em si e pelo que ele representa na trajetória da banda.


Cli336x280 CliIL