Genocidio: Evolução musical, reviravoltas e recomeço
Resenha - Posthumous - Genocídio
Por Ricardo Cunha
Postado em 06 de julho de 2020
Devido a problemas internos, Marcão deixa a banda e é substituído por Daniel. Murillo assume definitivamente os vocais, e a banda lança Posthumous, seu tereiro álbum.
Considerado por muitos uma obra-prima da música pesada feita no Brasil, este álbum apresenta muitas melhorias, inclusive produção digna de banda grande. Além do som denso característico, apresenta a banda mais pesada e adiciona elementos da música gótica de uma forma discreta, mas bem dosada. Uma das inclusões mais marcantes diz respeito à participação da cantora lírica Irene Sailte e do violinista Flávio Venturini na faixa Goodbye Kisses, uma peça acústica na qual WPerna e Murillo tocam violão. Um álbum que tinha atributos para alavancar a carreira da banda e possivelmente leva-la aos palcos internacionais. Ocorreu que, com apenas dois shows, a tour nacional precisou ser interrompida em virtude de um novo desentendimento interno que quebrou a banda em duas metades. Sem muito mais para fazer, a banda acho por bem afastar-se dos palcos por um tempo. Poucos meses depois, havendo quebrado o ritmo da tour que estava em andamento, WPerna decide recomeçar e Marcão volta ao baixo e aos vocais, junto com os novos membros Gustavo na outra guitarra e Marcelo na bateria.
Posthumous é mais um álbum que foi relançado pela Mutilation Records e ganhou edição especial com direito a capa em digipack e várias faixas-bônus por ocasião dos 20 (vinte) anos da banda. Um disco que vale a pena ter pelo valor da obra em si e pelo que ele representa na trajetória da banda.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



20 bandas que nunca lançaram um disco ruim, de acordo com a Metal Hammer
Rhapsody se despedirá com formação clássica ao lado do Epica na América do Sul
Dave Lombardo comenta lenda dos 33 minutos de "Reign in Blood"
A cantora que conquistou James Hetfield com sua voz "de cheiro de cigarro"
Live anuncia cancelamento de shows no Brasil
A música em que Dio disse ter cantado "como uma garota"
Queen + Adam Lambert acabou? O próprio vocalista responde
Iron Maiden se manifesta sobre apagão em show de Paris
A música dos anos sessenta em que Ozzy Osbourne ouviu o começo do metal
As músicas mais longas de 10 grandes bandas de heavy metal
Kurt Cobain não queria seguir o mesmo caminho de Eric Clapton
A música do Slayer que soa como Iron Maiden em alta velocidade, segundo a Kerrang!
Charles Gavin critica Nicolás Otamendi, zagueiro da seleção argentina
Por que o Dimmu Borgir, às vezes, gostaria de ser como o Motörhead
As 20 músicas mais subestimadas do Iron Maiden, em lista da Classic Rock
A música mais triste de todos os tempos, segundo Elvis Presley
Regis Tadeu explica por que detesta Linkin Park e detona clássico "Hybrid Theory"
35 músicas de bandas de rock com mais de 1 bilhão de reproduções no Spotify


Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
"MI'RAJ" - quando Edu Falaschi troca a velocidade pela emoção e encerra trilogia com maturidade
A Lapidação da alma: O triunfo conceitual do Big Big Train em "Woodcut"
HellLight - Reafirmando seu espaço entre os melhores da safra do gênero.
"Betrayed By Obedience", do Infected Cells, é death metal bruto, técnico e direto
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
RHCP: O monstro saiu da jaula com um de seus melhores trabalhos



