Pagan Throne: Resenha do álkbum Our Blackest Roots
Resenha - Our Blackest Roots - Pagan Throne
Por Draco Louback
Postado em 14 de junho de 2020
Desde o álbum ‘The way to the Nothern gates’ tenho acompanhado a banda. Em quesito de metal nacional é uma das melhores do cenário. Digo isso, com toda certeza. Quando se pensa em bandas que seguem a linha Pagan Metal, logo vem à nossa mente os deuses nórdicos. Porém, o Pagan Throne vai além. Com o novo álbum ‘Our blackest roots’, a banda traz um tema bem desafiador: O império e o mito Egípcio. Especialmente neste álbum, valeu muito esperar os 13 meses de trabalho que a banda dedicou para terminar essa obra de arte.
Qual seria o diferencial do Pagan Throne?! Bom, a cada trabalho eles trabalham minuciosamente para seguir à risca o que a obra demanda. Ao ouvir o ‘Our blackest roots’ tive a impressão de ser levado ao mundo completamente diferente devida às melodias e escalas que abrangem toda a ideia mítica que temos do antigo Egito. O trabalho que se é feito para se fazer um álbum desse tipo é árduo. Leva tempo de estudo, não se trata apenas de um amontoado de palavras não. Longe disso! Só para se ter uma noção de toda essa dedicação o vocal Rodrigo Garm explica: "A música "Show The Face of Defeat" é a terceira do álbum "Our Blackest Roots" e possui uma letra interessante. A faixa fala sobre os faraós negros que reunificaram o Egito, que se encontrava com o poder e o território fragmentado, realizaram grandes feitos e construíram monumentos grandiosos. Criaram também um império que se estendeu desde a atual capital do Sudão, Cartum, até a região norte, próxima ao mar Mediterrâneo. Existiu uma grande redenção, passando da escravidão e submissão ao total poder e domínio, todo o Egito foi tomado, muitos chefes guerreiros clamaram por piedade e acabaram subjugados ao poder e magnitude dos faraós negros’’
Musicalmente falando, este é o álbum supremo da banda. A orquestração, linhas de baixo, guitarra e bateria estão excelentes. Podemos colocá-los acima de qualquer banda gringa. A voz do Garm está mais potente e mais balanceada. Então, não se trata apenas da ‘mesmice’ de gulturais o que torna algumas bandas do seguimentos um tanto quanto enjoativas. Não, O Rodrigo Garm conseguiu ir além equilibrando seus gulturais com levadas mais ‘suaves’ durante o andar das músicas. Entretanto, essa modernidade sonora também se estende às linhas de guitarra do Renan Guerra. O que se destaca bastante são as linhas do baixo do Thiago Amorim, estão bem melódicas e marcantes. E essa levada caminha junto com as baterias do Alexandre Daemortis. Porque estão equilibradas em levadas que fica até difícil para o ouvinte rotular de tão criativas que estão. A cereja do bolo, ou melhor dizendo, a ‘coroa do Faraó’ nesse álbum é com certeza os teclados do Bruno Hage. Através de toda orquestração e synths que permite o ouvinte a voar na imaginação . É o que traz todo o elemento e ambiente das músicas. A banda trabalhou em conjunto com o produtor Rafael Luís que destaca: ‘Foi um prazer fazer parte deste maravilhoso trabalho!’.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Se você ainda não ouviu o álbum ‘Our blackest roots’ aproveita que a banda disponibilizou todo o seu material nos streamings . É o Pagan Throne se destacando mais uma vez nesse cenário Metal do Brasil.
Instagram:
https://www.instagram.com/paganthrone/
FORMAÇÃO ATUAL:
Rodrigo Garm - Vocal
Renan Guerra - Guitarra
Thiago Amorin - Baixo
Bruno Hage - Teclado
Alexandre Daemortiis - Bateria
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Hellfest vem aí e confirma 182 bandas em 4 dias de shows
O disco punk clássico que Billie Joe Armstrong chamou de "um monte de merda"
Pink Floyd lança a coletânea "8-Tracks", que reúne faixas gravadas nos anos 70
7 clássicos do rock nacional lançados em 1994 que são lembrados até hoje
Fã do Iron Maiden paga equivalente a mais de R$ 22 mil por cópia de "The Soundhouse Tapes"
As cinco melhores músicas do Iron Maiden, em lista da Revolver Magazine
O clássico de Bon Scott que Brian Johnson nunca quis cantar no AC/DC
Graspop Metal Meeting anuncia 152 atrações em 4 dias de festival
Festival Best of Blues and Rock tem edição 2026 confirmada
Angra anuncia bandas convidadas para shows em São Paulo
O melhor riff de guitarra de todos os tempos, segundo Keith Richards: "Ele disse tudo ali"
"Odeio esse termo": Amy Lee (Evanescence) não gosta de ser chamada de gótica
Steve Harris aponta a música ideal para apresentar o Iron Maiden a quem nunca ouviu a banda
Para Carmine Appice, o Metallica foi a primeira banda verdadeiramente heavy metal
Turnê Verão do Caos traz duas atrações internacionais a dez cidades brasileiras em dezembro
Os 10 melhores álbuns do metal sinfônico, segundo o RYM, incluindo um nome brasileiro
Os 10 melhores álbuns de rock nacional lançados após o ano 2000
Filhinha de Tarja Turunen se junta à mãe e toca hit do Nightwish na bateria


Michael Jackson - "Thriller" é clássico. Mas é mesmo uma obra-prima?
Draconian - "In Somnolent Ruin" reafirma seu espaço de referência na música melancólica
Espera de quinze anos vale cada minuto de "Born To Kill", o novo disco do Social Distortion
"Out of This World" do Europe não é "hair metal". É AOR
"Operation Mindcrime III" - Geoff Tate revela a mente por trás do caos
O Ápice de uma Era: Battle Beast e a Forja Implacável de "Steelbound"
"Acústico MTV" do Capital Inicial: o álbum que redefiniu uma carreira e ampliou o alcance do rock
Iron Maiden: "The Book Of Souls" é uma obra sem precedentes


