Dead Enemy: Pela liberdade de expressão e contra o facismo religioso
Resenha - Knowing The Enemy - Dead Enemy
Por Ricardo Cunha
Postado em 10 de abril de 2020
Nota: 8 ![]()
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Banda formada no início do ano de 2017, por membros e ex-membros das bandas da cena Thrash Metal e Hardcore de Fortaleza (Faixa de Gaza, Diagnose, Agressive, Blight, Beco Tubarão e Damn Youth). A proposta é fazer um som influenciado por bandas como Exodus, D.R.I, Suicidal Tendencies, Discharge, Ratos de Porão e outras para, assim, resgatar a sonoridade e ideologias apregoadas por e essas bandas através de suas letras (crítica, questões pessoais, protesto e reflexão) sobre a sociedade em geral. Mais do que isso, a banda faz um mix dessas ideias e influência num Crossover/Thrash metal digno dos seus mestres. Em 2018 lançou um Split CD, com os parceiros da banda Diagnose.
Knowing The Enemey tem 7 (sete) sons que mostram a banda em excelente forma executando uma música rápida, agressiva e crua tal como os grandes nomes do Crossover mundial. Para o processo de composição o grupo se baseou nos grandes acontecimentos recentes ocorridos no Brasil e no mundo. Uma das coisas mais importantes sobre o Dead Enemy é que o grupo se posiciona claramente a favor da liberdade de expressão, dos direitos humanos e contra o fascismo religioso. Com suas letras ácidas, assume um tom de protesto que pretende engrossar o coro dos desconformes e com este registro a banda, não apenas assimila as influências de seus ídolos, mas também se mostra no mesmo patamar de nomes Damn Youth, Violator e Death In Your Yard, Municipal Waste, Iron Reagan, entre outros.
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