The Riven: ótimo blues rock na linha do Blues Pills
Resenha - Riven - Riven
Por Ricardo Seelig
Postado em 06 de março de 2020
O resgate da sonoridade setentista gerou uma nova leva de bandas nos últimos anos, e como toda tendência de sucesso acabou trazendo ótimos grupos e outros nem tanto. O The Riven se enquadra no primeiro caso. Criado em Estocolmo em 2016, o quarteto é formado por Charlotta Ekebergh (vocal), Arnau Diaz (guitarra), Max Ternebring (baixo) e Olof Axegärd (bateria). A sonoridade é um blues rock na linha da também sueca Blues Pills, porém com mais foco no rock do que os seus conterrâneos.

"The Riven", disco de estreia dos suecos, foi lançado no Brasil pela Hellion Records e é uma ótima dica para quem procura uma banda nova de qualidade e quer arejar o ouvido. As nove faixas são todas cativantes e bem compostas, o que faz com que os quarenta minutos de duração do trabalho passem voando. Há boas melodias, ótimas linhas vocais e refrãos fortes, tudo amparado por uma excelente performance. Charlotta possui um timbre muito agradável e se sai muito bem tanto em canções enérgicas como "The Serpent" quanto em momentos mais contemplativos como "Far Beyond". Se você curte vocais femininos, não tem como não curtir. O restante da banda segura o nível lá em cima, com uma cozinha nervosa e super entrosada, que permite que a guitarra de Diaz voe solta.
Destaque, além da linda capa, para "The Serpent", "Far Beyond", "Edge of Time", "Finnish Woods", "Fortune Teller" e "I Remember".
Excelente disco, vá agora mesmo atrás.
Fonte:
http://www.collectorsroom.com.br/2020/03/review-riven-riven-2019.html
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