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Bring Me The Horizon: Por que não odiar o novo álbum?

Resenha - Amo - Bring Me The Horizon

Por Matheus Albuquerque
Postado em 14 de fevereiro de 2019

Nota: 8

A banda inglesa Bring Me The Horizon, vem sido uma das bandas mais comentadas de uns anos pra cá. Tanto comentários negativos, como positivos, vem fazendo parte das citações deles desde sua mudança de gênero, de deathcore para um post-hardcore.

A banda tem feito um ótimo trabalho para tornar seu som mais palatável para os seus dois públicos, tanto o que curte o som mais pesado, quanto os que gostam de algo mais sintetizado e com um som mais leve e limpo.

Amo, marca a chegada da banda ao nível que poucos imaginavam. A banda com esse novo lançamento conseguiu chegar a um som que soa diferente e, para mim, muito arriscado. Mas esse risco fez o álbum se tornar um dos álbuns do ano, e não digo isso falando apenas de um gênero.

O álbum tem momentos mais pesado com até mesmo riffs bem marcantes em músicas como "MANTRA" e "Wonderful Life". Quando digo pesado, quero dizer para um álbum em que a grande predominância de sintetizadores e batidas bem puxadas para o lado eletropop.

Claro, o que domina o lançamento não são músicas que sabemos que eles conseguem tocar e muito bem. Mas essa nova roupagem que consegue misturar os vocais de rasgados de Sykes com batidas que ficariam ótimas na voz de cantores como Drake.

Algumas músicas como "Nihilist blues", com a cantora Grimes, tem uma vibe gigante de música eletrônica que da para dançar em uma festa comum.

"Mother Tongue" puxa muito o lado do pop romântico e que pode cativar pessoas que nem nunca ouviu falar da banda. Principalmente com falas em português, que pode ter sido inspirada na sua esposa brasileira Alissa Salls. O refrão começa com: "Don't say you love me, fala amo."

Também não perde a chance de dar aquela alfinetada em pessoas que criticam o som da banda por não ser mais pesado com a música "Heavy Metal" com o rapper Rahzel. Na música ele fala em um trecho "I'm afraid you don't love me anymore / cause a kid on the 'gram with a Black Dahila tank / says it ain't heavy metal'.

O álbum ao todo consegue prender pessoas que conseguem escutar diferentes gêneros de música no modo aleatório. Atravessa o eletropop, hard rock e até mesmo algumas músicas bem alternativas. Além disso, o álbum para mim vai servir como um grande portão de entrada para a música pesada para a nova geração que nunca ouviu a banda ou outras. Por esse motivo eu não acho que se deve odiar esse álbum, mas sim esperar que ele de certo e que faça sucesso. Seria um levante que está começando no rock como um gênero.

Tracklist:

1."I Apologise If You Feel Something"
2."Mantra"
3."Nihilist Blues" (featuring Grimes)
4."In the Dark"
5."Wonderful Life" (featuring Dani Filth)
6."Ouch"
7."Medicine"
8."Sugar Honey Ice & Tea"
9."Why You Gotta Kick Me When I'm Down?"
10."Fresh Bruises"
11."Mother Tongue"
12."Heavy Metal" (featuring Rahzel)
13."I Don't Know What to Say"

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