Astral Doors: um novo álbum de inéditas após três anos
Resenha - Black Eyed Children - Astral Doors
Por Franklin da Silva Monteiro
Postado em 23 de agosto de 2018
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O ASTRAL DOORS volta com um álbum de inéditas após 3 anos, desde "No From the Shadows". O novo "Black Eyed Children" é o oitavo trabalho de estúdio da banda sueca, lançado em 31 de março de 2017, pela Metalville.
Contando com claras influências de Dio, principalmente nas linhas de vocais de NILS JOHANSON e no som que remete ao heavy metal clássico, era esperado mais um álbum de um trabalho bem executado que atende as expectativas de qualquer ouvinte.
Iniciando com "We Cry Out", com um som bem clássico, encaixa perfeito como música de abertura, é uma viagem de volta aos tempos de Rainbow.
‘Walls" é a segunda faixa, trazendo um estilo mais melódico, com introdução limpa e sonoridades remetendo a influências de Avantasia, explorando alternativas sonoras, como pode ser ouvido no encerramento da mesma.
"God is Devil" é o rock clássico cheio de clichês, mesmo assim mostra qualidade, vindo na sequência outra ‘’hard rocker’’ "Die on Stage’’, com uma bela introdução executada por órgão e a lenta e cadenciada "Tomorrow’s Dead".
"Good vs. Bad" é uma canção furiosa, que traz de volta a velocidade de riffs bem executados, lembrando as canções de guerra de CIVIL WAR, projeto paralelo de JOHANSON, principalmente no refrão poderoso.
"Suburban Song", conta com uma bela introdução de violão e um andamento de fácil assimilação. Aqui ouvimos uma boa influência do hard rock clássico, bem nítido no som do ASTRAL DOORS, dividindo atenção com o heavy metal.
"Lost Boy" é uma faixa que mistura riffs empolgantes de guitarra com boas doses de órgão, tornando o som bem encorpado. Mais uma vez o refrão bem executado, marca de uma boa banda com influências de power metal.
"Slaves to Ourselves" com uma introdução épica, contado com as harmonias de guitarra, fecha o ciclo do segundo ato do álbum, que inicia em "Good vs. Bad". Uma faixa bastante enérgica, possui ótimos solos de teclado e guitarra.
E por fim temos, Black Eyed Children", faixa-título com quase 9 minutos de duração, possui todos os elementos e clichês de um bom heavy metal. É uma das melhores faixas do álbum se levar em consideração a criatividade sonora desenvolvida ao longo da canção.
No fim das contas, "Black Eyed Children" é um álbum que deve agradar, apesar das mudanças no horizonte sonoro do ASTRAL DOOS com o passar dos anos, quem acompanha a banda desde os primórdios, pode sentir falta do velho estilo tão marcante dos primeiros álbuns.
Faixas
01. We Cry Out
02. Walls
03. God Is the Devil
04. Die on Stage
05. Tomorrow's Dead
06. Good vs Bad
07. Suburban Song
08. Lost Boy
09. Slaves to Ourselves
10. Black Eyed Children
Banda
Nils Patrik Johansson – Vocals (Lion's Share, Wuthering Heights, ex-Civil War, ex-Richard Andersson's Space Odyssey)
Joachim Nordlund– Guitars (Sky of Rage)
Mats Gesar – Guitars
Jocke Roberg – Keyboards
Johan Lindstedt – Drums
Ulf Lagerstroem – Bass
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



5 músicas de rock que tocaram tanto que o brasileiro não aguenta mais ouvir
O clássico do Alice in Chains que Kerry King considera uma música incrível
O melhor cantor que surgiu após os anos 1970, segundo Jimmy Page
Cancelamento de show do Megadeth revolta fãs em Lisboa
João Gordo posta foto pesada em que aparece junto dos guitarristas do Slayer
Accept tem instrumentos e equipamentos roubados em Barcelona
Os 250 melhores álbuns americanos de todos os tempos, segundo a UCR
Masters of Voices estreia turnê sul-americana; veja setlist
Os cinco guitarristas favoritos de Dave Mustaine e o motivo de cada escolha
Rolling Stones compartilham memórias de Amy Winehouse
A superbanda que Geezer Butler comparou à segunda vinda de Jesus
O que poderia ter mudado a história do Sepultura, na visão de Max Cavalera
5 músicas de heavy metal que todo tiozão brasileiro se lembra com carinho
Como uma gravadora de sertanejo bancou o disco mais progressivo do Brasil
Baixista do Napalm Death ficava triste quando ouvia Alice in Chains
A triste constatação de Erasmo Carlos sobre o rock brasileiro
As 11 melhores instrumentais da história do metal, em lista da Revolver Magazine
A reação de Slash, do Guns N' Roses, ao ouvir a voz de Axl Rose pela primeira vez

Brasileiro Puukkojunkkari faz ótimo punk/hardcore extremo cantando em finlandês
A Arquitetura da Fé e da Melodia - Michael Sweet Transmite Paz em "The Master Plan"
Headhunter DC - Death Metal como arma, identidade e resistência
Black Swan - Quando a experiência se transforma em poder de fogo
Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos



