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The Pineapple Tree: soa como um Muse desanimado

Resenha - Magnolia - Pineapple Thief

Por Roberto Rillo Bíscaro
Em 16/06/18

Nota: 7

The Pineapple Thief foi fundado pelo inglês Bruce Soord em 1999. Respeitada nos círculos prog e indie, a banda não alcançou sucesso massivo, mas lança álbuns para devota base de fãs, que curtem suas longas firulas Neo Prog, que contém boas doses de influência do oxfordiano Radiohead.

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Como tantos combos prog, The Pineapple Thief resolveu compactar suas canções, talvez para tentar abocanhar mais seguidores na faixa indie rock. Em setembro, de 2014, saiu Magnolia, seu décimo trabalho, com uma dúzia de canções, a mais longa durando meros 5:20 (nada pra prog rock).

Missão cumprida: Magnolia vai direto ao ponto, enfatizando guitarras e não teclados, como em muito prog. Alone At Sea, a referida faixa "longa" exemplifica bem o álbum.

Momentos vibrantes, cujas melodias ficam na cabeça, como em Simple As That, Breathe e Sense of Fear intercalam-se com uma maioria de composições lentas ou midtempo.

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

Seria tudo melhor se não lembrasse tanto Muse. Em sua tentativa de mudança, Soord soa perigosamente como o dramático grupo de Matthew Bellamy. Mas, como competir – e sair ileso da inevitável comparação – com o exagero multi-influenciado dos conterrâneos britânicos? Voz, arranjos, guitarra, quase tudo lembra um Muse quadradão, incapaz de sintetizar elementos díspares e personalizar as canções.

A edição de luxo apresenta versões acústicas inferiores às do álbum principal e duas inéditas com cara de sobras de estúdio.


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Sobre Roberto Rillo Bíscaro

Roberto Rillo Bíscaro é professor universitário e edita o Blog do Albino Incoerente desde 2009.

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