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Resenha - Panic Broadcast - Soilwork

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Por Mateus Ribeiro
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Existem dois tipos de pessoas no mundo: as que gostam de Soilwork e as que tem mau gosto. Por sorte, faço parte do seleto grupo de fãs do grande grupo sueco. Desde que ouvi o magnífico "Figure Number Five", provavelmente já ouvi todas as músicas da banda de trás pra frente, em versão ao vivo, karaokê, e tudo o mais.

Dentre todos os discos lançados pela banda, "The Panic Broadcast", lançado em 2010, é o meu preferido, por uma série de fatores. Sendo assim, coloque o álbum para rodar, e descubra os motivos por eu gostar tanto dessa maravilha do Século XXI.

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Definir o som do SOILWORK é uma tarefa extremamente complicada. Alguns costumam colocar a banda ao lado do In Flames como a maior das últimas bandas que saiu da Suécia. Outros ainda falam que a banda toca Death Metal Melódico. Bom, pode ser que o INFLAMES seja maior, mas o SOILWORK é a melhor banda da Suécia na opinião deste que vos escreve. E não acho que a banda consiga se enquadrar em um estilo x ou y. Só consigo afirmar que tudo o que mais aprecio dentro da música, consigo encontrar na sonoridade executada por esses (nem tão) jovens rapazes de Helsingborg: peso, melodia, velocidade, harmonia, instrumental e vocal trabalhando em perfeita harmonia, e letras com mensagens profundas.

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A primeira audição

A primeira vez a gente nunca esquece. Pois bem, eu também não.

Lembro claramente que estava navegando no mundo virtual em uma manhã de 2010 no finado e saudoso Orkut. De repente, passando em uma comunidade do SOILWORK, alguma alma abençoada postou o link para uma música nova lançada pela banda. A música em questão era a maravilhosa "Two Lives Worth Of Reckoning", que já me deixou de queixo caído nos primeiros segundos. Uma melodia grudenta, riffs rápidos, bateria comendo solta, e um refrão que gruda mais do que manga de camisa suada nas axilas. Uma belíssima prévia do que estaria por vir.

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Depois de ouvir umas dez vezes "Two Lives…", notei que algum outro ser havia postado o link do álbum inteiro para download. Em poucos minutos pude ouvir todas as músicas. Não me arrependo até hoje, e aproveito para agradecer quem me fez conhecer esse disco.

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Desde a primeira música, a ignóbil "Late For The Kill, Early For The Slaughter", o nível de qualidade das composições é extremamente alto. Até aí tudo normal, pois desde o começo da carreira, a banda não tem nenhum disco feito "nas coxas". Porém, em "The Panic Broadcast", os caras atingiram o ápice .

Todos os instrumentos estão audíveis, por conta da capacidade dos músicos e da ótima produção. As guitarras alternam entre riffs rápidos, solos melodiosos e algumas partes mais arrastadas . A bateria é um espetáculo. O vocal então, dá um show , demonstrando uma versatilidade imensa. O baixo e o teclado cumprem muito bem seus papéis. Juntando tudo isso no liquidificador, temos um disco perfeito em todos os aspectos.

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Não espere ouvir nada parecido com algum disco anterior. Nada mesmo.

E também não vá babando achando que o álbum é fácil de digerir. Não é. Principalmente se for um headbanger brucutu que não aceita inovações. Vão aparecer partes pula pula no disco, alguns vocais mais limpos, e demais coisas que os homens da caverna costumam torcer o nariz.

Por outro lado, se você tem uma mente aberta, vai gostar de "The Akuma Afterglow", "The Thrill", e da rápida e violenta "King of The Threshold".

Outras faixas de destaque são a insana "Enter Dog of Pavlov" (que conta com uma letra muito interessante), "Epitome", e a balada "Let This River Flow", que apresenta um dos maiores momentos de inspiração da historia da banda.

Rápido, moderno, pesado, cativante e melódico. Resumidamente, "The Panic Broadcast" não se encaixa em nenhum subgênero do Metal. É SOILWORK. Apenas isso define. Se você é fã da banda, sabe o que essa definição quer dizer. Se não é fã, deixe de perder tempo e comece a se tornar um ouvindo "The Panic Broadcast".


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