Prospekt: superando sua estreia em ótimo lançamento prog metal
Resenha - Illuminated Sky - Prospekt
Por Victor de Andrade Lopes
Fonte: Sinfonia de Ideias
Postado em 11 de agosto de 2017
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Com duas importantes mudanças na formação (saem o vocalista Matt Wichester e o tecladista Richard Marshall e entram em seus lugares, respectivamente, Rox Capriotti e Michael Morris), o quinteto inglês de metal progressivo Prospekt retorna com seu segundo álbum após figurar em listas de melhores lançamentos prog do ano de 2013 com sua estreia The Colourless Sunrise.
The Illuminated Sky é notavelmente superior a seu predecessor, que já não era ruim. Nota-se uma produção mais madura, uma química mais desenvolvida, uma música mais intrincada, poderosa e direta. Os rapazes de certa forma reproduziram a grandiosidade, complexidade e melodia de outras bandas da nova geração do gênero como Haken e Circus Maximus.
Na lista de faixas, vemos uma predileção por trabalhos relativamente longos. Metade deles passa dos 6 minutos. Dentre os outras cinco, temos uma introdução e um interlúdio, dos quais normalmente são se espera delongas mesmo. E não pense que as músicas longas foram inchadas com passagens calmas: é tudo 80% pauleira.
Tal característica se repete em basicamente todo o disco, de forma que não faz sentido falar de cada uma das dez faixas. O que não significa que não tenham seus charmes individuais: a introdução neoclássica em "Cosmic Emissary", o vocal em "Akaibara" que parece incorporar Michael Kiske, o inspirado solo do calejado Greg Howe em "Alien Makers of Discord" e até mesmo a tímida participação de Marc Hudson (do DragonForce) em "Where Masters Fall".
Faz falta aquela vozinha enjoada de Matt, mas Rox é dono de ótima técnica que permite à banda alçar voos mais ousados. O mesmo se pode dizer de Michael, que elevou a ala das teclas da banda a um novo patamar por meio de arranjos e intervenções bem pensadas e dosadas.
É obrigação de qualquer banda superar seu lançamento de estreia no segundo álbum, mas o Prospekt foi além e definiu para si mesmo uma referência bem mais elevada para os trabalhos futuros. Se eles darão conta do recado, o tempo dirá, mas por enquanto, já fizeram bonito.
Abaixo, a faixa "In the Shadows of the Earth":
Track-list:
1. "Ex Nihilo"
2. "The Illuminated Sky"
3. "Titan"
4. "Distant Anamnesis"
5. "Beneath Enriya"
6. "In the Shadows of the Earth"
7. "Aline Makers of Discord"
8. "Cosmic Emissary"
9. "Akaibara"
10. "Where Masters Fall"
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O clássico do rock que mostra por que é importante ler a letra de uma música
O gênero musical cujo nome não faz sentido algum, segundo Mikael Åkerfeldt do Opeth
A banda em que membros do Iron Maiden e Dio disputaram para entrar e só um conseguiu
200 shows internacionais de rock e metal confirmados no Brasil em 2026
O guitarrista favorito de todos os tempos de James Hetfield do Metallica
O guitarrista que custou mil dólares por dia a David Gilmour; "eu queria bater nele"
Os 3 veteranos do rock que lançaram álbuns que humilham os atuais, segundo Regis Tadeu
A sincera opinião de Pitty sobre Guns N' Roses, System of a Down e Evanescence
A importante lição que Steve Harris, do Iron Maiden, aprendeu com o Genesis
Vídeo dos Mutantes tocando Beatles em 1969 é encontrado
O guitarrista que Jack Black chama de "gênio"; "Ele inventou mais riffs do que qualquer um"
O álbum mais autêntico do Aerosmith, segundo o produtor Jack Douglas
Nirvana: "In Bloom" e o recado para quem canta sem entender a letra
A banda mais influente do rock progressivo, de acordo com Geddy Lee
Iron Maiden começou a lucrar de verdade a partir do terceiro disco, diz Steve Harris
Ao eleger melhores discos de Rock do Brasil, Lobão aponta álbum "melhor que o Sgt.Peppers"
O álbum do Pink Floyd que nunca envelhece, segundo Sammy Hagar
Gene Simmons admite que "Ace estava certo" sobre o Kiss no começo dos anos 80

Edguy - O Retorno de "Rocket Ride" e a "The Singles" questionam - fim da linha ou fim da pausa?
Com muito peso e groove, Malevolence estreia no Brasil com seu novo disco
Coldplay: Eles já não são uma banda de rock há muito tempo



