Indiscipline: Power trio feminino com um som contagiante
Resenha - Sanguinea - Indiscipline
Por Junior Frascá
Postado em 12 de abril de 2017
Nota: 8 ![]()
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Embora não seja algo tão comum, as girls bands no metal não são uma novidade, e em sua grande maioria são excelentes, com nomes de destaque como NERVOSA, GIRLSCHOOL e HEAVY TIGER. E o INDISCIPLINE é mais um nome que surge com os dois pés na porta, demonstrando muita qualidade já nesse seu excelente debut, que acaba de ser lançado via Shinigami Records.
Formada por Alice – Vocais, baixo, Maria Fernanda Cals – Guitarras e Ale De La Vega – Bateria, a banda pratica um hard/heavy pesado, sujo, direto e cheio de ótimas melodias, que agradam o ouvinte logo nas primeiras audições.
As linhas de guitarra de Maria Fernanda, cheia de riffs classudos e marcantes, e os ótimos vocais de Alice, com uma voz suave, porém agressiva na medida certa, são os grandes destaques por aqui, sendo o carro chefe de cada uma das 10 composições presentes em "Sanguinea".
A ótima produção, a cargo de Felipe Eregion, com mixagem de Arkadiusz Malczewski (DECAPITATED, BEHEMOTH, HATE , etc.) é outro ponto chave para a excelência do disco, deixando tudo bem equilibrado e na cara, sem excessos de modernidade, casando perfeitamente com o estilo apresentado pela banda.
Os destaques do álbum ficam para "Take or Leave It", com ótimos riffs, e um refrão grudentíssimo, e a pesadíssima "Born Dead", um verdadeiro soco na moleira do ouvinte.
Por isso, não espere por um som técnico ou cheio de modernidade, pois o que temos aqui é um hard/heavy fortemente influenciado pela leva old school, repleto de qualidade, e com muita personalidade, de uma excelente banda que tem tudo para se firmar na cena underground.
Sanguinea - Indiscipline
(2017 – Shinigami Records)
1. Fear in Your Eyes
2. Take It or Leave It
3. Nasty Roar
4. Burning Bridges
5. Degrees of Shade
6. Losing My Mind
7. Born Dead
8. Higher
9. Miss Daniel
10. Poison
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