Matérias Mais Lidas

Slayer: Faca feita com cordas de guitarra gera imagens que ninguém esperavaSlayer
Faca feita com cordas de guitarra gera imagens que ninguém esperava

Kiss: Gene Simmons diz que passou dos 70 anos por nunca ter bebido ou usado drogasKiss
Gene Simmons diz que passou dos 70 anos por nunca ter bebido ou usado drogas

Slipknot: Joey Jordison diz que foi demitido por telegrama cantadoSlipknot
Joey Jordison diz que foi demitido por telegrama cantado

Chester Bennington: viúva anuncia separação de bombeiro após um anoChester Bennington
Viúva anuncia separação de bombeiro após um ano

AC/DC: a resposta inusitada de Supla quando perguntam se ele gosta da bandaAC/DC
A resposta inusitada de Supla quando perguntam se ele gosta da banda

Thrash metal: 20 grandes músicas do estilo mais rápido e agressivo da música pesadaThrash metal
20 grandes músicas do estilo mais rápido e agressivo da música pesada

Metallica: todas as faixas do polêmico Load, da pior para a melhorMetallica
Todas as faixas do polêmico "Load", da pior para a melhor

Alexi Laiho: A banda de metal do céu agora tem um guitarrista solo, afirma MustaineAlexi Laiho
"A banda de metal do céu agora tem um guitarrista solo", afirma Mustaine

Shaman: quando Andre Matos desmaiou durante show em Belo Horizonte, em 2018Shaman
Quando Andre Matos desmaiou durante show em Belo Horizonte, em 2018

Slash: por que ele usa óculos escuros o tempo todo?Slash
Por que ele usa óculos escuros o tempo todo?

Guns N' Roses: Gilby diz que grunge fez a banda sair dos estádios e ir para os clubesGuns N' Roses
Gilby diz que grunge fez a banda sair dos estádios e ir para os clubes

Nirvana: Krist Novoselic comenta o suicídio de CobainNirvana
Krist Novoselic comenta o suicídio de Cobain

Rock in Rio: Produção afirma que datas estão mantidasRock in Rio
Produção afirma que datas estão mantidas

Nervosa: Prika Amaral toca os seus riffs preferidos na guitarra (vídeo)Nervosa
Prika Amaral toca os seus riffs preferidos na guitarra (vídeo)

Rob Halford: entediado mas fashion e zueiro, encarnando um cowboy de saltoRob Halford
Entediado mas fashion e zueiro, encarnando um cowboy de salto


Matérias Recomendadas

Frances Bean Cobain: assustada com tatuagem de fãFrances Bean Cobain
Assustada com tatuagem de fã

Guitarristas: os 10 maiores de todos os tempos segundo a TimeGuitarristas
Os 10 maiores de todos os tempos segundo a Time

Bruce Dickinson: vocalista elege seus 5 álbuns preferidosBruce Dickinson
Vocalista elege seus 5 álbuns preferidos

Cinema: As 10 melhores aparições de bandas em filmesCinema
As 10 melhores aparições de bandas em filmes

Dio: as músicas de Heavy Metal/Rock favoritas do vocalistaDio
As músicas de Heavy Metal/Rock favoritas do vocalista

Dead Daisies
Stamp

Blues Pills: Os anos 60 continuam como influência

Resenha - Lady in Gold - Blues Pills

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Erick Silva
Enviar Correções  

8

Inegavelmente, um dos melhores momentos do rock foi no final dos anos 60 para início dos 70. Época efervescente, em que surgiram (na medida em que desapareceram também) inúmeras bandas seminais, com discos e shows formidáveis. Janis Joplin, Jimi Hendrix, The Doors, The Who, Led Zeppelin, Deep Purple, Jefferson Airplane, Pink Floyd, Genesis... A lista é interminável, bem como a influência desses artistas para muitos grupos surgidos hoje em dia. Voltar ao passado, ser retrô virou uma espécie de "moda", e se isso é bom ou ruim, vai depender do grau de identidade de cada um.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

No caso da Blues Pills, ela surgiu com uma proposta simples e direta: retomar aquele som de vocais femininos calcados no jazz e no blues, em especial, Janis Joplin. Com o seu auto-intitulado primeiro disco, conseguiram fazer algum barulho lá pelos idos de 2014. De fato, o mundo do rock atual se mostrou carente desse som mais orgânico, visto que a banda, apesar de boa, não apresentava um alto grau de criatividade, e, em alguns momentos, chegando a ser meio genérica. Eis que surge este segundo registro, e a responsabilidade de "evolução", ir além das influências. E, o resultado é uma (leve) melhora.

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

O fato de terem trabalhado melhor as músicas, colocando algumas nuances aqui, uns detalhes acolá, já fez toda a diferença. Nesse sentido, a primeira canção do disco, "Lady in Gold", pode enganar o ouvinte, achando que encontrará aqui só mais do mesmo. É quando a segunda faixa, "Little Boy Preacher", começa que o disco engrena, de fato. A partir daí, é ladeira acima, com a banda ainda tendo Joplin e e outros bambas do rock psicodélico como influência, mas, já tendo uma cara mais própria, que já pode identificar melhor quem é a Blues Pills.

publicidade

Exemplo desse equilíbrio é "Burned Out", que mesmo em seu início lembrando o bom e velho Led, desemboca num som cadenciado, mas, também bastante melódico, que dá o tom do que a banda é capaz de fazer. Canção intensa, bonita, interpretada com vigor. Um dos pontos altos do disco. Os singelos arranjos de voz e piano em "I Felt a Change" alicerçam ainda mais a identidade do grupo, que se mostra promissora em compor músicas com ótimas melodias, sem descambar para o piegas. Prova de bom gosto.

Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp

No entanto, "Gone so Long" exagera um pouco na dose, caracterizando um canção um tanto arrastada e enfadonha, destoando da energia do restante do trabalho. De longe, a pior do álbum, apesar de apresentar uma parte final um pouco mais diferenciada. Impressão dissipada pela ótima "Bad Talkers", que com seu refrão pegajoso é perfeita para "incendiar" os shows do grupo. O puro blues de "You Gotta Try", que se alterna com momentos mais agitados, torna esta canção outro destaque do disco. Uma composição com carisma, digamos assim.

"Won't Go Back" é rock'n roll sem frescuras, com um baita trabalho de todos os instrumentistas. Apesar de divertida, "Rejection" não acrescenta muito, não. Tem umas boas linhas de guitarra, e só. Mais um ponto fraco do álbum. E, enfim, o disco se encerra com a boa "Elements and Things", que remete diretamente ao som psicodélico da era de ouro do rock. Fechou este trabalho da Blues Pills muito bem. Um trabalho, inclusive, que dá um passo além na carreira da banda. Mostra que ela pode oferecer bem mais. Basta usarem suas influências apenas como um "norte" a seguirem, evitando serem uma mera cópia.

Link da matéria:
http://blogpunhadodecoisas.blogspot.com.br/2016/08/dica-de-d...

Comente: O que você achou do álbum?


Outras resenhas de Lady in Gold - Blues Pills

Blues Pills: Menos rock e mais soul em consistente segundo disco


Tunecore
Malvada
Receba novidades de Rock e Heavy Metal por Whats App
Anunciar no Whiplash.Net

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net


Blues Pills: conheça o novo Led ZeppelinBlues Pills
Conheça o novo Led Zeppelin

Feeling: Existe no rock/metal moderno? 7 músicas que comprovamFeeling
Existe no rock/metal moderno? 7 músicas que comprovam


Em vídeo: A diferença entre ser músico e ser rockstarEm vídeo
A diferença entre ser músico e ser rockstar

Slash: Alucinações, sexo, dinheiro e armas de fogo no auge do vícioSlash
Alucinações, sexo, dinheiro e armas de fogo no auge do vício


Sobre Erick Silva

Autor sem foto e/ou descrição cadastrados. Caso seja o autor e tenha dez ou mais matérias publicadas no Whiplash.Net, enviando sua descrição e link de uma foto.