Reckless Love: Glam Rock com toque de modernidade
Resenha - InVader - Reckless Love
Por Gabriel Brandão
Postado em 11 de março de 2016
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Após o lançamento de 3 bons álbuns "Reckless Love" (2009), "Animal Attraction" (2011) e "Spirit" (2013) a banda Finlandesa de Glam Rock (ou Merry Metal como eles se autodenominam) Reckless Love lança "InVader" seu quarto álbum de estúdio.
De longe seu álbum menos produzido e divulgado. Seu antecessor "Spirit" teve o single "Night On Fire" lançado em formato físico, com clipe bem produzido e patrocínio da fabricante de celulares Nokia.
"InVader" é um álbum alegre e descompromissado, como a receita para uma banda de Glam Rock pede. Com pitadas de elementos eletrônicos a banda deixa bem claro as influências de Def Leppard e Van Halen na era com Sammy Hagar nos vocais. A faixa de entrada "We Are The Weekend" tem um ritmo delicioso, refrão grudento e sintetizadores que dão o toque especial, típico da banda. Ótima escolha como faixa de abertura.
"Hands" vem com uma intro de bateria animado prometendo ser mais uma música com capacidade de se tornar hit, e essa capacidade se confirma durante a faixa. Com uma batida acelerada e enérgica vai fazer o ouvinte querer sair para correr. Em seguida vem "Monster", a música de trabalho da banda que flerta com um clima "dark" evidenciado no ótimo solo executado por Pepe, guitarrista da banda.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Com clima praiano, caribenho, "Child Of The Sun" é uma semi-balada levada por sintetizadores, propicia um clima agradável durante o play. A próxima música é "Bullettime" que vem rasgando com uma guitarra rápida e bem trabalhada e bateria contagiante, bem ao estilo Mötley Crüe.
"Scandinavian Girls" talvez seja a música que menos me agrada, mas não que seja uma música ruim. Apesar de ter um belo solo, o resto da música me parece um tanto quando forçada, e excesso de elementos eletrônicos pesou dessa vez. "Pretty Boy Swagger" é mais rap/eletrônica do que rock, outra música que me desagrada. Destoa totalmente do que a banda propõe. Soa como uma versão mais pesada de qualquer música do 5 Seconds of Summer.
"Rock It" começa com um rap, mas sem exageros consegue ser agradável. Pode parecer um devaneio meu, mas a música parece uma mistura de Rage Against the Machine com Danger Danger e que dosadas na medida correta deu certo.
Chegamos em "Destiny", o ponto alto do play. Com uma intro cativante e uma linha melódica sensacional e muito bem produzida temos um AOR de qualidade excepcional. Destaque para a voz de Olli Herman que se encaixa perfeitamente com o conjunto. Uma das melhores (se não a melhor) música da banda. E o play se encerra com alegre e festiva "Let’s Get Cracking (THWP)", música típica pra festas e encontros "Hard Rockers", visto que é o que os caras da bandas fazem no final da faixa com violão num momento de descontração.
Bônus: Na versão inglesa temos "Keep It Up Night" que foi lançada já ano passado, e já dava indícios que a banda teria boas quantidades de elementos pop num próximo álbum que viria a ser lançado.
"InVader" é um bom álbum para quem gosta de Hard Rock, com pitadas eletrônicas no meio. Pode soar estranho numa primeira audição para quem acompanha a banda (como foi comigo), mas é questão de tempo e você assimilará melhor. Vale o Play!
Nota: 8
http://erreianota.blogspot.com.br/
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Copa do Mundo do Rock: uma banda de cada país classificado, dos EUA ao Uzbequistão
A música pela qual Brian May gostaria que o Queen fosse lembrado
A melhor capa de disco, segundo Derrick Green, vocalista do Sepultura
A melhor música que Bruce Dickinson escreveu para o Iron Maiden, segundo a Metal Hammer
Edu Falaschi comenta mudanças em sua voz: "Aquele Edu de 2001 não existe mais"
Paul Di'Anno tem novo álbum ao vivo anunciado, "Live Before Death"
A primeira música do Sepultura que Max Cavalera ouviu em uma estação de rádio
A música do Genesis que a banda, constrangida, talvez preferisse apagar da história
A melhor capa de disco de todos os tempos, segundo Vinnie Paul
Rockstadt Extreme Fest anuncia 81 bandas para maratona de 5 dias de shows
O cantor para quem Jimi Hendrix foi avisado para nunca mais tocar
Com ex-membros do Death, Left to Die anuncia álbum "Initium Mortis"
Edu Falaschi lembra emoção no show do Angra: "Acabou aquilo que sofri pra caralh*!"
O álbum do Iron Maiden eleito melhor disco britânico dos últimos 60 anos
O conselho da mãe que Roger Waters carregou pela vida inteira
A opinião de Prika Amaral (Nervosa) sobre o jornalista Regis Tadeu
A banda de heavy metal que mais ganhou dinheiro no mundo, segundo Regis Tadeu
As lendas da música que são gigantes lá fora e no Brasil floparam, segundo Regis Tadeu
Michael Jackson - "Thriller" é clássico. Mas é mesmo uma obra-prima?
Draconian - "In Somnolent Ruin" reafirma seu espaço de referência na música melancólica
Espera de quinze anos vale cada minuto de "Born To Kill", o novo disco do Social Distortion
"Out of This World" do Europe não é "hair metal". É AOR
"Operation Mindcrime III" - Geoff Tate revela a mente por trás do caos
O Ápice de uma Era: Battle Beast e a Forja Implacável de "Steelbound"
"Acústico MTV" do Capital Inicial: o álbum que redefiniu uma carreira e ampliou o alcance do rock
Iron Maiden: "The Book Of Souls" é uma obra sem precedentes
