Machinaria: mantendo as tradições de qualidade do thrash nacional
Resenha - Sacred Revolutions, Profane Revelations - Machinaria
Por Junior Frascá
Postado em 07 de fevereiro de 2016
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Banda de Bagé (RS), o MACHINARIA está na estrada desde 2011, e mais um bom nome da ótima safra do thrash metal nacional que vem surgindo em terras tupiniquins há um bom tempo.
O som da banda mescla elementos de várias escolas do estilo, com primazia daquela característica da segunda fase americana, como SACRED REICH, VIO-LENCE e FORBIDDEN. Mas há também algo do início da carreira do SEPULTURA.
Ou seja, é um som pesado e cru, mas com instrumental bem trabalhado e linhas vocais agressivas e cheias de ódio, transbordando fúria.
Com variações entre momentos mais velozes, e outros mais cadenciados e brutais, com muito groove, a banda se destaca pela versatilidade, e por fazer com competência um som que, embora nada original, tem muitas qualidades.
Conceitualmente, o disco trata da inquisição católica, realizada na idade média, um tema polêmico e aqui muito bem tratado.
A produção de Bruno Dachi também é boa, deixando tudo na cara, e com todos os instrumentos bem timbrados e audíveis.
Assim, com "Sacred Revolutions, Profane Revelations", o MACHINARIA se lança no mercado, e se coloca com um dos nomes promissores da nova safra nacional, tendo tudo para colher, com brevidade, muitos bons frutos.
Sacred Revolutions, Profane Revelations - Machinaria
(MS Metal Records - 2015)
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O melhor baterista de todos os tempos, segundo Edu Falaschi
Rush é parado na fronteira dos Estados Unidos com o México e precisa adiar show
A única banda de rock nacional que não virou peça de museu, segundo Regis Tadeu
Por que Iron Maiden nunca será grande como Metallica, segundo Bruce Dickinson
Capital Inicial cancela shows nos Estados Unidos após vistos negados
O que torna o Slayer diferente, na opinião de Dave Mustaine
O hit de 1969 que Robert Plant e Roger Waters concordam ser o mais poético de todos
Ripper Owens: "Há uma razão pro Iron Maiden tocar pra 20 mil e o Judas pra 5 mil"
A banda que Lars Ulrich do Metallica adorava: "Ele caiu de joelhos e me abraçou"
A melhor música de rock progressivo de todos os tempos, segundo os leitores da Prog
O guitarrista que se sentiu ofendido ao ser convidado para entrar no Deep Purple
Rolling Stones disponibilizam duas novas músicas, "Jealous Lover" e "Divine Intervention"
Tommy Clufetos não ficou magoado com exclusão de álbum do Black Sabbath
20 bandas que nunca lançaram um disco ruim, de acordo com a Metal Hammer
Charlie Brown Jr.: em vídeo, o último dia de Alexandre Magno Abrão, o Chorão
Zakk Wylde: o riff que ele queria ter criado - e a música que ele nunca conseguiu tocar
Os motivos que levaram a MTV Brasil a acabar, segundo Bruno Sutter


Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
"MI'RAJ" - quando Edu Falaschi troca a velocidade pela emoção e encerra trilogia com maturidade
A Lapidação da alma: O triunfo conceitual do Big Big Train em "Woodcut"
HellLight - Reafirmando seu espaço entre os melhores da safra do gênero.
"Betrayed By Obedience", do Infected Cells, é death metal bruto, técnico e direto
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
RHCP: O monstro saiu da jaula com um de seus melhores trabalhos



