Hollow: Seguindo a cartilha do Thrash Metal atual
Resenha - Spirit Soldier - Hollow
Por Vitor Franceschini
Postado em 07 de outubro de 2015
Nota: 8 ![]()
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Muitos críticos no Metal sempre pedem originalidade, criatividade e/ou inovação no estilo, mesmo sabendo que há muito pouco a se explorar no mesmo. Claro, bandas que trazem propostas interessantes e originalidade são essenciais, mas há aqueles que preferem seguir uma cartilha e se sair melhor na execução do que na originalidade em si.
Este é o caso desses gaúchos, já que o Thrash Metal que apresentam pouco traz de novidade, mas é muito bem feito e cativante. Claro que o quarteto impõe suas características, mas é nítido que não se importam em inovar ou revolucionar o Metal e sim servir como mais lenha ainda na fogueira de um estilo idolatrado.
Não, a banda não se encaixa no retro-Thrash cheio de coletes e tênis Le Cheval, o Hollow bebe na fonte do Sepultura (fase "Chaos A.D.), Machine Head e outros grupos menos conhecidos como Pissing Razors e Dibelief. Ou seja, a banda prima por peso e agressividade em sua música.
Os riffs são encantadores no trabalho e essenciais à música da banda, sendo que a cozinha encaixa ‘grooves’ na medida certa, não fazendo com que o grupo se torne algo muito atual, mas mesmo assim soando atemporal, se é que me entendem. Tudo tendo os vocais guturais de Renan Cauê Müller (também guitarrista) passando a mensagem da banda.
É importante ressaltar que o Hollow não aposta apenas na velocidade e em algumas quebradas redobra o peso com passagens mais cadenciadas, porém não menos brutais. Difícil destacar apenas aquela ou essa composição, mas os fortes refrãos de Strength e It Never Rests, assim como a levada de ambas marcam logo de início. Ótima estreia.
https://www.facebook.com/pages/Hollow-Thrashmetal/250713891641001?fref=ts
https://www.facebook.com/Hollow.banda
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