Delain: Amadurecimento em segundo "full length", April Rain
Resenha - April Rain - Delain
Por Vitor Sobreira
Postado em 03 de junho de 2015
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O primeiro álbum é o responsável por apresentar uma banda para mundo, exibindo os resultados de um sonho, do esforço e da vontade de se criar músicas únicas que atinjam pelo menos algum reconhecimento. Com o segundo, a coisa muda um pouco, pois, é onde vemos se a banda veio ou não para ficar, e, é justamente isso que o Delain nos transparece em seu segundo CD, lançado três anos após sua estreia com Lucidity. Confira!
O que vemos em April Rain é uma clara evolução musical, pois, faixas mais variadas brilham num repertorio que passa num picar de olhos. Se o Symphonic Metal mais tradicional do antecessor já contava com alguns detalhes 'pop', aqui são mantidos e somados a outros contornos modernistas, o que enriqueceu mais o som proposto pelo grupo holandês. Em alguns momentos, podemos observar uma certa vontade de soar mais acessível aqui e acolá, mas nada que prejudique esse trabalho.
Enquanto Martiyn (que se mostra bem influenciado por Tuomas Holopainen) explora mais de seus teclados, utilizando técnicas que vão de climas típicos do estilo à pomposas (porém, contidas) orquestrações até alguns efeitos vindos do Industrial/electro, Charlotte se mostra mais coesa e livre em seus vocais e também os explora mais em partes mais amplas. Não podemos esquecer aqui dos demais músicos envolvidos, pois, sempre precisos e sofisticados em seus respectivos instrumentos, sem eles a "engrenagem" não funcionaria.
Acho chato mencionar certas faixas e deixar outras "de lado", mas, faixas inesquecíveis como a abertura "April Rain", "On The Other Side", "Lost", "Go Away" e o encerramento apoteótico (que deixará você sem folego) "Nothing Left", são as minhas 'favoritas'.
Numa primeira audição, meu caro leitor, você poderá estranhar um pouquinho, mas garanto que a partir da segunda, você não vai mais querer parar de escutar!
Track List :
1. April Rain
2. Stay Forever
3. Invidia 03:49
4. Control the Storm (Feat. Marco Hietala)
5. On the Other Side
6. Virtue and Vice
7. Go Away
8. Start Swimming
9. Lost
10. I'll Reach You
11. Nothing Left (Feat. Marco Hietala)
Total Time : 45:42
Line Up :
Martijn Westerholt - Keyboards
Ronald Landa - Guitars, Vocals (backing )and Vocals (tracks 3, 6)
Rob van der Loo - Bass
Sander Zoer - Drums
Charlotte Wessels - Vocals
Lançamento : 20 de Março/2009 - Roadrunner Records.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Corpos dos Mamonas Assassinas serão cremados para homenagem póstuma
Churrasco do Angra reúne Edu Falaschi, Rafael Bittencourt, Kiko Loureiro, Fabio Lione e mais
10 clássicos do rock que soam ótimos, até você prestar atenção na letra
Bruce Dickinson cita o Sepultura e depois lista sua banda "pula-pula" favorita
O que já mudou no Arch Enemy com a entrada de Lauren Hart, segundo Angela Gossow
Max Cavalera celebra 30 anos de "Roots" com dedicatória especial a Gloria Cavalera
Aos 94, "Capitão Kirk" anuncia álbum de metal com Zakk Wylde e Ritchie Blackmore
Slash aponta as músicas que fizeram o Guns N' Roses "rachar" em sua fase áurea
A maior canção de amor já escrita em todos os tempos, segundo Noel Gallagher
A melhor música da história do punk, segundo o Heavy Consequence
As melhores músicas de todos os tempos, segundo Dave Gahan do Depeche Mode
Humberto Gessinger e a linha tênue entre timidez e antipatia: quem está certo?
Três "verdades absolutas" do heavy metal que não fazem muito sentido
Michael Amott diz que nova vocalista do Arch Enemy marca um passo importante
10 discos de rock que saíram quase "no empurrão", e mesmo assim entraram pra história
Led Zeppelin e a bateria que ninguém acreditava que um ser humano conseguiria tocar
O maior letrista da geração do rock brasileiro dos anos 1980, segundo Herbert Vianna
Hair Metal: Os maiores cabelos da história do rock pesado


Projeto com membros do Delain e Auri lança cover para "Tears of the Dragon", de Bruce Dickinson
Clássicos imortais: os 30 anos de Rust In Peace, uma das poucas unanimidades do metal



