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Revolted: Nem só de música sertanojo vive o estado de Goiás

Resenha - Revolutionary Order - Revolted

Por Leonardo Daniel Tavares da Silva
Em 11/10/14

Nota: 8

Nem só de música sertanojo vive o estado de Goiás. Bandas como a REVOLTED (de Anápolis) são um bálsamo, ou melhor, uma "revolução", como sugere o acróstico na contra-capa de seu debut "Revolutionary Order", mixado na França e produzido pela própria banda com Junior Xavas e Xavier Collard.

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A intro, que dá nome ao disco, até parece longa ou confusa, mas quando começam os riffs podemos nos entregar ao thrash metal. "Heartbreaking" vem com os já citados riffs, que devem fazer a alegria dos bangers, além de um trabalho de bateria de yanomami, que foge do óbvio, e solo competente. O petardo é seguida por dois socos no estômago, "Behind The Sacred Verses" e "The Scars of Insanity". Nesta há alguns versos cantados com vocais melódicos, só que bem colocados, não descambando para o metalcore. O resultado final fica interessante.

Mais uma vez a melodia nos vocais se apresenta discretamente na melhor faixa do disco até aqui, "Follow The Shadows". A banda usa os vocais melódicos a seu favor, não contra si. Em algumas faixas, até parece que temos dois vocalistas, mas como apenas Hedrey Glissierio é creditado no encarte, parece mesmo que todos os louros vão para o goiano.

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"Hope Is Just An Illusion" (lyric video abaixo) adiciona um pouco mais de velocidade à mistura, enquanto "Imperfect Memories" termina de forma retumbante, mas a faixa mais empolgante do disco é, sem sombra alguma de dúvida, "Epidemia". Aqui temos tudo o que já vimos antes neste mesmo play: vocais diferenciados e competentes, riffs arrasadores, solo bem encaixado, cozinha bem arrumada, ecos de KREATOR, mas um detalhe que até poderia por em risco a aceitação ou popularidade da música, mas acaba por fazer toda a diferença. A letra é cantada em português. Uma surpresa que chega a eclipsar as duas (boas) faixas finais.

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A arte do encarte é um tanto obscura, obviamente intenção da banda, mas um pouco de claridade para evidenciar detalhes do trabalho de Thiago Andrade ia bem.

O disco inteiro tem boas (e longas) letras, destacando ainda a já citada "Epidemia", que alcança um melhor efeito, pelo menos para brasileiros (mesmo aqueles que dominam o idioma anglo-saxão). Claro, cantar em inglês pode abrir portas lá fora e isto tem sido uma verdade para inúmeras bandas do Brasil, da Alemanha, da Suécia, mas, se a REVOLTED tiver intenção de figurar entre as maiores bandas que cantam na língua de Camões, já tem por onde começar.

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LINE UP:

Hedrey Glissiério – vocal
Alex Fernando - guitarra
Raphael Torlezzi - baixo
Yanomani Ami – bateria

TRACKLIST:
1- Revolutionary Order
2- Heartbreaking
3- Behind the sacred verses
4- The scars of insanity
5- Follow the shadows
6- Hope is just an illusion
7- Imperfect memories
8- Epidemia
9- Your faith is what destroys you
10- We are only free


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Sobre Leonardo Daniel Tavares da Silva

Daniel Tavares nasceu quando as melhores bandas estavam sobre a Terra (os anos 70), não sabe tocar nenhum instrumento (com exceção de batucar os dedos na mesa do computador ou os pés no chão) e nem sabe que a próxima nota depois do Dó é o Ré, mas é consumidor voraz de música desde quando o cão era menino. Quando adolescente, voltava a pé da escola, economizando o dinheiro para comprar fitas e gravar nelas os seus discos favoritos de metal. Aprendeu a falar inglês pra saber o que o Axl Rose dizia quando sua banda era boa. Gosta de falar dos discos que escuta e procura em seus textos apoiar a cena musical de Fortaleza, cidade onde mora. É apaixonado pela Sílvia Amora (com quem casou após levar fora dela por 13 anos) e pai do João Daniel, de 1 ano (que gosta de dormir ouvindo Iron Maiden).

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