Majesty of Revival: Um dos mais bem guardados segredos ucranianos
Resenha - Iron Gods - Majesty of Revival
Por Carlos Garcia
Postado em 15 de setembro de 2014
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
De uma região marcada por conflitos, vem este surpreendente e insano Metal ucraniano, indicado a fãs de Neoclassic Metal, SYMPHONY X e MALMSTEEN.
Não encontrei palavras melhores do que o selo PowerProg utilizou no release de "Iron Gods", segundo álbum dos ucranianos do Majesty of Revival, onde apresentam a banda como sendo "um dos mais bem guardados segredos ucranianos". Sim, a banda tem muita qualidade, e vem de uma região pouco tradicional, e apesar disso, reúnem todas as condições de competir em nível de igualdade com as bandas europeias, com seu Metal sinfônico/neoclássico, trazendo ainda elementos que passam pelo Prog, Speed, Thrash, Power, música clássica e até Hard Rock.
Essa gama de elementos não significa que atirem para todos os lados, pois o que eles fazem é Metal, utilizando-se dessas tantas "faces" da música pesada, com coesão e inteligência, além de instrumental apuradíssimo, destacando os teclados de Marat Adiev e as guitarras de Dimitriy Pavlovskiy, aliados a vocais polifônicos, o que dá uma maior diversidade, com todos esses elementos resultando numa sonoridade muito empolgante e interessante.
A faixa de abertura, "Nameless Guest", é uma boa escolha para abertura, apesar de que a letra é a única que trata de temas fantasiosos, possuindo velocidade, peso e melodia, com arranjos, solos e vocais insanos. "Infernal Grays", que ganhou também um clipe, começa com ótimos riffs, veloz e tensa, vocais altos e bom gosto nos timbres de guitarra; "Lost Empire" tem grandes arranjos de teclado, mantendo a qualidade alta, enquanto que "Nocturnus Gate", é bem neoclássica, lembrando bons momentos de MALMSTEEN, alternando velocidade e intervenções climáticas ao teclado, além de linhas vocais bem variadas; "Close your Eyes" lembra um pouco as bandas finlandesas de Power Metal, como SONATA ARCTICA, principalmente nos vocais aqui; "Edge of Sanity", que também é ótimo cartão de visitas para a banda, e a melhor do álbum em minha opinião. Quase um trilha sonora, grandes climas, vocal numa linha bem teatral e variada.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Posso afirmar que temos algo acima da média aqui, e o Majesty of Revival é mais uma grata surpresa desta vasta cena do Metal mundial, me fazendo até lembrar o excelente documentário de Sam Dunn, "Global Metal", aonde ele vai a diversos países não tão abertos ou mais tradicionais, mostrando que a cena existe em todos os cantos.
Indicado a fãs de grupos que possuem essa diversidade e utilizam-se bastante de clima teatral ou até "cinematográfico", como SAVATAGE, KAMELOT, SYMPHONY X, MALMSTEEN (além da grande referência em se falando de Neoclassic Metal, que é o RAINBOW) e ainda apreciadores de Symphonic/Neoclassical Metal e, claro, da boa e criativa música em geral.
Set List:
1. Nameless Guest’
2. Infernal Grays
3. Lost Empire
4. Nocturnus Gate
5. Wicked Game
6. Close Your Eyes
7. Edge Of Sanity
8. Masked Illusion:
‘ Part II – Fatal Duel
‘ Part III – Perfect Lie
9. Iron Gods
10. Mad Song
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Os 5 álbuns favoritos de Dave Mustaine de todos os tempos, segundo o próprio
O lendário guitarrista que Steve Vai considera "um mestre absoluto"
A música que David Gilmour usou para fazer o Pink Floyd levantar voo novamente
Copa do Mundo do Rock: uma banda de cada país classificado, dos EUA ao Uzbequistão
A música pela qual Brian May gostaria que o Queen fosse lembrado
Rockstadt Extreme Fest anuncia 81 bandas para maratona de 5 dias de shows
A pergunta do Ibagenscast a Dave Mustaine que fez André Barcinski parabenizar o podcast
A melhor música que Bruce Dickinson escreveu para o Iron Maiden, segundo a Metal Hammer
Rock in Rio 2026 revela palco com Diogo Defante, João Gordo e Supercombo; veja lista
Slayer e Dimmu Borgir juntos no Brasil? Site mexicano afirma que sim.
Por que Geddy Lee não queria "Tom Sawyer" em álbum do Rush? O próprio explica
Apocalyptica confirma três shows no Brasil com turnê em homenagem ao Metallica
O Rappa abandonou Marcelo Yuka? Baixista nega e esclarece os fatos
O cantor que Robert Plant elogiou: "Sabem quem acho que tem a melhor voz que já ouvi?"
Ele tem até bituca de cigarro; o fã de Iron Maiden tão fanático que apareceu no documentário
As duas poderosas músicas do Queen que Brian May mais gosta de tocar ao vivo
Cinco músicas que são covers, mas você acha que são as versões originais - Parte 2
A banda brasileira que está sempre um passo na frente das outras, segundo Ricardo Leite
Michael Jackson - "Thriller" é clássico. Mas é mesmo uma obra-prima?
Draconian - "In Somnolent Ruin" reafirma seu espaço de referência na música melancólica
Espera de quinze anos vale cada minuto de "Born To Kill", o novo disco do Social Distortion
"Out of This World" do Europe não é "hair metal". É AOR
"Operation Mindcrime III" - Geoff Tate revela a mente por trás do caos
O Ápice de uma Era: Battle Beast e a Forja Implacável de "Steelbound"
"Acústico MTV" do Capital Inicial: o álbum que redefiniu uma carreira e ampliou o alcance do rock
Iron Maiden: "The Book Of Souls" é uma obra sem precedentes

