DNR: Som violento que pode quebrar o seu pescoço
Resenha - DNR - DNR
Por Vitor Franceschini
Postado em 12 de maio de 2014
Nota: 8 ![]()
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Explicando, este álbum (o de estreia da banda) é auto-intitulado já que a sigla são as iniciais do título do trabalho (acho que compliquei, mas é isso). A banda faz um som violento e que pode quebrar o seu pescoço a qualquer momento. As influências vão desde o Thrash dos anos 90 até o Hardcore nova-iorquino, culminando em um som bem atual.
Guitarras com distorção baixa dão a base necessária, enquanto o baixo e a bateria se responsabilizam pelo ‘groove’ necessário. Basicamente se trata de um instrumental ‘sujo’ e que possui um peso descomunal. Tudo tendo a frente vocais insanos que berram problemas sociais e políticos sem censura nenhuma, já que cantam em português.
Quebradas se unem a viradas dando a variação necessária às composições. Destaque para Controle Inativo e toda agressividade imposta, sem deixar um caco se quer, transformando tudo em pó. Atrofiando Mentes tem uma mudança de ritmo bacana e uma energia incomum!
Lei do Cão já é um hit da banda e mostra a identidade dos caras, já que resume bem a sonoridade do D.N.R. Finalizando o álbum, a ‘ignorante’ Parasitas pode passar em cima do ouvinte e esmagá-lo, tão impactante que é. Bom notar, que mesmo com variações, a banda consegue fazer um som direto, curto e grosso
A produção disco também ajudou a lapidar a sonoridade, enfim, o conjunto da obra final é muito satisfatório e pode agradar a gregos e troianos. Mais uma banda que pode dar o que falar, se já não tem dado. Ouça o álbum na íntegra no vídeo.
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