Hybreed Chaos: Como é bom é uma pancadaria sem soar cansativa
Resenha - Dying Dogma - Hybreed Chaos
Por Leandro Fernandes
Postado em 25 de abril de 2014
Bandas que hoje investem em um death metal correm um grande risco de cair no esquecimento e ao mesmo tempo se tornar banda comum. Fato que esse "soco no queixo" chamado Dying Dogma do Hybreed Chaos nos mostra o quão bom é uma pancadaria sem soar cansativa.
Com 6 músicas que detonam do início ao fim (sendo uma introdução), esse compilado do quarteto canadense mostram um death metal puro e bem saudosista. Levando ao estilo mais bruto e básico, "trampam" um som sem firulas e afins, trazendo assim um disco coeso, mostrando o que realmente querem fazer. Destacando músicas como "Dismembered Purity", "Defiled Servitude" e "Charogne" notamos o grande e absurdo potencial do vocalista François Toutée, que consegue uma perfeita variação de urros e guturais com técnica e sem se deixar cansar.
Outro grande destaque é Franck Camus, que comanda as baquetas com um pedal veloz e viradas bastante precisas. Uma banda que com toda certeza renderá frutos e mostrará o grande potencial em se fazer um som pesado com músicos altamente profissionais e compromissado.
Podemos esperar um grande álbum depois de belo EP!
Músicas:
01. Birth of Chaos
02. A Machine for Pigs
03. Dismembered Purity
04. Emperor
05. Defiled Servitude
06. Charogne
07. Silent Agony
Membros:
François Toutée - Vocais
François Dextradeur - Guitarras
Franck Camus - Bateria
Olivier Pinard - Baixo (convidado)
Outras resenhas de Dying Dogma - Hybreed Chaos
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