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Imperador Belial: Black Metal cru e ríspido

Resenha - Morbid Rites - Imperador Belial

Por Rodrigo Freire
Postado em 24 de fevereiro de 2014

Ativo desde o ano de 1998, o IMPERADOR BELIAL é hoje uma das bandas do cenário extremo carioca mais antiga em atividade praticamente contínua. Desde sua primeira demo autointitulada, de 2002, o banda vem mostrando sua proposta: um black metal cru e ríspido, que bebe muito na fonte de gigantes como VENOM, MAYHEM entre outros.

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O festival old-school de Morbid Rites começa com as faixas de uma banda de black metal mais rock n’roll que eu já ouvi: Lustful Sin, puro black metal da escola norueguesa oitentista. Em seguida, Tales beyond the Grave traz um momento digno do MAYHEM do início, uma levada sincopada, vocais agonizantes. Visions of a Dark Age, vai por este mesmo caminho, com esta mesma atmosfera sombria.

Em seguida, um dos melhores momentos do álbum: Journey Back to Hell traz uma pegada meio SARCÓFAGO da fase Laws of Scourge, em sua levada meio arrastada e vocal rasgado. O solo de guitarra carregado de reverbs e os blast beats do final remetem ao death/ black mineiro do fim da época de 80.

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Funeral of God e Antichristian War são total old-school, sendo esta última mais uma explosão de ódio, como o próprio nome sugere, trazendo a tona uma sessão porradaria a la Mayhem no meio, uma pedrada certeira.

Metal Wolves e a faixa título fecham com maestria essa celebração aos primórdios da coisa. Morbid Rites traz uma pegada arrastada e atmosférica que lembra alguns trabalhos de bandas como Satyricon.

Excelente lançamento desta banda carioca, trazendo um black metal muito bem definido com influências que ajudaram a definir os primórdios do estilo que conhecemos hoje.

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Sobre Rodrigo Freire

Rodrigo Freire, nascido no ano que Ozzy Deixou o Black Sabbath, é guitarra e vocal da banda de Doom/Black Silentio Mortis, já tendo participado de diversos outros projetos frustrados do underground. Ouve do extremo grindcore e punk, mas nutre uma paixão pelo som prog/ psicodélico da década de 70. É professor e linguista nas horas vagas.
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