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Soulfly: O bom e velho Thrash Metal de primeira

Resenha - Dark Ages - Soulfly

Por Rodrigo Noé de Souza
Em 13/01/14

Nota: 9

Todo mundo está careca de saber que a saída de Max Cavalera foi traumática para o Sepultura, ainda mais por estarem no auge da carreira devido ao sucesso do Roots (1996). Enquanto a banda mineira encontrava em Derrick Green a voz que procuravam para preencher o vazio, Max criou o Soulfly, para expressar toda a raiva e dor interior.

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

Depois de três discos dedicados à fase Roots pós-Sepultura, Max resolveu mudar suas raízes metálicas e gravou Prophecy (2004) e Dark Ages (2005). Este último mostrou o porquê da proposta da banda de fazer o bom e velho Thrash Metal de primeira.

Juntamente com Marc Rizzo (guitarra), Bobby Burns (baixo) e Joe nunez (bateria), o Soulfly viajou para cinco países diferentes para gravar o disco. Rússia, Sérvia, Turquia, França e pelos Estados Unidos foram fundamentais para que Dark Ages tivesse as experimentações dos álbuns anteriores.

Max escrevia as letras, quando de repente seu neto Moses morreu. A intenção do disco é para homenagear não só Moses, como também Dimebag Darrell, e o título do disco tem a ver com esses episódios.

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Óbvio que as influências que o Max herdou na época do Sepultura ainda estão cravadas em algumas músicas, mas faixas como Babylon, I And I, Carved Inside, Arise Again, Corrosion Creeps (homenagem ao Chuck Schuldiner, do Death) ainda dão vontade de banguear e soltar berros.

A melhor faixa é Frontlines, brutal e rápida, com direito à homenagem ao Korzus, com aquele riff do Internally. Outras faixas como Molotov (com Billy Milano do SOD, gravado no celular) e Innerspirit (com a banda sérvia Eyes Burn) também são excelentes. Pra homenagear seu neto Moses, o disco termina com Soulfly V.

Um ótimo CD que mostra o que viria a seguir. Back to the Frontlines!

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Tracklist:

1. The Dark Ages
2. Babylon
3. I And I
4. Carved Inside
5. Arise Again
6. Molotov
7. Frontlines
8. Innerspirit
9. Corrosion Creeps
10. Riotstarter
11. Bleak
12. (The) March
13. Fuel The Hate
14. Stay Strong
15. Soulfly V


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Sobre Rodrigo Noé de Souza

Nasci em 1984. Esse ano não é só o início de uma nova democracia, mas também é o ano em que vários discos foram lançados, como Powerslave (IRON MAIDEN), Stay Hungry (TWISTED SISTER), W.A.S.P., Don't Break The Oath (Mercyful Fate), Slide It In (WHITESNAKE), 1984 (VAN HALEN), The Last In Line (DIO) e, o meu favorito de todos, Ride the Lightning (METALLICA). Sou um aficcionado por Metal, desde AC/DC e ZZ Top, até Anaal Nathrakh e Krisiun.

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