Vanhelga: Som e pseudônimos curiosos
Resenha - Host - Vanhelga
Por Vitor Franceschini
Postado em 08 de dezembro de 2013
Nota: 7 ![]()
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Segundo álbum de J. Ottosson, guitarrista e vocalista que encabeça o Vanhelga e utiliza o curioso pseudônimo de 145188 (!?). O sujeito gravou tudo neste álbum, mas é acompanhado por J. Gabrielson (vocal), D. Franzén (bateria) e J. Ejnarsson (guitarra).
O som praticado pelo grupo sueco é ríspido, cru e odioso, mas possui uma pequena dose de melodia. Mesclando Black Metal, com algo de Avant-guard e Depressive, as músicas que compõem "Höst" não segue a cartilha velocidade pura. Porém, possui riffs agudos, produção idem e um clima extremamente hostil.
Com letras que abrangem o lado negativo do ser humano e se opõe a religião, a banda consegue fazer um álbum interessante, mas que soa indigesto na primeira audição. Depois de algumas ouvidas, o negócio vai melhorando e várias coisas interessantes aparecem, principalmente alguns solos e momentos mais brandos que trazem a aura mais melancólica do disco.
A produção não é tão crua como de costume no gênero, mas também não atinge o ápice, portanto ficou em cima, apesar de um pouco abafada. Foram lançadas somente 500 cópias físicas do trabalho e este ano o Vanhelga já soltou um novo EP. Intitulado "Sommar", o trabalho logo estará em nossas páginas.
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